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Comarca de Nobres encerra semana de atividades da Corregedoria Participativa

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Encerrando a semana de atividades, o Programa Corregedoria Participativa passou por Nobres nesta quinta e sexta-feira (12 e 13.09). Esta é a 70ª comarca visitada desde o início da gestão do corregedor-geral da Justiça, desembargador Juvenal Pereira da Silva, somando 262 unidades judiciais correicionadas de forma presencial.
 
Durante a visita a comitiva da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso fortaleceu os laços, ouviu as principais demandas da Comarca, fomentou a troca de ideias e paralelamente realizou correições nas unidades judiciais para melhorar a prestação jurisdicional.
 
“A ideia é nos aproximarmos das pessoas e dividirmos com os senhores instrumentos para melhor atendermos aos cidadãos. Esses encontros permitem a troca de experiências e a identificação de oportunidades para aprimorar a atuação do Judiciário. Obrigado a todos pela recepção e sempre digo a Corregedoria está de portar abertas para vocês”, pontuou o desembargador Juvenal Pereira.
 
O juiz da Vara Única de Nobres, Daniel Campos Silva de Siqueira, ressaltou que é louvável a implantação deste programa. “Agradecemos a visita do corregedor, desembargador Juvenal Pereira, e sua equipe é uma honra recebê-los. Essa é uma oportunidade ímpar para interagir com a Corregedoria e nós estamos sempre focados em melhorar nossos índices, assim como os serviços prestados a população. Desde que assumi diminuímos em 15% o número de processos acumulados, isso só ocorreu porque todos trabalharam em prol desse objetivo”, disse.
 
A importância de poder falar diretamente com o corregedor também foi destacado pelo servidor Charles Fernandes. “Estamos contentes pela oportunidade de aprendizado pela troca de conhecimento. Assim como o juiz Daniel falou estamos focados em uma prestação jurisdicional melhor”, afirmou.
 
Em seguida, o juiz auxiliar da Corregedoria, Emerson Cajango, conduziu um “bate-papo” sobre gestão de gabinete e secretaria. Ele interagiu com servidores e magistrados e discutiu os desafios enfrentados pelo Judiciário na Comarca. O magistrado citou as metas do CNJ, indicou prioridades, ofereceu insights sobre administração judiciária, respondeu alguns questionamentos e anotou dificuldades relatadas pelos servidores para reportar aos setores responsáveis. Paralelamente, Cajango e sua equipe conduziram as correições presenciais nas unidades judiciais, atendendo à determinação do CNJ.
 
“Falamos sobre diversos assuntos, mas um que chama bastante atenção e que sempre repasso aos servidores e magistrados é o conceito de ‘Trim Tab’, que é um pequeno dispositivo que movimenta o timão, aparelho que permite governar uma embarcação e que utiliza o leme para modificar o rumo do barco. Com essa analogia é possível entendermos que com pequenas ações no trabalho há grandes resultados”, destacou Cajango.
 
 
Entre os bons hábitos a serem implementados no dia a dia, o magistrado citou: ser positivo, diálogo permanente e fluido entre secretaria e gabinete (unidade judiciária) e a necessidade de comemorar e reconhecer pessoas e resultados.
 
O corregedor, desembargador Juvenal Pereira, ainda visitou o promotor Willian Ogama na nova sede do Ministério Público em Nobres. “Agradeço a visita, inauguramos este ano esse espaço e estamos felizes em proporcionar mais conforto aos servidores e a população. Estamos sempre de portas abertas ao Judiciário. O juiz Daniel faz um excelente trabalho na Vara, ele recentemente conseguiu dar vazão a um grande número de processos, melhorando a taxa de congestionamento. O que é muito importante”, elogiou o promotor ao corregedor.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão de pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: Foto 1 – Corregedor fala com servidores e magistrado no auditório do Tribunal do Júri no Fórum de Nobres. Foto 2 – Em frente a sede do MPE em Nobres, corregedor e promotor posam para foto.
 
 
Larissa Klein
Assessoria de Imprensa CGJ

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Judiciário e Ampara lançam Mês Nacional da Adoção com foco em celeridade e proteção à infância

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O Poder Judiciário de Mato Grosso realizou a abertura oficial do Mês Nacional da Adoção. O evento ocorreu na tarde de segunda-feira (4), no Fórum de Cuiabá, reuniu magistrados, representantes de instituições públicas e da rede de proteção à infância, reforçando o compromisso coletivo com a garantia do direito de crianças e adolescentes à convivência familiar.

A solenidade contou com a presença da juíza auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça, Anna Paula Gomes de Freitas Sansão, representando o corregedor-geral, desembargador José Luiz Leite Lindote; da juíza auxiliar da Presidência, Christiane da Costa Marques Neves, representando o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador José Zuquin Nogueira; da diretora do Foro da Capital, Hanae Yamamura de Oliveira; da fundadora e vice-presidente da Ampara, Lindacir Rocha Bernardon; da prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti; de Maria Cecília Alves da Cunha, representando a Defensoria Pública; e da secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, Helida V. de Oliveira.

Durante a abertura, a juíza Anna Paula destacou que a proteção integral de crianças e adolescentes deve ser uma prioridade permanente e articulada entre todas as instituições. Segundo ela, ao longo do mês de maio, o Judiciário mato-grossense, em parceria com órgãos como Ministério Público, Defensoria Pública, Ampara e demais integrantes da rede de proteção, promoverá uma série de ações, incluindo capacitações, mutirões processuais, encontros institucionais e campanhas de conscientização.

“O objetivo é garantir mais efetividade, celeridade e sensibilidade às demandas que envolvem a infância e juventude. Cada processo representa uma vida, uma criança ou adolescente que aguarda a oportunidade de crescer em um ambiente familiar seguro e acolhedor”, afirmou.

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A magistrada também ressaltou que o Estado possui um número significativo de crianças e adolescentes em acolhimento institucional, além de pretendentes habilitados à adoção, o que evidencia a necessidade de fortalecer a cultura da adoção e ampliar a compreensão social sobre o tema. “A adoção deve ser entendida como um ato de responsabilidade, cuidado e construção de vínculos”, pontuou.

Representando a Presidência do TJMT, a juíza Christiane da Costa Marques Neves destacou a necessidade de dar visibilidade às crianças e adolescentes em acolhimento e reforçou a responsabilidade dos magistrados na condução célere dos processos. Segundo ela, o tempo da criança não pode ser ignorado, sendo fundamental evitar permanências prolongadas nas instituições.

A programação do Mês Nacional da Adoção em Mato Grosso segue até o fim de maio, com ações em todas as comarcas do Estado. Entre as iniciativas estão o mutirão “Aprimoramento Processual da Adoção”, capacitações sobre o Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA), encontros estaduais e campanhas voltadas à conscientização da sociedade.

A secretária-geral da Comissão Estadual Judiciária de Adoção (Ceja-MT), Elaine Zorgetti Pereira, destacou que a abertura do mês representa um chamado à sociedade para olhar com mais atenção às crianças e adolescentes que aguardam por uma família.

“Esse momento representa um cuidado especial com nossas crianças e adolescentes que estão aguardando por uma família. É uma oportunidade de dar visibilidade a essas histórias e sensibilizar a sociedade para o acolhimento e a adoção. Precisamos promover essa mobilização, esclarecer os pretendentes e mostrar que essas crianças estão prontas para serem amadas e cuidadas”, afirmou.

Elaine também ressaltou a importância das ações programadas ao longo do mês. “Teremos uma série de atividades, como capacitações, encontros e campanhas, além de semanas específicas de conscientização, como a Semana Estadual sobre Entrega Voluntária e a Semana Nacional da Adoção. Tudo isso para fortalecer a rede de proteção e ampliar o entendimento sobre a adoção legal”, completou.

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A vice-presidente da Ampara, Lindacir Rocha Bernardon, trouxe uma reflexão sobre os desafios emocionais que envolvem o processo de adoção. “A adoção é cercada de dores: a dor da genitora, que muitas vezes entrega seu filho em condições difíceis; a dos pretendentes, que enfrentam a ansiedade da espera; a dos operadores do Direito, diante de decisões delicadas; e, principalmente, a dor da criança, que precisa se adaptar a uma nova realidade familiar”, destacou.

Ela também enfatizou a importância da atuação do Judiciário. “A adoção só se concretiza com a sentença judicial. Por isso, a solução jurídica é essencial para garantir segurança e efetividade a esse processo”, completou.

A mobilização também integra o Mês da Infância Protegida, iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que busca fortalecer a atuação do Judiciário e da rede de proteção no enfrentamento à violência contra crianças e adolescentes.

O encerramento das atividades coincide com o Dia Nacional da Adoção, celebrado em 25 de maio, data que reforça a importância de assegurar a todas as crianças e adolescentes o direito fundamental de viver em família, com dignidade, proteção e afeto.

Autor: Assessoria de Comunicação

Fotografo:

Departamento: CGJ-MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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