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Comarca de Nortelândia cadastra advogados para atuarem como defensores dativos

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Advogados regularmente inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) têm até o dia 28 de agosto de 2025 para se cadastrar no edital de nomeação de defensores dativos da Comarca de Nortelândia.

A seleção foi aberta pela juíza diretora do Foro, Marina Dantas Pereira, e prevê a criação de um cadastro único de profissionais habilitados a acompanhar ações, prestar assistência em audiências cíveis e criminais, inclusive de custódia, e atuar em Júris Populares

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas exclusivamente pelo e-mail [email protected]. Mediante envio do requerimento constante no anexo do edital. O interessado pode optar por até cinco listas de atuação: Processos e audiências cíveis; Processos e audiências criminais genéricas; Audiências de custódia; Crimes dolosos contra a vida e julgamentos no Tribunal do Júri; e Execução penal.

No ato da inscrição, o advogado deve informar dados pessoais, cópia da carteira da OAB, área de atuação escolhida e declarar disponibilidade para atendimento presencial aos assistidos e participação em audiências.

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A nomeação dos inscritos seguirá um sistema de rodízio para evitar privilégios, e os honorários serão fixados conforme a tabela da OAB e a complexidade do caso, com pagamento custeado pelo Estado

O edital completo e a ficha de inscrição podem ser consultados aqui.

Autor: Alcione dos Anjos

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Tribunal de Justiça de MT

Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

Publicado

Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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