Mato Grosso

Companhia Raio prende dois faccionados com arma de fogo e porções de cocaína em Cáceres

Publicado

Policiais militares da Companhia de Rondas e Ações Intensivas Ostensivas (Raio) do 6º Comando Regional prenderam dois homens faccionados, de 23 e 33 anos, por porte ilegal de arma e tráfico ilícito de drogas, nesta terça-feira (16.12), em Cáceres. Com a dupla, foram apreendidas uma arma de fogo e 39 porções de cocaína.

As equipes realizavam motopatrulhamento pelo operação integrada Resposta Imediata, no bairro Vila Nova, e encontraram um grupo de pessoas em atitude suspeita, na frente de uma casa. Os policiais perceberam que um dos homens estava com a mão na região da cintura, escondendo um objeto, e diante da situação resolveram abordar o grupo.

No momento em que os policiais se apresentaram, o homem jogou o objeto por cima de um muro e foi detido pela PM. Em verificação ao local, foi constatado se tratar de um revólver de calibre 22 de fabricação artesanal, que foi apreendido pelos militares.

Ainda na abordagem, os policiais encontraram uma bolsa com R$ 60,00 reais e seis porções de cocaína, com o segundo suspeito, e uma sacola com o restante das drogas apreendidas escondida em uma lixeira.

Leia mais:  Ager aprova redução nas tarifas de gás natural para GNC e setor industrial em Mato Grosso

Os suspeitos foram identificados como membros de uma facção criminosa e não informaram a procedência da arma e das drogas. Eles receberam voz de prisão e foram conduzidos para a delegacia de Cáceres para registro da ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

Comentários Facebook
publicidade

Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Publicado

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia mais:  Hospital Estadual do Alto Tapajós recebe equipamentos de ponta

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia mais:  Governo avança em estudos e investimentos para fortalecer segurança energética em MT

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana