Política Nacional

Cid Gomes e Luizianne são eleitos senadores pelo Ceará

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selo_eleicoes_claro.jpgO Ceará reelegeu neste domingo (4) o atual senador Cid Gomes (PSB) para um novo mandato de oito anos na Casa. Com 98,3% das urnas apuradas, ele obteve 21,1% dos votos, equivalentes a 2.968.601 votos. A segunda cadeira do estado será ocupada por Luizianne Lins (Rede), que obteve 2.761.277 votos, ou 29% dos votos válidos. Ambos ficarão no cargo de 2027 a 2035.  

Com 63 anos de idade, Cid Gomes foi eleito para o Senado pela primeira vez em 2018. Ele foi ministro da Educação em 2015, deputado estadual, governou o Ceará por duas vezes, entre 2007 e 2014, e também foi prefeito de Sobral (1997-2004), cidade onde nasceu. Cid é engenheiro civil pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e suas principais pautas são desenvolvimento regional, educação e infraestrutura. Como governador, ele implantou o ensino médio público em tempo integral e ajudou a expandir a rede de escolas profissionais. No Senado, o parlamentar relatou propostas como o Marco Legal do Hidrogênio de Baixa Emissão de Carbono e o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, transformado na Lei 15.246/2025. Seu primeiro suplente é Junior Mano (PSB).

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Luizianne de Oliveira Lins (Rede) nasceu em 18 de novembro de 1968, é formada em Comunicação Social pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e exercerá o mandato de senadora pela primeira vez. Ela já foi vereadora por Fortaleza, prefeita da cidade (2005-2013), deputada estadual e atualmente é deputada federal pelo Ceará. Entre os projetos apresentados por ela estão o PL 638/2019, que prevê a contabilização da economia do cuidado no sistema de contas nacionais; o PL 7.292/2017, que qualifica o LGBTcídio como homicídio qualificado e crime hediondo; o PL 9.582/2018, que reserva vagas para pessoas com deficiência em instituições federais de ensino; e o PL 1.067/2020, que prevê a continuidade do fornecimento de água, energia, gás e esgoto durante emergências sanitárias). Suas principais pautas são direitos das mulheres; cultura; comunicação; educação, combate às desigualdades e desenvolvimento do Nordeste. Luizianne tem como primeiro suplente Chagas Vieira (PDT).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Política Nacional

Bahia escolhe Rui Costa e Jaques Wagner para o Senado

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A Bahia elegeu Rui Costa (PT) para seu primeiro mandato no Senado e reelegeu Jaques Wagner (PT). Os dois ocuparão as vagas do estado em disputa nas eleições de 2026. Com 98,4% das urnas apuradas, Rui Costa chegou a 4.252.226  milhões de votos, equivalentes a 30% dos votos válidos. Jaques Wagner alcançou 3.907.885 milhões de votos, ou 27,6% dos votos válidos.

Rui Costa dos Santos nasceu em Salvador, em 1963. Economista formado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), também fez curso técnico em Instrumentação Industrial pela Escola Técnica Federal da Bahia. Trabalhou como economista e técnico do Polo Petroquímico de Camaçari e foi dirigente sindical antes de ocupar cargos públicos.

Foi vereador de Salvador, secretário de Relações Institucionais e secretário da Casa Civil da Bahia. Eleito deputado federal em 2010, deixou o mandato durante parte do período para integrar o governo estadual. Em 2014, foi eleito governador da Bahia e, em 2018, reeleito no primeiro turno. Em 2023, assumiu como ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República, cargo que ocupou até abril de 2026. Seus suplentes são Ronaldo Carletto (Avante) e Jailma Dantas Gama Alves (PT).

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Reeleito para o Senado, Jaques Wagner nasceu no Rio de Janeiro (RJ), em 1951. Foi técnico de manutenção na indústria petroquímica e dirigente sindical. Na política, exerceu três mandatos de deputado federal pela Bahia, entre 1991 e 2003, e comandou os ministérios do Trabalho e Emprego e das Relações Institucionais.

Wagner foi governador da Bahia entre 2007 e 2014. Em 2015, foi ministro da Defesa e, depois, ministro-chefe da Casa Civil. Eleito senador pela Bahia em 2018, foi líder do governo no Senado entre 2023 e junho de 2026. Seus suplentes são Marcelo Guimarães Filho (Podemos) e Edylene Ferreira (Republicanos).

Entre os projetos apresentados por Wagner no Senado estão o que aprimorou a destinação de recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), convertido em lei em 2025, e o que autorizou o uso de recursos do Fundo Garantidor de Operações em operações do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), transformado em lei em 2026. Wagner também apresentou projeto que institui o Plano Nacional de Bioeconomia e Restauração do Bioma Caatinga.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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