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Cinco aeroportos da Região Norte registram mais de 3 de milhões de passageiros em 2025

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De janeiro a setembro deste ano, o transporte aéreo na Região Norte apresentou um desempenho histórico: cinco dos dez principais aeroportos da região registraram o maior movimento de passageiros dos últimos 10 anos (2016-2025). Os recordistas são Manaus (AM), Palmas (TO), Marabá (PA), Rio Branco (AC) e Parauapebas (PA), que, juntos, somaram 3.615.959 passageiros nos voos de ida e volta, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Desempenho histórico da avião no Norte do país entre janeiro e setembro de 2025.
Desempenho histórico da avião no Norte do país entre janeiro e setembro de 2025.

O destaque principal é o Aeroporto de Manaus que, pela primeira vez na última década, ultrapassou a marca de 2,35 milhões de passageiros, superando o pico pré-pandemia de 2019 (2,16 milhões). O Aeroporto de Palmas também se destacou ao atingir 553 mil passageiros, quebrando o recorde que havia estabelecido em 2024 com 539.684. Da mesma forma, o Aeroporto de Rio Branco registrou 269 mil passageiros, superando sua marca anterior de 2018 (266 mil).

Paralelamente aos recordes da década, o Aeroporto de Porto Velho (RO) foi o destaque em crescimento anual, apresentando um salto impressionante de 43,5% em sua movimentação em comparação com 2024.

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“O Governo Federal está comprometido com a modernização dos aeroportos em todo o país, e a Região Norte é parte desse esforço. O bom desempenho da movimentação regional demonstra o potencial da área e reforça a importância de continuarmos investindo em sua infraestrutura aeroportuária”, enfatizou o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho.

Aeroportos do Pará
O destaque paraense veio dos aeroportos de Marabá (SBMA) e Parauapebas (SBCJ), que bateram seus recordes de movimentação dos últimos 10 anos, com 284 mil e 158 mil passageiros, respectivamente. Parauapebas registrou um forte crescimento de 11,1% sobre 2024 e o maior avanço acumulado da década entre os aeroportos paraenses (+35,4% em relação a 2016).

O Aeroporto de Belém manteve sua posição como o mais movimentado de toda a Região Norte, registrando 2,83 milhões de passageiros. Esse número representa uma leve acomodação após o recorde de 2024 para este período quando atingiu a marca de 2,97 milhões de passageiros, mas ainda é o segundo melhor resultado do terminal na última década no acumulado de janeiro a setembro.

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Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Eólica offshore: publicada metodologia de seleção de áreas ofertadas no país

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Está disponível no site do Ministério de Minas e Energia (MME) o procedimento padronizado para selecionar possíveis áreas para desenvolvimento de projetos de geração de energia eólica no mar (eólica offshore). A proposta está alinhada à Lei nº 15.097/2025, à Resolução CNPE nº 1/2026, e aos demais instrumentos normativos que orientam o planejamento do uso do espaço marinho do país.

A metodologia, elaborada pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), sob a coordenação do Ministério de Minas e Energia (MME), orienta a execução de um processo estruturado composto por três etapas. A primeira tem objetivo de identificar as regiões Potenciais (Etapa I), em que são aplicadas exclusões legais e tecnológicas para mapear regiões iniciais com menor conflito e maior viabilidade.

Em seguida, ocorre a Definição de Áreas de Interesse (Etapa II), que refina essas regiões considerando sensibilidades socioambientais e compatibilidade com outros usos e atividades do espaço marítimo. Por fim, a Priorização de Áreas (Etapa III) na qual é aplicada uma análise multicritério, incluindo critérios técnicos, econômicos, logísticos e socioambientais, para classificar e hierarquizar as áreas.

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A metodologia não define previamente quais regiões serão ofertadas, pois essa decisão permanece sob responsabilidade do poder concedente, que deverá considerar as políticas públicas vigentes, os objetivos de cada rodada de oferta e o contexto de desenvolvimento do setor.

A proposta incorpora na análise critérios legais, energéticos, econômicos, ambientais e sociais, com o objetivo de subsidiar a identificação de áreas adequadas à implantação de empreendimentos eólicos offshore, conciliando essa atividade com os demais usos do ambiente marinho. A construção do documento foi baseada na análise da regulamentação nacional, da experiência brasileira em planejamento espacial e das práticas adotadas por países com diferentes níveis de desenvolvimento desse segmento.

Mais sobre a Metodologia:

Resultado de um processo participativo, o documento incorpora contribuições de instituições governamentais integrantes do Grupo de Trabalho de Eólicas Offshore, instituído pela Resolução CNPE nº 18/2025 e da sociedade, apresentadas no âmbito da Consulta Pública nº 191/2025.

Entre as diretrizes previstas estão a flexibilidade para atualização dos critérios, acompanhando a evolução do mercado e a ampliação da base de informações disponíveis, além da previsão de mecanismos de participação institucional e social ao longo do processo de seleção.

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O documento também indica que a definição futura dos setores a serem ofertados deve considerar a coordenação com os processos de planejamento da infraestrutura necessária ao desenvolvimento dos projetos, incluindo instalações portuárias, sistemas de transmissão e demais estruturas de apoio, de forma articulada entre o governo e o setor produtivo.

Acesse aqui o documento na íntegra.

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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