Mato Grosso

Central Estadual de Transplantes faz captações de fígado, rins e córneas em Nova Mutum e Várzea Grande

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A Central Estadual de Transplantes, unidade administrada pela Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT), realizou duas captações de múltiplos órgãos em Mato Grosso nesta quinta e sexta-feira (30 e 31.10). Os procedimentos foram realizados, respectivamente, em Nova Mutum e em Várzea Grande.

“A solidariedade de uma família enlutada deve ser exaltada, pois graças a estas boas ações será possível salvar várias pessoas que aguardavam por um transplante”, afirmou o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

Na quinta-feira, a 11ª cirurgia de captação de órgãos deste ano em Mato Grosso começou às 11h51 e acabou às 13h54, no Hospital Regional Hilda Strenger Ribeiro, em Nova Mutum. Foram captados dois rins e duas córneas, que vão contemplar quatro pacientes que aguardam por transplante.

A equipe captadora desta ação é do Hospital São Mateus e do Banco de Olhos de Cuiabá, e contou com suporte do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), do Sistema Nacional de Transplantes e da SES.

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Nesta sexta-feira, a 12ª captação de múltiplos órgãos deste ano foi realizada no Hospital Pronto-socorro Municipal de Várzea Grande (HPSMVG), das 10h21 às 12h35, com a captação de um fígado e duas córneas, que vão contemplar três pacientes.

A equipe de captação é de Brasília e do Banco de Olhos de Cuiabá, com suporte logístico da Força Aérea Brasileira (FAB), do SNT e da SES.

A secretária-adjunta do Complexo Regulador, Fabiana Bardi, destaca que todo o trabalho e investimento feito na capacitação de profissionais das unidades captadoras tem sido fundamental para a conscientização sobre o transplante de órgãos.

“A Central já captou 18 rins, oito fígados e um coração nas 12 captações de múltiplos órgãos de Mato Grosso neste ano. Sem falar que de janeiro a setembro foram captadas 242 córneas, o que permitiu que a Secretaria atendesse todos os pacientes que aguardavam por um transplante de córnea no Estado”, explicou Fabiana.

Segundo a coordenadora da Central Estadual de Transplantes, Anita Ricarda da Silva, a paciente que possibilitou a captação de fígado em Várzea Grande nesta sexta-feira é a primeira doadora de órgãos de Mato Grosso que estava em um programa de hemodiálise.

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“Essa doadora tinha problema no rim, mas o fígado estava em perfeitas condições, o que permitiu a captação para salvar a vida de alguém que precisa”, contou Anita.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Corpo de Bombeiros combate seis incêndios florestais neste sábado (10)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, neste sábado (10.10), seis incêndios florestais registrados nos municípios de União do Sul, Nossa Senhora do Livramento, Juruena, Santa Terezinha, Paranatinga e Rosário Oeste.

Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 62 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Desse total, 41 focos foram registrados na Amazônia e 21 focos no Cerrado.

Em Terras Indígenas, foram identificados seis focos de calor, sendo dois focos na Terra Indígena Parabubure, em Campinápolis; dois focos na Terra Indígena Parque do Xingu, em Querência; e dois focos na Terra Indígena Terena Gleba Iriri, em Peixoto de Azevedo.

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É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.

Fiscalização – Operação Infravermelho

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari D’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.

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Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

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