Tribunal de Justiça de MT

Comarca de Nova Monte Verde celebra 21 anos com atuação essencial à população

Publicado

Fachada do Fórum da Comarca de Nova Monte Verde, em Mato Grosso. O prédio térreo, de cor clara, tem acesso central com rampa e a identificação “Fórum” acima da entrada. À direita, mastros exibem bandeiras institucionais. O entorno é aberto, com jardim simples e via pavimentada.A Comarca de Nova Monte Verde completa hoje, 11 de dezembro, 21 anos de serviços prestados à população, garantindo acesso à Justiça e resolutividade às demandas cíveis e criminais dos municípios de Nova Monte Verde e Nova Bandeirantes. Desde sua instalação, em 2004, a unidade mantém atuação contínua e compromisso com a cidadania.

Criada pela Lei Complementar nº 166, de 13 de abril de 2004, a comarca foi oficialmente instalada em 11 de dezembro do mesmo ano e integra a categoria de Entrância Inicial. Atualmente, conta com uma Vara Única de Competência Geral, responsável pelo processamento e julgamento de matérias cíveis e criminais. A estrutura enxuta reforça a importância do trabalho integrado da equipe local, que atua diariamente para garantir eficiência e atendimento humanizado.

Ao longo de pouco mais de duas décadas, a Comarca de Nova Monte Verde consolidou-se como referência regional, contribuindo para o fortalecimento do sistema de Justiça e para a promoção de direitos nos municípios sob sua jurisdição.

A data marca não apenas um aniversário institucional, mas a reafirmação de um compromisso que se renova a cada dia: oferecer à sociedade um Judiciário acessível, eficiente e alinhado às necessidades da população local.

Leia mais:  Ações de segurança da informação do TJMT ajudam na prevenção de golpes

Autor: Adellisses Magalhães

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Comentários Facebook
publicidade

Tribunal de Justiça de MT

Dislexia e TDAH: leitura pode se tornar um desafio e exige olhar inclusivo do poder público

Publicado

A dificuldade para ler e compreender textos, que para muitos passa despercebida, pode ser um obstáculo significativo para pessoas com dislexia e TDAH. O tema foi abordado no podcast Prosa Legal, da Rádio do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), em entrevista com a psicóloga do Departamento de Saúde, Gisele Ramos de Castilho Teixeira. Durante a conversa, ela destacou os desafios enfrentados por esse público e reforçou o papel do setor público na construção de uma comunicação mais inclusiva.

Logo no início da entrevista, a psicóloga explicou que a leitura pode gerar cansaço e dificultar a compreensão. “A principal dificuldade é a fadiga e a impulsividade. Quando a pessoa com dislexia lê, muitas vezes ela tenta adivinhar o que está lendo. Ela tem dificuldade de decodificar a letra, troca ‘p’ por ‘b’, por exemplo. Isso traz muitas consequências cognitivas, tanto para a criança quanto para o adulto”, afirmou.

Papel do setor público

Ao falar sobre inclusão, Gisele Teixeira foi direta em destacar a responsabilidade das instituições públicas. Para ela, é o setor público quem deve criar políticas que garantam o acesso e o pertencimento dessas pessoas na sociedade.

Leia mais:  Comprador de empresa é obrigado a pagar R$ 25 mil em aluguéis após aquisição

“Quem faz as políticas é o setor público. Então, é preciso ter esse olhar afetivo, esse olhar diferenciado. É isso que vai fazer com que a pessoa com alguma deficiência consiga se incluir, consiga, por exemplo, pesquisar um processo no site do Tribunal de Justiça”, disse.

A psicóloga ressaltou que essas ações são fundamentais para que essas pessoas se sintam parte da sociedade e tenham seus direitos garantidos, especialmente no acesso à informação.

Acesso e ferramentas

Durante a entrevista na Rádio TJMT, também foi destacada a importância de pensar em formas de facilitar o acesso à leitura e à informação. Segundo ela, pessoas com dislexia e TDAH podem perder o foco com textos longos e ter dificuldade de manter a atenção.

“O TDAH é a questão da atenção. Muitas vezes, a pessoa começa a ler um texto grande e perde o foco. Já na dislexia, ela não consegue ver a palavra como quem não tem essa dificuldade vê. Ela começa a trocar letras, a adivinhar”, explicou.

Leia mais:  Racismo no futebol: presidente do Comitê de Equidade Racial do TJMT participa de seminário nacional

Orientação e busca por ajuda

Ao final da conversa, Gisele orientou que o primeiro passo é se conhecer e buscar ajuda especializada. Ela destacou a importância de dividir a leitura em partes menores e respeitar os próprios limites.

“Se a pessoa pega um texto muito grande, muitas vezes ela não tem foco. Então, é importante trabalhar por partes e se conhecer no dia a dia. E, principalmente, aceitar essa condição para buscar ajuda”, orientou.

A psicóloga também lembrou que esse apoio pode envolver diferentes profissionais. “É uma busca com fonoaudiólogo, com psicopedagogo, com terapia. Muitas vezes até com medicamentos. Essa rede de apoio é importante para cada um desses casos”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana