Mato Grosso

CGE lança Índice de Compliance Público para aprimorar governança, controle e gestão de riscos

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A Controladoria Geral do Estado de Mato Grosso (CGE) desenvolveu o Índice de Compliance Público (ICP), um instrumento estratégico voltado à avaliação da maturidade dos mecanismos de governança, integridade e controle interno dos órgãos e entidades do Poder Executivo estadual.

A iniciativa representa um avanço na modernização da administração pública ao adotar uma abordagem baseada em gestão de riscos, resultados e prevenção, superando modelos focados exclusivamente na conformidade legal. O indicador oferece uma visão integrada do ambiente de controle dos órgãos estaduais, permitindo identificar fragilidades administrativas e compreender fatores que contribuem para a exposição a riscos institucionais.

“O ICP funciona como um barômetro da capacidade administrativa do Estado, ao integrar governança, gestão de riscos e práticas de integridade. Mais do que apontar fragilidades, ele apoia os órgãos no aprimoramento de seus processos, fortalece a tomada de decisão e contribui para a construção de um ambiente de maior confiança, transparência e entrega de resultados à sociedade”, destaca o secretário Controlador-geral, Paulo Farias.

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A metodologia do índice reúne três dimensões principais: o cumprimento das recomendações emitidas pela CGE, os resultados do sistema e-Prevenção — vinculado ao Programa Nacional de Prevenção à Corrupção — e o Índice de Maturidade de Governança e Gestão (IMGG), que avalia aspectos como planejamento, liderança e desempenho organizacional.

Segundo o secretário adjunto de Auditoria e Controle, Joelcio Caires, a integração dessas frentes possibilita a construção de um indicador único, capaz de classificar os órgãos estaduais em diferentes níveis de maturidade e risco. “Quanto maior o nível de maturidade institucional, menor tende a ser o risco administrativo, permitindo à CGE direcionar ações de auditoria e orientação para áreas mais vulneráveis e aumentar a eficiência do controle interno”, disse.

Os resultados do IPC vão apontar o nível de maturidade entre os órgãos e entidades do Executivo estadual. Nesse sentido, o ICP também foi concebido como ferramenta de melhoria contínua, prevendo a elaboração e o acompanhamento de planos de aprimoramento para unidades que apresentem maiores fragilidades.

Com a implantação do Índice de Compliance Público, a CGE consolida um novo estágio na evolução do controle interno em Mato Grosso, alinhando governança, integridade e eficiência administrativa em um único indicador estratégico, ampliando a transparência da gestão pública e fortalecendo a confiança da sociedade nas instituições estaduais.

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Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Corpo de Bombeiros combate três incêndios florestais nesta segunda-feira (12)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, nesta segunda-feira (12.10), três incêndios florestais registrados nos municípios de Rosário Oeste, Santo Antônio de Leverger e Barão de Melgaço.

Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 59 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Desse total, 39 focos foram registrados na Amazônia, 18 focos no Cerrado, e dois focos no Pantanal. Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde).

Em Terras Indígenas, foram identificados seis focos de calor, sendo quatro focos na Terra Indígena Parque do Xingu, em Querência, e dois focos na Terra Indígena Parabubure, em Campinápolis.

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É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.

Fiscalização – Operação Infravermelho

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari d’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.

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Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

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