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Cidadãos podem se inscrever para participação virtual de audiências públicas na ALMT

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As audiências públicas são um importante instrumento que possibilita à sociedade expressar suas opiniões e contribuir ativamente para decisões sobre assuntos de grande relevância. Na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), esses debates ocorrem de forma híbrida (presencial e online) e as pessoas que desejam apresentar suas ideias podem se inscrever pelo e-mail [email protected].

O presidente da ALMT, deputado Max Russi (PSB), lembra que o Legislativo estadual promove diversas audiências públicas todos os meses para discutir os mais diferentes temas e afirma que a participação popular é essencial no processo de formulação de políticas públicas.

“Desde a pandemia da Covid-19, a Assembleia Legislativa passou a realizar as audiências públicas de forma híbrida. Assim, as pessoas que não têm condições de se deslocarem até aqui podem participar de onde estiverem, de forma on-line, apresentando suas ideias e considerações sobre os temas em discussão. É muito importante que todos participem dos debates. Nosso dever, como deputados, é escutar a sociedade para que nossas decisões reflitam seus interesses”, afirma.

Para ter o direito de se manifestar de forma online durante os debates, é necessário que as pessoas interessadas efetuem suas inscrições antecipadamente, enviando e-mail para [email protected], informando nome completo, telefone para contato (WhatsApp) e a instituição, bairro ou município que representa. As inscrições são recebidas pela Superintendência de Cerimonial e repassadas à Superintendência de Tecnologia da Informação (STI), que viabiliza as participações no dia do evento.

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Olga Lustosa, superintendente do Cerimonial, explica que a participação on-line ocorre por meio da plataforma Zoom. “Com base nessas informações, a STI gera um link e o envia por WhatsApp para essas pessoas, assim elas podem entrar e participar da audiência pública”, acrescenta.

Segundo ela, a participação população nas discussões tem sido expressiva. “Nós estamos muito contentes em ver que as pessoas estão participando cada vez mais. Esta semana foram discutidas medidas para desembargos ambientais a assentamentos agrários de Mato Grosso e mais de 300 pessoas de todo o estado participaram. A função da audiência pública é justamente essa: dar voz a todos, ao cidadão que é beneficiado ou que deixa de ser beneficiado pelo assunto que está sendo debatido”, frisa.

A cerimonialista Neize Felfili orienta que as inscrições sejam feitas com antecedência. “O ideal é que as pessoas interessadas enviem seus dados até um dia antes da audiência pública, para que sua participação seja garantida”, diz.

Próximos debates – Na próxima terça-feira (18), às 8h, a ALMT irá discutir o Projeto de Lei 1.833/2023, de autoria do deputado Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei 8.588/2006, propondo uma flexibilização na regulamentação da aplicação terrestre de agrotóxicos.

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O projeto sugere a redução para 25 metros de distância de povoações, cidades, vilas, bairros, e mananciais de captação de água, moradia isolada agrupamento de animais e nascentes, ainda que intermitentes, para aplicação terrestre de agrotóxicos em grandes propriedades rurais, bem como a exclusão da exigência de distanciamento mínimo em estabelecimentos pequenos e médios. Na justificativa apresentada junto ao projeto, o parlamentar argumenta que avanços tecnológicos tornaram os produtos menos tóxicos e destaca a existência de estudos científicos que comprovariam a segurança da aplicação a distâncias menores.

Somente no mês de março, 11 audiências públicas deverão ser realizadas na ALMT e outras cinco já estão previstas para o mês de abril. Todos os debates são transmitidos ao vivo pela TVAL (canais 30.1 e 9.2), no site da ALMT (www.al.mt.gov.br) e pelo canal do Youtube.

Fonte: ALMT – MT

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Vencedores destacam a força do rádio e estimulam novas inscrições

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Os trabalhos da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) chegam diariamente aos ouvidos de muitos mato-grossenses pelas ondas do rádio. As notícias alcançam cidadãos apegados ao aparelho antigo e também aqueles mais conectados, que acompanham suas emissoras preferidas pela internet. Todos podem conferir boas reportagens em áudio sobre o que se passa no Legislativo estadual, como demonstraram os vencedores da categoria Radiojornalismo na primeira edição do Prêmio ALMT de Jornalismo – Troféu Parlamento.

Os profissionais responsáveis pelas três matérias premiadas garantem que vale a pena apresentar bons trabalhos para concorrer ao prêmio, cuja segunda edição foi lançada recentemente. A nova edição traz o tema: “Onde a lei nasce, a cidadania cresce”, mantém as categorias da edição anterior e amplia a premiação em dinheiro para R$ 300 mil. As inscrições estarão abertas entre 30 de junho e 9 de novembro de 2026.

Primeira colocada na categoria Radiojornalismo na edição pioneira, a jornalista Verônica Rakel, da Rádio Vila Real, venceu com a reportagem “Audiência Pública: A Assembleia Legislativa de Mato Grosso trabalhando em parceria com o cidadão”. O material nasceu da observação das audiências públicas promovidas pelo Parlamento estadual e buscou mostrar como a participação popular contribui para a construção de políticas públicas e decisões que impactam diretamente a sociedade.

Para ela, receber o reconhecimento representou um marco em sua trajetória profissional. “Ter o meu trabalho escolhido entre tantos outros no estado me trouxe a certeza de que estou no caminho certo e fazendo o que mais amo, que é comunicar através das ondas do rádio. E, por ser a primeira edição, teve um sentimento ainda maior de emoção e alegria”, afirmou.

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Foto: MARCOS LOPES/ALMT

O segundo lugar ficou com o jornalista Vinícius Antônio, da TRT FM, autor da reportagem “Valorização cultural – Judiciário e Legislativo reforçam a luta dos quilombolas em MT”. O trabalho destacou ações desenvolvidas em apoio à comunidade quilombola Mata Cavalo e a atuação conjunta de instituições públicas na promoção da cidadania.

“Sou do rádio desde muito cedo e ter sido agraciado com um prêmio em que outros grandes comunicadores também produziram materiais com muito profissionalismo reforça o entendimento de que o rádio permanece vivo e presente, mais que qualquer outro veículo, no dia a dia do cidadão”, destacou.

Segundo ele, a pauta surgiu da intenção de dar visibilidade à cultura quilombola e mostrar como as ações do poder público chegam às comunidades.

O terceiro lugar, por sua vez, foi conquistado pelos jornalistas Simone Guedes e Eduardo Cardoso, da Rádio Bom Jesus FM, com a reportagem “ALMT revisa limites urbanos para destravar serviços e dar segurança jurídica”. A produção acompanhou os debates promovidos pela Casa sobre a atualização das divisas municipais em Mato Grosso e os impactos da medida para moradores de regiões de fronteira.

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“Gostei do olhar da Assembleia para essa pauta e da preocupação com quem está na base, especialmente as comunidades rurais que convivem diariamente com essas dificuldades”, relatou Simone.

A reportagem buscou mostrar como a revisão dos limites territoriais pode contribuir para ampliar o acesso a serviços públicos e garantir maior segurança jurídica para milhares de cidadãos.

Os três profissionais de comunicação são unânimes ao afirmar que a experiência foi positiva e que vale a pena participar da nova edição do prêmio, o que todos pretendem fazer. “Já estou selecionando algumas produções e pensando em qual delas pode representar meu trabalho nesta nova edição”, revelou Vinícius.

Verônica também confirmou que pretende concorrer novamente. “Hoje tenho a grata satisfação de estar aqui incentivando que mais profissionais se inscrevam”, declarou. Simone garantiu que quer brigar pelo prêmio novamente. “Com toda certeza vou participar da segunda edição. Agora vou buscar o primeiro lugar”, brincou.

Criado para reconhecer produções jornalísticas que aproximam a sociedade do Poder Legislativo, o Prêmio ALMT de Jornalismo recebeu, em sua primeira edição, 293 trabalhos produzidos por profissionais de 19 municípios mato-grossenses, consolidando-se como uma das maiores iniciativas de valorização da comunicação regional.

Fonte: ALMT – MT

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