Mato Grosso

Com apoio da SES, Sala de amamentação do TRT-MT é certificada pelo Ministério da Saúde

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) entregou, nesta terça-feira (26.8), a placa de certificação do Ministério da Saúde à equipe do Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região (TRT-MT), pela implantação da Sala de Apoio à Amamentação em sua sede no Centro Político Administrativo, em Cuiabá.

Segundo a coordenadora de Promoção e Humanização da Saúde da SES, Rosiene Pires, o documento do Governo Federal reconhece que o TRT-MT promove, protege e apoia a amamentação de suas trabalhadoras ao disponibilizar um ambiente adaptado às necessidades de mulheres e pessoas que amamentam.

“É um orgulho ter mais uma Sala de Apoio à Amamentação certificada em nível nacional pela estratégia Mulher Trabalhadora que Amamenta, pois demonstra o comprometimento com o bem-estar materno e infantil. Essas mães contam e precisam contar com este apoio em seus locais de trabalho”, explicou Rosiene.

O espaço, localizado no 1º subsolo do prédio das varas de Cuiabá, é usado para amamentar, mas também atende servidoras lactantes que retiram e armazenam leite materno durante o período de trabalho.

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O técnico responsável pela área da Promoção, Proteção e Apoio à Amamentação e Alimentação Complementar Saudável da SES, Rodrigo Carvalho, afirmou que a certificação é a constatação de que a sala está de acordo com os critérios do Ministério da Saúde.

“A sala funciona desde 2018, mas agora conseguiu a certificação justamente por preencher todos os requisitos estabelecidos pelo Ministério da Saúde. O local tem pia, geladeira com congelador, poltrona, armário e ambiente climatizado para atender confortavelmente às funcionárias”, concluiu Carvalho.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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