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Concurso de Produtividade do Milho Verão 2025/26 abre inscrições para 500 áreas

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Estão abertas as inscrições para o Concurso de Produtividade do Milho Verão 2025/26, promovido pelo Grupo Tático de Aumento de Produtividade (Getap). Nesta edição, a expectativa é superar as 390 áreas cadastradas em 2025 e alcançar 500 áreas auditadas, mantendo o modelo de regionalização que garante condições agronômicas semelhantes entre os competidores, tornando a disputa mais técnica e justa.

Como se inscrever no concurso de produtividade

Os produtores interessados podem se inscrever diretamente pelo site oficial do Getap. O sistema permite que um mesmo participante registre diferentes áreas.

Além disso, há a possibilidade de inscrição por meio de patrocinadores do evento, utilizando cupom de custeio. Para produtores independentes, será disponibilizado código de inscrição gratuito, embora a auditoria e serviços de análise de campo não estejam inclusos nesse caso.

Auditoria técnica e validação de resultados

A validação do desempenho das áreas inscritas será realizada por auditoria técnica independente, que avaliará indicadores como:

  • Produtividade total;
  • População de plantas por hectare;
  • Número e peso de grãos por espiga.
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Todos os participantes, patrocinados ou não, receberão um laudo detalhado, incluindo comparativos de manejo, resultados de campo e análise financeira, permitindo ajustes estratégicos e melhorias para a próxima safra.

Perspectivas para a safra de 2026

Segundo Gustavo Capanema, coordenador técnico do Getap, o objetivo é avançar além dos números recentes, tanto na média nacional quanto em recordes de produtividade. O concurso também serve como ferramenta para difusão de tecnologias de manejo e boas práticas agronômicas, promovendo decisões orientadas por dados em cada região.

Os vencedores serão anunciados e homenageados durante o Fórum Getap 2026, com data a ser definida. Informações detalhadas sobre inscrição, regulamento e auditoria estão disponíveis no site oficial do concurso.

Getap e parceiros fortalecem o milho brasileiro

O Getap reúne especialistas do agronegócio para discutir temas estratégicos e compartilhar conhecimento sobre o manejo do milho, incentivando o cultivo eficiente no Brasil. Nesta edição, a iniciativa conta com a curadoria da Céleres e o apoio de importantes entidades, como:

  • ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal);
  • Abramilho (Associação Brasileira dos Produtores de Milho e Sorgo);
  • Abisolo (Associação Brasileira das Indústrias de Tecnologia em Nutrição Vegetal).
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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil registra alta de 7,1% nas exportações no 1º trimestre e agronegócio lidera resultado histórico

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O Brasil iniciou 2026 com forte desempenho no comércio exterior. No primeiro trimestre, as exportações somaram US$ 82,3 bilhões, alta de 7,1% em relação ao mesmo período de 2025. As importações totalizaram US$ 68,2 bilhões, resultando em um superávit de US$ 14,2 bilhões, o terceiro maior da série histórica para o período, segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex/MDIC).

Em março, o ritmo foi ainda mais intenso. As exportações cresceram 10% na comparação anual, alcançando US$ 31,6 bilhões, enquanto as importações avançaram 20,1%, chegando a US$ 25,2 bilhões. A corrente de comércio atingiu US$ 56,8 bilhões, com expansão de 14,3%.

Agronegócio lidera exportações e alcança maior resultado da história

O principal destaque do trimestre foi o agronegócio, que registrou US$ 38,1 bilhões em exportações, o maior valor já apurado para os meses de janeiro a março.

A soja em grãos liderou os embarques, com 23,47 milhões de toneladas, volume 5,9% superior ao registrado no mesmo período de 2025.

A China manteve a liderança como principal destino dos produtos do agro brasileiro, respondendo por quase 30% das exportações do setor, com US$ 11,3 bilhões.

Diversificação de mercados fortalece exportações brasileiras

Além da China, outros mercados ganharam relevância no período. As exportações para a Índia cresceram 47,1%, enquanto Filipinas registraram alta de 68,3% e o México avançou 21,7%.

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A ampliação dos destinos comerciais é vista como um fator positivo para a resiliência da pauta exportadora brasileira, especialmente diante das incertezas no cenário global.

Indústria extrativa e de transformação também contribuem para o crescimento

A indústria extrativa, que inclui petróleo e minérios, apresentou crescimento de 22,6% no trimestre, sendo um dos principais motores da expansão das exportações em termos nominais.

Já a indústria de transformação registrou avanço de 2,8%, contribuindo de forma complementar para o resultado geral do comércio exterior.

Exportações para os Estados Unidos caem com impacto de tarifas

Em contraste com o desempenho geral positivo, as exportações brasileiras para os Estados Unidos recuaram 18,7% no primeiro trimestre, totalizando US$ 7,78 bilhões. A corrente de comércio bilateral também caiu 14,8%.

O resultado reflete os impactos de sobretaxas impostas ao longo de 2025. Apesar de uma decisão da Suprema Corte dos EUA, em fevereiro, ter invalidado parte das tarifas mais elevadas, os efeitos sobre o fluxo comercial ainda persistem.

Uma nova ordem executiva publicada em fevereiro de 2026 isentou cerca de 46% das exportações brasileiras dessas sobretaxas. No entanto, aproximadamente 29% ainda permanecem sujeitas às tarifas da Seção 232, que incidem sobre produtos como aço e alumínio.

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Projeção indica novo recorde nas exportações brasileiras em 2026

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) projeta que o Brasil encerre 2026 com exportações de US$ 364,2 bilhões, o que representaria um novo recorde e crescimento de 4,6% em relação a 2025.

As importações devem atingir US$ 292,1 bilhões, com alta de 4,2%, resultando em um superávit estimado de US$ 72,1 bilhões no ano.

Cenário global exige estratégia e gestão de riscos no comércio exterior

Apesar dos números positivos, o cenário internacional segue desafiador. Fatores como volatilidade cambial, incertezas nas cadeias globais de suprimento e os impactos ainda presentes das tarifas americanas exigem atenção das empresas.

Segundo especialistas, a gestão eficiente do câmbio e dos riscos associados ao comércio internacional passa a ser um diferencial estratégico.

“Para as empresas que operam no comércio exterior, a questão não é mais se haverá volatilidade, mas como se preparar para ela”, avalia Murilo Freymuller, Head Comercial Corporate do banco Moneycorp.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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