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Ceará lança programa para revitalizar a produção de algodão e apoiar produtores rurais

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Retomada do algodão ganha destaque em políticas estaduais

A produção de algodão no Ceará volta a ser foco de políticas de desenvolvimento produtivo. A Secretaria do Desenvolvimento Econômico do Ceará anunciou o lançamento do Programa Estadual de Fortalecimento e Revitalização da Cotonicultura, com atuação conjunta de órgãos estaduais, federais e entidades do setor.

O objetivo da iniciativa é estimular a retomada do cultivo, ampliar a base produtiva e criar condições para o fortalecimento da cadeia algodoeira no estado.

Parceria entre órgãos públicos e entidades do setor

O programa reúne esforços da Casa Civil, Secretaria do Desenvolvimento Econômico, Agência de Defesa Agropecuária do Ceará (Adagri), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Associação dos Produtores de Algodão do Ceará (Apace) e Ministério da Agricultura e Pecuária.

A atuação integrada visa garantir assistência técnica, transferência de tecnologia e gestão estruturada da cadeia, promovendo maior eficiência e sustentabilidade para os produtores.

Municípios contemplados e alcance regional

As ações do programa abrangem municípios das regiões dos Inhamuns, como Tauá, Parambu, Arneiroz, Aiuaba, Quiterianópolis, Novo Oriente, Pedra Branca, Catarina e Independência.

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Também participam localidades vinculadas à Associação dos Produtores de Algodão do Ceará, incluindo Iguatu, Quixeramobim, Jaguaruana, Ocara, Itatira, Quixadá, Acopiara, Morada Nova e Caucaia.

Distribuição de sementes e suporte técnico aos produtores

Entre as medidas previstas estão:

  • Distribuição de sementes certificadas;
  • Transferência de tecnologia agrícola;
  • Suporte técnico especializado aos produtores.

O programa busca promover a produção local, fortalecer a cadeia produtiva do algodão e integrar pesquisa, assistência técnica e gestão pública, contribuindo para o desenvolvimento econômico das regiões envolvidas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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No BRICS, o Governo do Brasil apresenta pesca e aquicultura como fundamental para a segurança alimentar e nutricional

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O Ministério da Pesca e Aquicultura participou da 16ª Reunião de Ministros da Agricultura do BRICS, realizada nos dias 12 e 13 de junho de 2026, em Indore, Madhya Pradesh, Índia.  O evento teve como tema “Construindo para a Resiliência, Inovação, Cooperação e Sustentabilidade”. Nele foi adotado, por consenso, a Declaração Conjunta da 16ª Reunião dos Ministros da Agricultura do BRICS.  

A presidência indiana, que lidera os BRICS neste ano, apresentou uma agenda centrada no fortalecimento da segurança alimentar e nutricional global. O objetivo é focar na construção de parcerias voltadas à inovação para o desenvolvimento agrícola sustentável, inclusivo e resiliente à mudança do clima, com especial atenção à agricultura familiar.   

Pesca e Aquicultura  

Na Declaração Conjunta, os ministros da Agricultura do BRICS reconheceram o papel fundamental da pesca e da aquicultura para a segurança alimentar, nutricional, para a manutenção da renda e dos empregos de milhões de pessoas. Além do MPA, o documento foi assinado pelos Ministérios da Agricultura e Pecuária (MAPA) e do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar do Brasil (MDA).  

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Com isso, o Governo Federal se compromete com o avanço das ações coordenadas para promover a inclusão social e os meios de subsistência dos pescadores e aquicultores, aumentar a produtividade e expandir o comércio justo de alimentos e bioinsumos aquáticos e conservar os ecossistemas, para assegurar a sustentabilidade a longo prazo da pesca e da aquicultura. Também incentivam investimentos em pesca bem gerida, à expansão e intensificação da aquicultura. 

De maneira particular, o Governo Federal reitera o compromisso em apoiar a pesca artesanal e a aquicultura de pequena escala. Desta forma, amplia oportunidades de emprego, de renda e de segurança alimentar. Além disso, incentivaram ações que conservem a pesca artesanal como patrimônio cultural dos BRICS.   

Os Ministros da Agricultura dos BRICS ainda concordaram em aprofundar a cooperação no Diálogo do BRICS sobre Pesca e da Aquicultura, estabelecida em 2025, sob a presidência brasileira do BRICS.  

Os onze países membros do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia e Irã) respondem conjuntamente por mais de 60% da produção global de pescado. Isso representa cerca de 25% da pesca de captura e 75% da aquicultura mundiais. Também respondem por mais de 85% da produção global de algas. 

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Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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