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Centro Judiciário de Rondonópolis encerra ano com Círculo de Paz no Programa Servidores da Paz

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O Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) da Comarca de Rondonópolis encerrou o calendário de atividades de 2025 com mais uma ação voltada ao fortalecimento do seu público interno. Por meio do Programa Servidores da Paz, foi realizado um Círculo de Construção de Paz reunindo servidores e colaboradores, reafirmando o bem-estar institucional e a saúde emocional como prioridades da gestão.

A iniciativa fecha um ciclo de intenso trabalho em Rondonópolis, que começou desde fevereiro com um Círculo de Construção de Paz inédito realizado entre os magistrados da comarca. Somente neste ano, quase 500 pessoas foram atendidas pelos círculos restaurativos no município, abrangendo não apenas o público interno, mas também diversos segmentos da comunidade local, consolidando a metodologia como uma ferramenta eficaz de transformação social e resolução de conflitos.

O juiz coordenador da Justiça Restaurativa e do Cejusc de Rondonópolis, Wanderlei José dos Reis, enfatizou que o expressivo número de atendimentos reflete a consolidação da Justiça Restaurativa na região com quase 150 facilitadores habilitados. Para o magistrado, o encerramento do ano com o Programa Servidores da Paz simboliza o cuidado com quem sustém a prestação jurisdicional.

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Homem adulto, de terno escuro, é entrevistado por equipe de comunicação em auditório ou sala de eventos. Ele fala ao microfone da TV Justiça, enquanto câmera grava a cena. Ao fundo, há cadeiras, mesa e outras pessoas no local, em ambiente formal.“A marca de quase 500 pessoas alcançadas demonstra que a Justiça Restaurativa em Rondonópolis não é apenas um projeto isolado, mas uma política pública judiciária permanente e plenamente engajada. Ao também trazermos o círculo restaurativo para dentro do fórum, cuidamos de quem faz a Justiça acontecer. O engajamento do Cejusc local com essas práticas demonstra que acreditamos em um Judiciário mais humano, onde o respeito e a valorização do ser humano são os pilares para um serviço público eficiente”, destacou o juiz coordenador.

Idealizado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) e conduzido pelo Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (NugJur), o Programa Servidores da Paz busca disseminar a cultura do diálogo. A proposta é capacitar e sensibilizar magistrados, servidores e estagiários para a utilização de técnicas restaurativas, promovendo a escuta ativa e a empatia no ambiente de trabalho.

O foco é a saúde emocional e o fortalecimento de vínculos, partindo da premissa de que profissionais acolhidos têm melhores condições de oferecer um atendimento humanizado à sociedade.

Ao longo do ano, o Cejusc de Rondonópolis, entre outras muitas iniciativas, promoveu círculos que envolveram desde oficiais de justiça e equipes das varas, servidores e estagiários, até o setor de apoio administrativo e colaboradores terceirizados, em círculos presenciais e virtuais. A metodologia dos Círculos de Construção de Paz permite criar um espaço seguro para o compartilhamento de experiências e a prevenção de conflitos interpessoais.

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Com o fechamento deste ciclo, o Cejusc de Rondonópolis reafirma sua posição na aplicação da Justiça Restaurativa, iniciando o planejamento para 2026 com a meta de expandir ainda mais a cultura da paz e do acolhimento na comarca.

Autor: Assessoria

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Cesima: Projeto de educação ambiental encanta crianças em Santo Antônio de Leverger

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“Deus não fez o mundo para a sujeira, fez para nós cuidarmos.” A frase, dita com convicção pelo estudante Osmar Estevão, resume o impacto deixado pela passagem do projeto “Meio Ambiente e Sustentabilidade: Construindo um Futuro Melhor” pela Escola Municipal Agrovila, em Santo Antônio de Leverger.

Durante a atividade, realizada na quarta-feira (5), crianças participaram de dinâmicas educativas, apresentações e conversas sobre preservação ambiental, uso consciente dos recursos naturais e a importância de atitudes simples no dia a dia. E foi justamente entre os alunos que o aprendizado mostrou seus primeiros resultados.

Empolgado, Osmar compartilhou as lições que levou para casa. Falou sobre reciclagem, economia de água e cuidado com a natureza. “Se você deixar a água muito ligada, tomar banho demorando, gasta água. Imagina se a água acabar por nossa causa. Os animais não vão aguentar, eles vão morrer”, afirmou. O estudante também destacou a importância da reciclagem de embalagens e latinhas, lembrando que o descarte correto pode ajudar o meio ambiente e até gerar renda para as famílias.

A ação é promovida pelo Centro de Estudos Integrados em Meio Ambiente (Cesima) e reúne diversas instituições parceiras em torno do objetivo de aproximar as crianças dos temas socioambientais de maneira acessível e divertida.

Segundo a coordenadora do Cesima e idealizadora do projeto, a juíza Henriqueta Lima, esta foi a segunda escola atendida pela iniciativa. A proposta é trabalhar a conscientização ambiental a partir de uma linguagem adequada à faixa etária dos estudantes. “Viemos trazer, de acordo com a idade dessas crianças, um olhar lúdico sobre a problemática ambiental, os incêndios, a poluição do ar e das águas e a necessidade de proteger o meio ambiente”, explicou. De acordo com a magistrada, o envolvimento das instituições parceiras fortalece a mensagem, permitindo que os alunos levem o aprendizado para outros espaços de convivência, como a família e o círculo de amigos.

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Entre os parceiros da iniciativa está a Comissão de Direito Ambiental da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Mato Grosso (OAB/MT). Para o vice-presidente da comissão, Gustavo Tomazeti Carrara, o projeto representa uma oportunidade de difundir valores ambientais desde a infância. “É muito gratificante poder participar de um projeto dessa magnitude. A OAB se sente tranquila e grata por participar e poder plantar essa semente do bem, essa corrente do bem, em um estado tão importante como Mato Grosso, que possui três biomas. Nada é mais importante do que semear a educação.”

Outro parceiro é o Sistema Famato/Senar-MT, que apresentou às crianças a relação entre produção rural e conservação ambiental. A analista de promoção social do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar Mato Grosso – Sistema Famato), Milvia Lopes de Paula, destacou que a conscientização deve começar desde cedo.

“A gente acredita que, incentivando as crianças desde pequenas a cuidar da natureza e compreender o meio ambiente, também estamos estimulando futuros profissionais para o agro”, afirmou. Segundo ela, a proposta foi mostrar de forma lúdica como os produtores rurais atuam na preservação ambiental e na produção de alimentos.

Outra instituição participante foi a Associação dos Produtores de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigantes de Mato Grosso (Aprofir). A representante da entidade, Júlia Barros dos Santos, conduziu atividades voltadas ao uso consciente da água e à importância da irrigação na agricultura. “Queremos mostrar que irrigação não significa desperdício de água. Pelo contrário, é uma ferramenta importante para a produção de alimentos”, explicou. De forma didática, a apresentação abordou a produção do feijão, mostrou diferentes variedades do grão e utilizou vídeos para demonstrar o processo de germinação das plantas.

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Ao final da programação, ficou evidente que a educação ambiental se torna ainda mais eficaz quando dialoga diretamente com o universo infantil. Entre novas descobertas, o plantio de mudas de árvores, atividades lúdicas e as brincadeiras conduzidas pelo palhaço Lelé Picolé Curimpampam, personagem interpretado por Marcelo Luciano Pereira Campos, do Juizado Volante Ambiental (Juvam), as crianças participaram do jogo Rebojando e aprenderam, de forma divertida, sobre a importância da preservação dos recursos naturais.

A experiência reforçou que atitudes simples, como economizar água, destinar corretamente os resíduos para a reciclagem e cuidar das plantas, podem contribuir para a construção de um futuro mais sustentável. Para Osmar, a mensagem já está clara: cuidar da natureza é uma responsabilidade de todos. “Vocês têm que pegar a muda e plantar. Aí vai crescer uma árvore”, ensinou o pequeno estudante.

Também participaram da ação representantes da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), do Núcleo de Sustentabilidade do Tribunal de Justiça de Mato Grosso; do Programa Verde Novo do Tribunal de TJMT; da Prefeitura de Santo Antônio e da Associação de Criadores de Mato Grosso (Acrimat) .

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Acesse aqui as fotos do evento.

https://www.flickr.com/photos/tjmtoficial_/albums/72177720335027473/

Leia matéria sobre o assunto:

Projeto socioambiental leva educação e sustentabilidade para crianças em Santo Antônio

https://esmagis.tjmt.jus.br/noticias/6a7253f27ca837001dbb0735

Lígia Saito

Rodrigo Moura

Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

[email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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