Mato Grosso

Sesp realiza I Encontro de Inteligência Socioeducativa do Brasil

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) realiza, em Cuiabá, o I Encontro Nacional de Inteligência Socioeducativa do país. Com início nesta segunda-feira (11.11), o evento segue até a próxima quinta (14.11) e tem representantes de todos os Estados brasileiros

O encontro aborda temas como a importância da atividade de inteligência nos Sistemas Socioeducativos do país e a necessidade de interação para alcançar a sistematização de dados para elaboração de políticas públicas.

Como parte do encontro, a Sesp também promove o primeiro Curso Básico de Inteligência Socioeducativa do país, com a mesma duração do encontro, e carga horária de 40h. Ele está sendo realizado para mais de 50 profissionais e tem como objetivo fomentar a importância da atividade de inteligência no âmbito do Sistema Socioeducativo.

Por conta da alta demanda, a capacitação está sendo feita de forma híbrida (presencial e online), a fim de oportunizar a participação de mais profissionais nas aulas.

Além de servidores dos Sistemas Socioeducativos de todo o país, o evento conta com a participação de integrantes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Exército Brasileiro, Polícia Rodoviária Federal (PRF), e servidores do Judiciário e do Ministério Público de Mato Grosso.

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O Encontro é uma realização da Secretaria Adjunta de Justiça, por meio da Escola Estadual de Socioeducação, com parceria com a Secretária Adjunta de Inteligência e demais Instituições de Segurança Pública.

*Sob supervisão de Alecy Alves

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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