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Ceará lança programa para revitalizar a produção de algodão e apoiar produtores rurais

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Retomada do algodão ganha destaque em políticas estaduais

A produção de algodão no Ceará volta a ser foco de políticas de desenvolvimento produtivo. A Secretaria do Desenvolvimento Econômico do Ceará anunciou o lançamento do Programa Estadual de Fortalecimento e Revitalização da Cotonicultura, com atuação conjunta de órgãos estaduais, federais e entidades do setor.

O objetivo da iniciativa é estimular a retomada do cultivo, ampliar a base produtiva e criar condições para o fortalecimento da cadeia algodoeira no estado.

Parceria entre órgãos públicos e entidades do setor

O programa reúne esforços da Casa Civil, Secretaria do Desenvolvimento Econômico, Agência de Defesa Agropecuária do Ceará (Adagri), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Associação dos Produtores de Algodão do Ceará (Apace) e Ministério da Agricultura e Pecuária.

A atuação integrada visa garantir assistência técnica, transferência de tecnologia e gestão estruturada da cadeia, promovendo maior eficiência e sustentabilidade para os produtores.

Municípios contemplados e alcance regional

As ações do programa abrangem municípios das regiões dos Inhamuns, como Tauá, Parambu, Arneiroz, Aiuaba, Quiterianópolis, Novo Oriente, Pedra Branca, Catarina e Independência.

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Também participam localidades vinculadas à Associação dos Produtores de Algodão do Ceará, incluindo Iguatu, Quixeramobim, Jaguaruana, Ocara, Itatira, Quixadá, Acopiara, Morada Nova e Caucaia.

Distribuição de sementes e suporte técnico aos produtores

Entre as medidas previstas estão:

  • Distribuição de sementes certificadas;
  • Transferência de tecnologia agrícola;
  • Suporte técnico especializado aos produtores.

O programa busca promover a produção local, fortalecer a cadeia produtiva do algodão e integrar pesquisa, assistência técnica e gestão pública, contribuindo para o desenvolvimento econômico das regiões envolvidas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil reforça compromisso com pesca e aquicultura sustentáveis e segurança alimentar na FAO

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O Brasil reforçou o compromisso com a pesca sustentável, a aquicultura responsável e a segurança alimentar durante a 37ª Sessão do Comitê de Pesca da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma, na Itália. A participação ministerial marca o retorno do Brasil ao principal fórum internacional de discussão sobre pesca e aquicultura após 14 anos.


Em seu discurso inaugural, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou a recriação do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), em 2023, e a importância do setor para a segurança alimentar e nutricional. O ministro também ressaltou que o Brasil deixou o Mapa da Fome da FAO em 2025.

 

“Temos a convicção de que a pesca e a aquicultura são fundamentais para sistemas alimentares mais sustentáveis, resilientes e diversificados”, afirmou.


Ciência e sustentabilidade

 

Entre os avanços apresentados está a reconstrução da série histórica da pesca marinha brasileira, de 1950 a 2025, e o desenvolvimento de uma plataforma para ampliar o acesso e a transparência dos dados pesqueiros. O Brasil também restabeleceu o Grupo Técnico Interministerial para prevenção e combate à pesca ilegal, não declarada e não regulamentada (INDNR) e vem preparando suas equipes para a implementação do Acordo sobre Medidas do Estado do Porto. Com cerca de 1,7 milhão de pescadores e pescadoras, o país defende uma gestão pesqueira baseada em ciência e evidências, aliada à conservação dos ecossistemas aquáticos.

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Aquicultura e mudanças climáticas

 

Na aquicultura, o Brasil está construindo o Plano Nacional da Aquicultura, com diretrizes para os próximos dez anos e foco em investimentos, inovação, sustentabilidade e agregação de valor. O país também trabalha para ampliar a resiliência das comunidades pesqueiras e aquícolas diante das mudanças climáticas, por meio do Plano Clima, além de fortalecer a assistência técnica, a extensão e o acesso ao crédito. Outra prioridade é ampliar o consumo de pescado e sua presença nos programas de alimentação escolar, contribuindo para a segurança alimentar e fortalecendo a cadeia produtiva.

Valorização da pesca artesanal

O ministro destacou ainda a realização da Cúpula da Pesca de Pequena Escala, realizada em Roma, e reforçou a importância da participação dos pescadores na construção das políticas públicas. No Brasil, esse compromisso está refletido na construção do Plano Nacional da Pesca Artesanal, voltado ao fortalecimento do setor e ao reconhecimento de sua importância para a segurança alimentar, a geração de renda e as economias locais. No cenário internacional, o Brasil também destacou a presença dos alimentos aquáticos nas discussões do G20, dos BRICS e da COP30 e COP15 da CMS.

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Ao concluir, o ministro reafirmou que pesca sustentável, aquicultura responsável, segurança alimentar, geração de renda e conservação dos recursos aquáticos são agendas inseparáveis.“O Brasil reafirma seu compromisso com a cooperação internacional e com uma gestão pesqueira baseada na ciência, em dados de qualidade e na participação dos pescadores.”

ASCOM

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected] 

 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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