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CEASA/MS registra queda nos preços de manga, cebola e tomate; limão e mamão sobem

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O boletim semanal da CEASA/MS (Centrais de Abastecimento de Mato Grosso do Sul), válido para o período de 29 de setembro a 4 de outubro, mostrou redução significativa nos preços de frutas e hortaliças consumidas no dia a dia das famílias sul-mato-grossenses. Entre os destaques está a manga Tommy, que ficou cerca de 15% mais barata em razão do pico de colheita.

Tomate e cebola também recuam nos mercados

Dois itens essenciais na culinária brasileira apresentaram retração nos preços:

  • Tomate longa vida: queda de 5,5%;
  • Cebola nacional: redução de 14,2%.

As baixas refletem a dinâmica de oferta e demanda no setor, influenciada pela entrada de maiores volumes de alguns produtos e pelo período de entressafra de outros.

Limão, mamão e chuchu apresentam alta expressiva

Enquanto alguns alimentos ficaram mais acessíveis, outros registraram valorização:

  • Limão Taiti: aumento de 20%;
  • Mamão Havaí: alta de 15,3%;
  • Chuchu: avanço de 12,5% em comparação à semana anterior.

Essas elevações refletem oscilações sazonais de produção e maior procura em determinados segmentos do varejo.

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Impacto no consumidor e no setor hortifrutigranjeiro

O boletim da CEASA/MS é referência para atacadistas, varejistas e produtores rurais, auxiliando nas estratégias de compra, venda e logística. As variações semanais de preços afetam diretamente o custo da alimentação para os consumidores e servem de termômetro para identificar tendências no mercado de frutas, legumes e verduras no estado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Seca no Paraná deve reduzir produtividade e qualidade da batata, aponta Cepea

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A safra de batata no Paraná enfrenta desafios climáticos que podem impactar diretamente a produtividade e a qualidade dos tubérculos. Segundo análise do Cepea, a baixa incidência de chuvas desde o início do cultivo tende a comprometer o desenvolvimento das lavouras, especialmente nas áreas sem irrigação.

Plantio da safra das secas segue cronograma na maior parte das regiões

Nas principais regiões produtoras do estado — Curitiba, Irati e Ponta Grossa — o plantio da safra das secas ocorreu dentro do cronograma previsto. As atividades tiveram início em janeiro, com maior intensidade em fevereiro e finalização em meados de março.

A exceção foi São Mateus do Sul, onde o plantio sofreu atraso em fevereiro devido às altas temperaturas. Como consequência, houve um aumento de cerca de 15% da área cultivada em março. A colheita está prevista para começar em maio.

Falta de chuva e má distribuição hídrica preocupam produtores

Desde o início do ciclo, o volume de chuvas tem se mantido abaixo da média histórica, além de apresentar má distribuição ao longo das regiões produtoras.

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Como grande parte das áreas não conta com sistemas de irrigação, a deficiência hídrica tende a afetar o desenvolvimento das plantas e a formação dos tubérculos, elevando o risco de perdas na produtividade e na qualidade da batata.

Incidência de pragas aumenta com condições climáticas adversas

Outro fator de preocupação é o aumento na incidência de pragas. A escassez de chuvas, combinada com as condições climáticas, favoreceu a presença de insetos como mosca-branca, minadora e vaquinha desde o início do ciclo.

Esse cenário foi agravado pela migração dessas pragas de culturas vizinhas, como soja e feijão, para as lavouras de batata. Ainda assim, em comparação ao ano anterior, a incidência de mosca-branca foi observada em menor intensidade.

Doenças também são registradas nas lavouras

Além das pragas, produtores relataram casos de alternaria nas plantações. A ocorrência da doença pode estar associada a falhas no manejo da irrigação, mesmo em um cenário de baixa disponibilidade hídrica.

Expectativa é de impacto na safra paranaense

Diante das condições climáticas adversas e dos desafios fitossanitários, a expectativa é de que a safra de batata no Paraná apresente queda na produtividade e possível comprometimento da qualidade dos tubérculos.

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O cenário reforça a importância de estratégias de manejo mais eficientes para mitigar os impactos do clima e das pragas ao longo do ciclo produtivo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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