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Centro de Excelência da ADM completa 15 anos e impulsiona inovação sustentável na aquicultura brasileira

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15 anos de pesquisa e inovação no coração do agronegócio

A ADM, líder global em nutrição humana e animal, celebra os 15 anos do Centro de Excelência e Inovação em Aquicultura (CEA), um dos maiores polos de pesquisa dedicados à aquicultura na América Latina. Localizado em Aparecida do Taboado (MS), o centro atua como hub de desenvolvimento tecnológico e capacitação profissional, contribuindo para o avanço sustentável do setor aquícola brasileiro.

Ao longo dos últimos quatro anos, o CEA realizou mais de 30 testes de desempenho em soluções nutricionais para peixes e camarões, resultando em 40 novos produtos no mercado nacional, entre eles Immunity+, Nutripiscis Oxygen e Camanutri On Flavor.

“O setor aquícola vem crescendo de forma sólida no Brasil, e o nosso centro tem sido essencial para apoiar essa evolução, gerando conhecimento e identificando rapidamente as necessidades dos produtores”, explica Fábio Catunda, diretor de Criação, Design e Desenvolvimento da ADM para a América Latina.

Estrutura moderna e foco em sustentabilidade

O CEA conta com tanques escavados, tanques-rede, laboratório de ensaios e uma equipe altamente especializada. Além de realizar testes em parceria com empresas do setor, o centro mantém conexão com outros polos internacionais de pesquisa da ADM.

Inicialmente voltadas para a tilápia, as pesquisas agora abrangem novas espécies de peixes e camarões. Um dos principais diferenciais do centro é o foco em reduzir o uso de antibióticos, promovendo uma aquicultura mais sustentável e alinhada às demandas de segurança alimentar e ambiental.

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Soluções que fortalecem o sistema imunológico dos animais

Entre as inovações desenvolvidas no CEA, destaca-se a linha Immunity+, criada para reforçar o sistema imunológico e minimizar o uso de medicamentos.

O conceito começou em 2021 com a Nutripiscis Immunity+, voltada para tilápia do Nilo, e posteriormente foi ampliado para camarões, resultando na criação de rações iniciais com blends 100% de aditivos IMMUNITY e no lançamento da Density Immunity+.

“Com o conhecimento gerado localmente, conseguimos desenvolver soluções de alta performance reconhecidas internacionalmente, que agregam valor à cadeia produtiva e combinam produtividade, saúde animal e rentabilidade”, afirma Ricardo Garcia, gerente de Produtos de Aquicultura da ADM.

Inovação para os desafios da piscicultura tropical

De acordo com a Associação Brasileira de Piscicultura (Peixe BR), a produção de tilápia no Brasil cresceu 103% na última década, passando de 285 mil para 579 mil toneladas. Atenta a esse avanço e aos desafios ambientais do cultivo tropical, a ADM lançou, em maio de 2025, o Nutripiscis Oxygen, uma combinação exclusiva de aditivos desenvolvida para minimizar os efeitos de estresse, variações térmicas e baixos níveis de oxigênio.

O produto foi resultado de um projeto global de 18 meses de pesquisa, com testes realizados nos Centros de Excelência Aquícola do Brasil e do Vietnã.

“Essa solução reflete o compromisso da ADM em apoiar a evolução sustentável da aquicultura, ajudando o produtor a manter o desempenho e o bem-estar dos peixes mesmo sob condições ambientais adversas”, destaca Garcia.

Soluções nacionais para a carcinicultura

Em 2024, a ADM também lançou o Camanutri On Flavor, desenvolvido a partir de um projeto nacional voltado à produção de camarão. Após seis meses de testes e validações em campo, a solução foi formulada para atender camarões de três gramas até o peso de mercado, promovendo melhor sabor, menor tempo de cultivo e redução de sabores indesejados.

“Essa inovação nasceu dentro do Centro de Excelência e tem ajudado produtores a acessar novos mercados, entregando camarões de qualidade superior, mesmo em sistemas extensivos e semi-intensivos”, ressalta Fábio Catunda.

Segundo ele, o objetivo do CEA é “transformar as demandas dos produtores em soluções reais, com testes práticos e resultados adaptados à realidade da aquicultura brasileira”.

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Compromisso com a sustentabilidade e o futuro do setor

Com 15 anos de atuação, o Centro de Excelência e Inovação em Aquicultura da ADM consolida-se como um símbolo de pesquisa aplicada, sustentabilidade e inovação tecnológica. Suas descobertas têm contribuído diretamente para o fortalecimento da produção aquícola nacional, promovendo uma cadeia mais eficiente, competitiva e ambientalmente responsável.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Chuva forte pode atrasar plantio e colheitas no Centro-Sul

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A semana começa com chuva em importantes regiões agrícolas do Brasil e efeitos distintos sobre o calendário das lavouras. A partir deste domingo (04.10), as instabilidades atingem áreas do Centro-Oeste, Sudeste e Sul, além de partes do Norte e do Nordeste. Para quem inicia a safra de verão, a água ajuda a recuperar a umidade necessária à semeadura. Onde o solo já está saturado, porém, novos episódios de chuva podem paralisar máquinas, atrasar o plantio e dificultar a retirada dos grãos ainda no campo.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o início da semana terá condições para tempestades, com rajadas de vento e possibilidade de granizo em algumas áreas. A intensidade e a distribuição das precipitações variam entre as regiões, exigindo decisões conforme a situação de cada propriedade.

No Centro-Oeste, há previsão de chuva neste domingo em Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul, com intensificação das instabilidades na segunda-feira, 5. O sul de Mato Grosso do Sul está entre as áreas sob maior atenção para temporais.

A chegada da água ocorre em momento decisivo para a soja. No acompanhamento divulgado em 28 de setembro, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que as chuvas haviam permitido ampliar a semeadura em áreas de Mato Grosso que dependem das precipitações. Em Mato Grosso do Sul, a implantação também começava a avançar, enquanto Goiás registrava operações pontuais, principalmente sob irrigação.

O desafio para o produtor é aproveitar a umidade sem antecipar a entrada das máquinas em terrenos sem condições de tráfego. Chuvas concentradas podem interromper a semeadura e os tratamentos das lavouras. A persistência da água no solo, por sua vez, precisa ser observada antes de retomar as operações.

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No Sudeste, as instabilidades alcançam São Paulo, áreas de Minas Gerais e Rio de Janeiro no começo da semana. No Espírito Santo, a previsão aponta precipitações mais isoladas. A chuva pode beneficiar a implantação das culturas de verão, mas exige atenção onde ainda há colheitas.

Em São Paulo, a Conab já registrava dificuldades para a entrada de colhedoras em áreas de milho por causa do encharcamento. Também apontava danos à qualidade do trigo em maturação e colheita. Novas precipitações podem prolongar essas interrupções nas propriedades afetadas.

A situação do milho safrinha, contudo, deve ser dimensionada: 99,5% da área acompanhada pela companhia estava colhida no levantamento de 28 de setembro. Os trabalhos restantes se concentravam em São Paulo e no Paraná. Nos principais polos do Centro-Oeste, a retirada do cereal já havia terminado.

No Sul, os cuidados se dividem entre a implantação da nova safra e as lavouras de inverno. Santa Catarina e partes do Rio Grande do Sul também têm previsão de chuva e trovoadas. O excesso de umidade já havia reduzido o ritmo do plantio de milho e interrompido operações de semeadura do arroz em áreas gaúchas.

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O trigo permanece vulnerável. Além de dificultar a colheita, períodos úmidos favorecem doenças e podem comprometer a qualidade dos grãos. Em Santa Catarina, o monitoramento da Conab destacava a pressão de doenças nas lavouras; no Rio Grande do Sul, havia preocupação com os efeitos das chuvas sobre áreas em fase reprodutiva.

No Norte, as pancadas atingem áreas do Amazonas, Rondônia e Tocantins. No Nordeste, a chuva é mais localizada, com possibilidade de precipitações no oeste da Bahia e em partes do Maranhão e do Piauí, enquanto setores do interior permanecem com tempo firme.

Para a região agrícola formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, a regularidade das precipitações continua decisiva. O boletim de setembro da Conab mostrou que as primeiras chuvas haviam sido insuficientes para recompor a água no solo e permitir o plantio na maioria das áreas sem irrigação. Já o milho de terceira safra apresenta situações diferentes: no oeste baiano, áreas irrigadas tiveram bons resultados, enquanto a estiagem comprometeu lavouras no Nordeste da Bahia.

O planejamento da semana dependerá, portanto, da combinação entre previsão local, umidade do terreno e estágio da cultura. Onde falta água, a chuva pode abrir a oportunidade de plantar. Onde ela já sobra, preservar o solo e esperar condições adequadas para as máquinas será determinante para evitar novos prejuízos.

Fonte: Pensar Agro

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