Mato Grosso

Polícia Civil prende homem por agressão, estupro e cárcere de ex-namorada em Cuiabá

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Um homem suspeito de crimes de estupro, cárcere privado, lesão corporal e ameaça no contexto da violência doméstica, praticados contra a ex-namorada foi preso em flagrante pela Polícia Civil, nessa quarta-feira (3.6), em ação realizada pelos policiais da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM) de Cuiabá.

A prisão do suspeito, de 29 anos, ocorreu após a vítima, de 37 anos, procurar a delegacia para denunciar os fatos. Segundo as informações, ela manteve relacionamento afetivo com o investigado por aproximadamente oito meses, porém terminaram no início de maio deste ano.

Na noite do dia 1º de junho, por volta das 23h, ela recebeu ligação do ex-companheiro, relatando que estaria emocionalmente abalado e precisava conversar com ela. Sensibilizada com a situação, a vítima decidiu se encontrar com ele e foi até a residência onde ele se encontrava.

Após algum tempo de conversa, o suspeito iniciou uma discussão motivada por ciúmes, passando a apresentar comportamento agressivo. Durante a discussão, a vítima foi submetida a agressões físicas, tendo relatado episódios de violência com emprego de força física e intimidação.

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Entre os atos de violência, a vítima foi constrangida a gravar vídeos contendo falas ofensivas contra si mesma e ao longo da madrugada, ela ainda foi submetida a atos sexuais sem consentimento, mediante violência e grave ameaça. A todo tempo a vítima foi mantida sob intenso estado de intimidação e sem condições de sair da residência em razão do contexto de violência.

Na manhã do dia seguinte, continuou sendo impedida de deixar o imóvel, relatando monitoramento constante e retenção de meios que permitiriam sua saída, sendo novamente submetida a relação sexual sem seu consentimento. Ela somente conseguiu deixar o local após convencer o investigado de que retornaria posteriormente. Ao deixar a residência, imediatamente procurou a delegacia.

Diante da gravidade dos fatos, os policiais da Delegacia da Mulher de Cuiabá imediatamente iniciaram as diligências e levantamentos em possíveis locais frequentados pelo suspeito, incluindo endereço profissional e outros endereços indicados pela vítima.

Após intenso trabalho de buscas, o suspeito foi localizado no interior da residência, sendo conduzido à Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Cuiabá, onde após ser interrogado, foi autuado em flagrante pelos crimes praticados e posteriormente colocado à disposição da Justiça.

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Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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