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Comarca de Chapada dos Guimarães divulga escala de plantão judiciário para dezembro

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A Comarca de Chapada dos Guimarães publicou a Portaria nº 58/2025-ChG, que estabelece a escala de plantão judiciário para o mês de dezembro de 2025, abrangendo as áreas cível e criminal. A norma foi disponibilizada no Diário da Justiça Eletrônico (edição nº 12075) em 25 de novembro, com publicação em 26 de novembro, conforme certidão assinada pela unidade administrativa.

A portaria, assinada pelo juiz diretor do Foro, Leonísio Salles de Abreu Júnior, determina a organização dos trabalhos em conformidade com o Provimento nº 22/2024-CM e demais atos normativos que disciplinam o funcionamento do plantão no Judiciário mato-grossense. Entre as diretrizes, reforça-se que a distribuição e apreciação dos feitos serão realizadas pelo PJe, tanto na esfera cível quanto na criminal.

O documento apresenta a escala completa dos servidores responsáveis pelo atendimento durante o mês, incluindo dias úteis, finais de semana e feriado de 8 de dezembro. Também detalha os magistrados plantonistas para os períodos definidos entre 28 de novembro e 19 de dezembro, conforme estrutura regionalizada do plantão que integra Chapada dos Guimarães ao Polo I – Região Sul – Cuiabá.

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A portaria ainda informa os telefones destinados ao contato com os plantonistas, com a observação de que alguns servidores utilizarão número próprio durante seus respectivos períodos de atuação.

Por fim, o ato determina que a escala seja afixada em local visível, que os servidores escalados sejam comunicados por e-mail funcional e que todas as entidades vinculadas ao plantão sejam devidamente informadas. A validade da portaria se dá a partir da data de sua publicação.

Autor: Assessoria

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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