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Cocari orienta produtores sobre manejo do solo no pós-colheita do café no Paraná

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Safra 2024/25 em fase final

Entre setembro e outubro, as lavouras de café no Paraná entram na fase de pós-colheita da safra 2024/25. Segundo o Boletim Conjuntural do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento (Seab), mais de 95% da área cultivada já foi colhida, com a produção estimada em 44,5 mil toneladas, cerca de 10% superior ao volume registrado no ano passado.

Planejamento e manejo do solo

Para a Cocari, este período é fundamental para preparar o solo e a lavoura para a próxima safra. Segundo Patrick de Souza, consultor técnico do Departamento de Café da cooperativa, os manejos incluem planejamento de insumos, como fertilizantes e corretivos, além de aplicações de fungicidas, garantindo a saúde das plantas.

Análise de solo como prioridade

O primeiro passo no pós-colheita é a análise de solo, essencial para definir a correção dos nutrientes necessários à cultura. Patrick destaca que essa prática ajuda a aumentar o fornecimento de cálcio e magnésio, elevar o pH e reduzir a acidez, preparando o terreno para o desenvolvimento saudável das plantas.

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Intervenções após geadas

Em áreas afetadas por geadas, os produtores devem realizar poda dos ramos plagiotrópicos e ortotrópicos, além de esqueletamento e desbrota, técnicas que renovam a planta e promovem o surgimento de ramos mais vigorosos. “Essas ações são essenciais para garantir maior produtividade na próxima safra”, ressalta Patrick.

Aplicação de fungicidas

Após as podas, são realizadas aplicações de fungicidas para prevenir doenças e acelerar a cicatrização das plantas. Esse cuidado é considerado vital para que os cafezais se mantenham saudáveis e produtivos.

Garantia de qualidade e produtividade

O trabalho realizado no pós-colheita vai além da colheita em si. Ele envolve planejamento detalhado e práticas sustentáveis que asseguram a qualidade e produtividade das futuras safras. “Estamos focados em garantir que cada etapa contribua para uma lavoura saudável e produtiva”, conclui o consultor.

Esse cuidado constante é o que sustenta a excelência da produção de café do Paraná, preparando os cafezais para desafios futuros e garantindo um produto de alta qualidade no mercado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Pesca e aquicultura geram empregos em todo o país

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Em média, o brasileiro consome 12 quilos de pescado por ano. O número é ainda maior em alguns estados como Ceará, Pernambuco e Amazonas, onde o consumo pode passar de 40 quilos por pessoa ao ano. Esse consumo só é possível porque contamos com uma longa cadeia produtiva, que envolve pescadores industriais e artesanais, armadores de pesca, aquicultores e uma indústria robusta, responsável pelo beneficiamento.

Atualmente, são mais de 1 milhão de pescadores profissionais registrados, sendo que mais de 507 mil mulheres. Na aquicultura, apenas em Águas da União, são 1.422 contratos vigentes, que geral 4.126 empregos diretos e outros mais de 16 mil indiretos.

Esses trabalhadores são responsáveis por mais de 1.780 milhão de toneladas de pescado ao ano (águas continentais e marinhas). Na aquicultura, são mais de 3,1 milhões de toneladas ao ano. Entre os produtos mais procurados estão o camarão, a tilápia, o tambaqui e outras espécies de peixes.

Mas o setor ainda pode ser fortalecido e gerar ainda mais empregos por meio do aumento do consumo. Em entrevista recente ao programa “Bom Dia, Ministro”, do Canal Gov, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, ressaltou a importância de incentivar o consumo pescado pelos brasileiros. “Estamos trabalhando para que a população deixe de comer peixe apenas no Natal e na Semana Santa, datas em que o consumo é principalmente de espécies estrangeiras, como o bacalhau”.

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Ele também destacou a necessidade de políticas públicas para melhorar a rastreabilidade e a confiabilidade dos produtos de origem da pesca e aquicultura. “A gente precisa garantir que o pescado chegue com qualidade na mesa do nosso consumidor”.

Para o secretário Nacional da Pesca Artesanal, Cristiano Ramalho, a atuação do Ministério da Pesca e Aquicultura tem contribuído para o reconhecimento e a valorização dos trabalhadores do setor pesqueiro. “As nossas ações se conectam para ampliar a potencialidade do mundo do trabalho da pesca artesanal, que é associado ao modo de vida, à segurança alimentar e aos aspectos éticos e raciais nos territórios pesqueiros”, declarou.

A diretora do Departamento de Aquicultura em Águas da União, Juliana Lopes, exaltou o trabalho e a dedicação de todos que trabalham na pesca e aquicultura. “Neste Dia do Trabalhador, vamos celebrar quem faz das águas o seu sustento e a sua missão. Homens e mulheres que movimentam a economia, que alimentam o Brasil e que mantêm viva a tradição da pesca e da aquicultura. Por trás de cada produção, existe dedicação, resistência, resiliência e muito amor pelo que se faz”.

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Acesse nosso Boletim e Painel da Estatística Pesqueira e Aquícola e saiba mais sobre o perfil dos trabalhadores e trabalhadoras das águas do Brasil.

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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