Agro News

CJ Selecta alcança rastreabilidade total da soja e reforça liderança em cadeia livre de desmatamento

Publicado

Rastreabilidade da soja ganha força no agronegócio sustentável

Em um cenário em que a sustentabilidade se consolida como fator decisivo para a competitividade do agronegócio, a CJ Selecta avançou na gestão de sua cadeia produtiva ao auditar 100% do volume de soja adquirido. A iniciativa garantiu rastreabilidade completa, incluindo fornecedores diretos e indiretos, e reforçou a atuação da empresa na construção de uma cadeia livre de desmatamento e conversão (DCF).

A companhia atua na produção de concentrado proteico de soja (SPC), óleo, lecitina, etanol de soja e fertilizantes organominerais, ampliando sua presença em diferentes segmentos do setor.

Programa Green Refinery impulsiona controle e transparência

Os resultados foram consolidados em fevereiro por meio do programa Green Refinery, que fortalece os compromissos da empresa com sustentabilidade, transparência e controle socioambiental.

A iniciativa tem como objetivo assegurar uma originação responsável, alinhada aos critérios de Desmatamento e Conversão Zero (DCF), ampliando o monitoramento ao longo de toda a cadeia produtiva.

Auditorias independentes garantem conformidade ambiental

Segundo a Head de ESG e Comunicação da empresa, Patrícia Sugui, o processo combina auditorias independentes com verificações internas, incluindo visitas presenciais.

Leia mais:  Acordo com iniciativa privada deve aprimorar negociação de fertilizantes

A estratégia tem como foco assegurar o cumprimento rigoroso das políticas de não desmatamento e não conversão. Em 2025, seis fornecedores indiretos — entre revendedores, cooperativas e armazéns — passaram a integrar o programa, ampliando o alcance das ações de monitoramento e engajamento.

Copamil se destaca como referência em boas práticas

Entre os destaques está a cooperativa Copamil, auditada presencialmente e reconhecida pelo elevado nível de organização e gestão de informações.

A cooperativa demonstrou plena conformidade com os critérios estabelecidos, tornando-se referência em aderência às políticas socioambientais exigidas pela companhia.

Parceria com Unilever fortalece credibilidade das auditorias

O programa Green Refinery é desenvolvido em parceria com a Unilever, o que eleva o nível de exigência e amplia a credibilidade das auditorias realizadas.

A cooperação entre as empresas é considerada estratégica para impulsionar uma cadeia de valor mais transparente, responsável e alinhada às melhores práticas globais.

Estratégia ESG amplia governança e confiança na cadeia

A iniciativa reforça o posicionamento da CJ Selecta na agenda ESG e contribui para o aprimoramento da governança na cadeia de fornecimento.

Leia mais:  Soluções para o solo impulsionam produtividade e reduzem riscos na safrinha 2026

Com maior controle e visibilidade sobre os dados, a empresa amplia a confiabilidade das informações e fortalece seu compromisso com práticas sustentáveis.

Compromisso com produção sustentável e mercado global

Ao alcançar a verificação integral da soja adquirida, a CJ Selecta reafirma sua estratégia voltada à produção sustentável e à consolidação de um modelo de negócios alinhado às exigências ambientais e sociais do mercado global.

O avanço consolida o papel da companhia como referência em rastreabilidade e responsabilidade socioambiental no setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Comentários Facebook
publicidade

Agro News

Centro de inovação mira avanço da produção brasileira de azeite de oliva

Publicado

O Rio Grande do Sul, responsável por mais de 80% da produção brasileira de azeite de oliva, começou a estruturar um novo movimento para fortalecer tecnicamente a olivicultura nacional. A criação de um Centro de Referência em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Olivicultura pretende ampliar estudos sobre adaptação climática, produtividade e qualidade dos azeites produzidos no estado, em uma tentativa de reduzir a instabilidade causada pelas variações do clima e consolidar a cadeia produtiva no país.

A iniciativa reúne universidades, governo estadual e produtores rurais em uma parceria articulada pelo Instituto Brasileiro de Olivicultura. O protocolo foi assinado durante a Abertura Oficial da Colheita da Oliva, realizada em Triunfo, e envolve a participação da Universidade Federal de Santa Maria, Universidade Federal de Pelotas, Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, além de secretarias estaduais ligadas à inovação e agricultura.

O projeto surge em um momento de expansão da olivicultura brasileira, mas também de crescente preocupação com os efeitos climáticos sobre a produção. O Rio Grande do Sul concentra praticamente toda a produção comercial de azeite extravirgem do país, porém enfrenta oscilações frequentes de safra provocadas por estiagens, excesso de chuva, geadas e variações térmicas durante períodos críticos do desenvolvimento das oliveiras.

Leia mais:  São Martinho registra queda de lucro no 2º trimestre da safra 2025/26 e reduz investimentos

Nos últimos anos, o estado ganhou reconhecimento internacional pela qualidade dos azeites produzidos localmente. Marcas gaúchas acumulam premiações em concursos internacionais, especialmente pela qualidade sensorial dos azeites extravirgens produzidos em regiões da Campanha, Serra do Sudeste e fronteira oeste gaúcha. Apesar disso, o setor ainda busca estabilidade produtiva para consolidar escala comercial.

A proposta do novo centro é justamente aproximar ciência e produção rural. A estrutura deverá atuar em pesquisas voltadas à adaptação de cultivares ao clima gaúcho, manejo de olivais, controle fitossanitário, qualidade industrial, certificação de origem e desenvolvimento de tecnologias capazes de aumentar produtividade e reduzir perdas.

Segundo lideranças do setor, um dos principais gargalos da olivicultura brasileira ainda está dentro da porteira. A produção nacional de azeite continua pequena frente ao consumo interno, que depende majoritariamente de importações vindas de países como Portugal, Espanha e Argentina. O Brasil consome mais de 100 milhões de litros de azeite por ano, enquanto a produção nacional representa apenas uma fração desse volume.

Leia mais:  Carne de frango inicia agosto com preços em alta e exportações em recuperação

Fonte: Pensar Agro

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana