Mato Grosso

Com entrada facilitada, Governo ajuda 212 famílias a comprarem a casa própria no Pedra 90

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O Governo de Mato Grosso entrega, nesta quarta-feira (11.03), às 8h, as chaves de 212 casas no bairro Pedra 90, em Cuiabá. Os imóveis fazem parte dos Programas SER Família Habitação, na modalidade Entrada Facilitada, e Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal.

A entrega será feita pelo governador Mauro Mendes, acompanhado da primeira-dama Virginia Mendes, do vice-governador Otaviano Pivetta e representantes do Governo Federal, Caixa Econômica Federal e outras autoridades.

Idealizado pela primeira-dama, o programa SER Família Habitação tem como objetivo facilitar o acesso da população à casa própria com entrada facilitada de até R$ 35 mil, que podem ser somados aos benefícios do programa federal Minha Casa, Minha Vida e ao uso do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), conforme as regras da Caixa Econômica Federal (CEF), agente financiador do programa.

As casas do bairro Pedra 90 serão entregues nos condomínios Villaggio Magnólias e Villaggio Violettas, sendo 106 casas em cada empreendimento.

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A solenidade também vai marcar o lançamento de mais 1.340 casas que serão construídas nos bairros Pedra 90 e Jardim Industriário com a entrada facilitada do programa SER Família Habitação.

Serviço
Entrega de chaves e lançamento de 1.340 novas casas pelo SER Família Habitação

Data: quarta-feira (11.3), às 8h
Local: Estrada 03, lote 63-JJ, Loteamento Pedra 90, Cuiabá (MT)

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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