Mato Grosso

Cartório de Chapada dos Guimarães distribui mudas de árvores, em parceria com o Verde Novo

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Em celebração ao Dia da Árvore, a 34ª Zona Eleitoral realizará, no próximo dia 22 de setembro, uma ação especial em parceria com o programa Verde Novo, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). A iniciativa prevê a distribuição de 120 mudas de árvores frutíferas aos eleitores e eleitoras que comparecerem ao Cartório Eleitoral nesta data.  

 

O objetivo é estimular a consciência ambiental, promover práticas sustentáveis e aproximar a Justiça Eleitoral da comunidade por meio de uma atividade de caráter social e educativo. 

 

De acordo com o juiz da 34ª Zona Eleitoral, Leonísio Salles de Abreu Júnior, a entrega das mudas busca valorizar o simbolismo do Dia da Árvore, incentivando os cidadãos e cidadãs a contribuírem para o aumento das áreas verdes nas cidades e para a preservação ambiental. “Vamos unir o direito ao voto à conscientização ambiental, com a entrega de mudas em parceria com o programa Verde Novo do TJMT”.  

 

Ele também alerta que quem não regularizar a biometria poderá ter o título cancelado, perder o direito de votar, enfrentar dificuldades na emissão de documentos, na participação em concursos públicos e sofrer restrições em benefícios sociais e previdenciários, como o CadÚnico e o Bolsa Família. “Não arrisque seus direitos. Regularize sua biometria no cartório ou posto eleitoral mais próximo”, recomenda. 

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A parceria com o programa Verde Novo reforça o compromisso da Justiça Eleitoral em apoiar iniciativas de cidadania e sustentabilidade, aliando o atendimento aos eleitores e eleitoras com ações que beneficiam toda a coletividade. 

 

Sobre o Programa 

 

O Verde Novo é um programa do Poder Judiciário de Mato Grosso, gerenciado pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo, com o objetivo de mobilizar a sociedade em prol do plantio e manutenção de árvores nas áreas urbanas, a fim de alcançar índices de arborização satisfatórios que contribuam para a melhoria da qualidade de vida da população, mediante a redução da sensação térmica e o aumento da umidade relativa do ar. 

 

Em 13 de dezembro de 2017, o Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso, o Município de Cuiabá e o Instituto Ação Verde formalizaram o Termo de Cooperação Técnica nº 07/2017, considerado o marco de lançamento do projeto. Com o novo Termo de Cooperação Técnica nº 12/2022, o que antes era apenas um projeto tornou-se um programa de ações permanentes de conscientização ambiental e arborização urbana do Poder Judiciário de Mato Grosso (Portaria TJMT/PRES n. 361/2024), já aderido pelos municípios de Várzea Grande e Barra do Garças (MT), com possibilidade de expansão para as outras 76 comarcas do Estado. 

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Jornalista: Nara Assis 

 

#PraTodosVerem: A imagem mostra um fundo verde com duas marcas em destaque: à esquerda, o logotipo do Programa Verde Novo, representado por balões e uma criança pendurada; à direita, o logotipo do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), acompanhado da identificação do Cartório da 34ª Zona Eleitoral. 

Fonte: TRE – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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