Nacional

Com apoio do MJSP, Operação Arsenal Invisível é deflagrada

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Curitiba, 3/6/2026 – Com apoio do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), a Polícia Civil do Estado do Amapá (PCAP) deflagrou, na segunda-feira (1º), a Operação Arsenal Invisível para cumprir mandado de prisão preventiva e mandado de busca e apreensão em Curitiba (PR).

A ação teve como alvo o suposto operador logístico de um esquema de comércio ilegal de munições investigado em Macapá (AP). Segundo as apurações, o investigado, mesmo residindo no Paraná, continuava anunciando munições em redes sociais e coordenando a aquisição e o repasse dos produtos a outros envolvidos.

A operação é desdobramento de uma prisão em flagrante realizada em março deste ano, em Macapá, que envolveu um militar aposentado, uma vendedora de loja de artigos militares e outro homem suspeito de repassar munições ao crime organizado.

As medidas judiciais contaram com apoio logístico e operacional da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), por meio da Rede Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Armas, Munições, Acessórios e Explosivos (Renarme). A rede é um dos braços do Programa Brasil Contra o Crime Organizado, que tem como um dos seus eixos o combate ao tráfico de armas.

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A atuação integrada possibilitou o deslocamento de equipes, a cooperação com a Polícia Civil do Estado do Paraná (PCPR) e o avanço no mapeamento da estrutura criminosa, fortalecendo o combate qualificado ao tráfico interestadual de armamentos e munições.

A prisão amplia as possibilidades de identificação de outros envolvidos no esquema e fortalece as investigações sobre a rota de distribuição ilegal de munições entre diferentes estados.

O investigado permanece à disposição da Justiça e será submetido a audiência de custódia no Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR).

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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Nacional

MME abre consulta pública sobre meta de redução de emissões no mercado de gás natural para 2027

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O Ministério de Minas e Energia (MME) abriu, nesta segunda-feira (5/10), consulta pública para receber contribuições à proposta de meta anual de redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE) no mercado de gás natural para 2027. A consulta ficará disponível por 30 dias e prevê, para 2027, meta de 1% de redução de emissões, a ser cumprida por meio da participação do biometano no consumo de gás natural.

Publicada por meio da Portaria MME nº 942/2026, a proposta também apresenta percentuais indicativos para os anos seguintes: 3% em 2028, 4% em 2029 e 5% em 2030. Para 2027, o percentual proposto corresponde a 363,2 milhões de metros cúbicos de biometano no ano, equivalente a aproximadamente 995,2 mil metros cúbicos por dia e a 3.632.492 Certificados de Garantia de Origem de Biometano (CGOBs).

A minuta submetida à participação social também estabelece os valores de intensidade de carbono considerados para o cálculo da meta. Estão previstos 76,85 gCO₂eq/MJ para o gás natural veicular (GNV), 73,52 gCO₂eq/MJ para o gás natural utilizado em combustão estacionária e 9,36 gCO₂eq/MJ para o biometano. Os documentos da consulta estão disponíveis para análise e envio de contribuições pelo Portal de Consultas Públicas do MME.

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Redução de emissões
A definição da meta está prevista na Lei nº 14.993/2024, que instituiu o Programa Nacional de Descarbonização do Produtor e Importador de Gás Natural e de Incentivo ao Biometano. O mecanismo estabelece metas anuais de redução de emissões de GEE no mercado de gás natural, com cumprimento associado à participação do biometano e ao uso dos CGOBs. Para 2026, a meta estabelecida foi de 0,5%; a proposta submetida à consulta prevê a ampliação para 1% em 2027.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 / (61) 99129-3579 (fins de semana e feriados)
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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