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Comarca de Nova Monte Verde abre credenciamento para assistentes sociais e psicólogos

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O Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio da Comarca de Nova Monte Verde, abriu processo seletivo para credenciamento de profissionais nas áreas de Serviço Social e Psicologia. O edital prevê a formação de cadastro de reserva para psicólogos e uma vaga para assistente social, com atuação na Secretaria da Vara Única.

As inscrições serão gratuitas e devem ser feitas exclusivamente pela internet, entre os dias 11 e 29 de agosto de 2025, no endereço eletrônico https://processoseletivo.tjmt.jus.br. Cada candidato poderá se inscrever apenas uma vez e deverá anexar a documentação exigida em formato PDF colorido e de alta resolução, conforme previsto no edital.

Entre os requisitos para participação estão: ser maior de 21 anos, não possuir antecedentes criminais, ter graduação reconhecida pelo MEC na área específica de atuação e registro no respectivo conselho profissional. A seleção será feita por análise de títulos e experiência profissional, com pontuação máxima de 10 pontos.

Os profissionais credenciados atuarão como autônomos, recebendo abono variável de caráter indenizatório, limitado a 80% do subsídio de Analista Judiciário – Nível 1, conforme a complexidade e quantidade dos trabalhos realizados, como laudos, pareceres, relatórios e estudos técnicos.

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As atribuições incluem elaboração de laudos e pareceres, realização de estudos sociais e psicológicos, visitas domiciliares, acompanhamento de vítimas e famílias, participação em audiências, entre outras atividades previstas para as diferentes áreas de competência, como Varas Cíveis e Criminais, Juizado Especial Criminal, Varas da Infância e Juventude e Varas Especializadas de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher.

O prazo de validade do credenciamento será de dois anos, podendo ser prorrogado uma única vez por igual período. O edital completo está disponível no Diário da Justiça Eletrônico e no site do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Autor: Flávia Borges

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Webnar sobre saúde indígena busca soluções para gargalos no atendimento

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Cartaz com fundo escuro e detalhes em vermelho traz o rosto de uma pessoa indígena e o texto destacado: “Saúde Indígena e Território: o corpo-terra sob ataque” é o tema da palestra desta quinta-feira (11/06) do webinar “SUS Negado, Povo Apagado: A Biopolítica da Morte de Indígenas”, realizado pelo Ministério Público de Mato Grosso e transmitido pelo canal do MPE/MT no Youtube (https://www.youtube.com/channel/UCOipaKaB_vmVsz2PwhMWy7g).

A palestrante é a doutora em Saúde Coletiva pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com estágio doutoral na Universidad Complutense de Madrid, Haya Del Bel, que participa do debate ao lado da liderança indígena e professora Lucila da Costa Moreira Nawa e do missionário do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Roberto Antônio Liebgott. A mediação será conduzida pelo promotor de Justiça Carlos Rubens de Freitas Oliveira Filho. 

O objetivo do webnar, que teve início na terça-feira, dia 09, e termina hoje, é identificar as fragilidades estruturais que marcam o atendimento à saúde indígena do Estado e definir ações práticas para que os povos indígenas não sofram mais por falta de assistência. Além de procuradores, promotores de justiça, representantes de órgãos de gestão pública, pesquisadores e professores, o encontro reúne diversas lideranças indígenas, que destacaram os gargalos de atenção à saúde indígena nas diferentes regiões de Mato Grosso.

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O webinar é promovido pela Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico, em parceria com o Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT.

Na abertura do evento, o procurador de Justiça José Antônio Borges Pereira, titular da Procuradoria Especializada, destacou o caráter do evento como instrumento de escuta ativa e crítica. “Este espaço funciona como uma escuta para que possamos compreender, com profundidade, os gargalos da saúde indígena, que muitas vezes se mantêm por interesses econômicos que não podem se sobrepor à vida”, afirmou. Ontem, segundo dia, o webinar aprofundou a escuta das demandas dos povos originários sobre deficiência no atendimento e no fornecimento de medicamentos.

Autor: Nadja Vasquez

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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