Política Nacional

Comissão da Câmara debate políticas públicas para o paradesporto

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A Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados realiza na quarta-feira (29) audiência pública para discutir políticas públicas voltadas ao paradesporto e a aplicação de recursos no ciclo paralímpico. A reunião será realizada no plenário 4, às 14 horas.

O debate atende a pedido do deputado Luiz Lima (Novo-RJ). Segundo o parlamentar, o objetivo é promover um diálogo sobre o fortalecimento do esporte paralímpico brasileiro e a gestão dos recursos provenientes das loterias federais e de outras fontes de financiamento.

Equidade e acessibilidade
Luiz Lima acrescenta que a discussão busca garantir que os investimentos sigam os princípios da equidade, acessibilidade e descentralização, ampliando o acesso de pessoas com deficiência ao esporte, desde a base até o alto rendimento.

“Com a proximidade dos Jogos Paralímpicos de 2028, torna-se imprescindível debater a execução de políticas públicas inclusivas e eficazes, bem como a aplicação responsável dos recursos oriundos das loterias federais e demais fontes de financiamento”, afirma.

Da Redação – MO

Fonte: Câmara dos Deputados

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Política Nacional

Comissão aprova proposta que permite a pessoas sem parentesco pedir suspensão do poder familiar

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A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 146/26, que altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para permitir que pessoas sem vínculo familiar ou de parentesco com a criança ou o adolescente também possam pedir a perda ou a suspensão do poder familiar.

Atualmente, o procedimento pode começar por iniciativa do Ministério Público ou de quem tenha legítimo interesse. No entanto, a lei não define o que é esse interesse, nem detalha requisitos. A proposta, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), busca garantir que indivíduos sem laços de sangue mas próximos à criança possam agir em defesa dela.

A relatora, deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA), recomendou a aprovação da medida. Ela destacou que as famílias brasileiras são cada vez mais formadas por laços socioafetivos que vão além da genética. “É legítimo que a defesa dos direitos da criança ou do adolescente também possa ser realizada por aqueles efetivamente dedicados ao seu melhor interesse”, defendeu.

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O projeto incorpora ao ordenamento jurídico um entendimento que já é aplicado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Segundo a corte, a existência de vínculo familiar não é um requisito obrigatório para pedir a medida, devendo o juiz analisar, em cada caso concreto, o vínculo pessoal entre o autor do pedido e a criança ou o adolescente em situação de vulnerabilidade.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores e, depois, ser sancionado pela Presidência da República.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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