Tribunal de Justiça de MT

Concurso para cartório: serventias para cotas são sorteadas no Tribunal de Justiça

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A audiência pública de sorteio das serventias destinadas às vagas para pessoas com deficiência e candidatos negros e pardos no Concurso Público de Provas e Títulos para Outorga das Delegações de Notas e de Registro do Foro Extrajudicial do Estado de Mato Grosso foi realizada no Tribunal de Justiça de Mato Grosso, nesta terça-feira (23 de abril), no Plenário 1, com transmissão ao vivo pelo YouTube.
 
Confira os sorteios:
 
Critério remoção
 
Pessoas com deficiência
 
Classe 1 (arrecadação até R$ 100 mil):
Cartório de Paz e Notas de Serra Nova Dourada
 
Classe 3 (arrecadação acima de R$ 500 mil):
Cartório do 2º Ofício de Tapurah.
 
Critério provimento
 
Pessoas com deficiência
 
Classe 1 (arrecadação até R$ 100 mil):
Cartório de Paz e Notas do Distrito de Nova Cáceres
Cartório de Paz e Notas do Distrito de Jaraguá
Cartório de Paz e Notas do Município de Nova Brasilândia
 
Classe 2 (arrecadação entre R$ 100 mil e R$ 500 mil):
Cartório do 2º Ofício de Rio Branco
 
Classe 3 (arrecadação acima de R$ 500 mil):
Cartório do 1º Ofício de Rosário Oeste
 
Critério provimento
 
Candidatos negros
 
Classe 1 (arrecadação até R$ 100 mil):
Cartório de Paz e Notas do Distrito de União do Norte-2
Cartório de Paz e Notas do Distrito de Coqueiral
Cartório de Paz e Notas do Distrito de Santo Antônio do Rio Bonito
Cartório de Paz e Notas do Distrito de Água da Prata
Cartório de Paz e Notas do Distrito de São José do Couto
Cartório de Paz e Notas do Distrito de Sonho Azul
Cartório de Paz e Notas do Distrito de Cristinópolis
Cartório de Paz e Notas do Distrito de Noroagro
Cartório de Paz e Notas do Distrito de Nova Galiléia
Cartório de Paz e Notas do Distrito de Riolândia
Cartório de Paz e Notas do Distrito de Faval
Cartório de Paz e Notas do Distrito de Analândia do Norte
Cartório de Paz e Notas do Distrito de Groslândia
 
Classe 2 (arrecadação entre R$ 100 mil e R$ 500 mil):
Cartório do 2º Ofício de Jauru
Cartório do 1º Ofício de Nortelândia
Cartório do 2º Ofício de São Félix do Araguaia
 
Classe 3 (arrecadação acima de R$ 500 mil):
Cartório do 1º Ofício de Alta Floresta
Cartório do 1º Ofício de Colniza
Cartório do 2º Ofício de Várzea Grande
Cartório de Paz e Notas do Distrito de Vila Operária
Cartório do 2º Ofício de Juína
 
A sessão foi presidida pelo desembargador José Zuquim Nogueira, presidente interino da Comissão Examinadora do concurso.
 
O resultado do sorteio será publicado por meio de edital no dia 30 de abril, no Diário da Justiça Eletrônico.
 
 
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição de imagem: foto horizontal colorida da audiência de sorteio das serventias. No plenário, a equipe está sentada nas cadeiras laterais, o desembargador preside ao centro, e ao meio está uma mesa com dois servidores que executam o sorteio. Uma servidora exibe o papel que será colocado na urna, que está ao lado, em cima da mesa. O cinegrafista filma o papel em detalhe. Ao fundo o cenário do plenário 1, com um painel de madeira com um brasão e um crucifixo, bandeiras de Mato Grosso, do Brasil e do Poder Judiciário e a mestre de cerimônia falando no microfone diante de um púlpito.
 
Mylena Petrucelli/Foto: Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Tribunal de Justiça de MT

Desembargador defende olhar estratégico para o sistema prisional em visita à penitenciária feminina

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Mulher de camiseta preta abre caixa isotérmica azul com alimentos. Ao redor, homens de camisa social observam atentamente. Ambiente interno iluminado, com ar-condicionado ao fundo.“Não se pode fazer segurança pública esquecendo do sistema prisional.” A afirmação do desembargador Orlando Perri marcou a visita técnica realizada nesta quarta-feira (27) à Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá. Ao lado do presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), Sérgio Ricardo, o supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo (GMF) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) vivenciou presencialmente a realidade enfrentada pelas mulheres privadas de liberdade e destacou a necessidade de tratar o sistema prisional como prioridade nas políticas públicas de segurança.

“Devemos lembrar sempre que as facções criminosas nasceram dentro dos presídios brasileiros, justamente em razão das más condições de vida nesses locais”, completou o magistrado.

A diligência teve caráter instrutório e integra os trabalhos da Mesa Técnica nº 1/2023, criada pelo Tribunal de Contas após discussões conduzidas pelo desembargador Orlando Perri e o TCE-MT para buscar soluções aos problemas relacionados à alimentação no sistema prisional mato-grossense. Recentemente, o escopo da mesa técnica foi ampliado para incluir também a análise dos kits de higiene fornecidos às pessoas privadas de liberdade.

Segundo Orlando Perri, a visita permitiu apresentar ao presidente do TCE a realidade cotidiana do sistema prisional de Mato Grosso, incluindo projetos de ressocialização e os desafios estruturais das unidades. “Foi muito importante essa visita feita pelo conselheiro Sérgio Ricardo para que ele conhecesse um pouco da realidade prisional do nosso sistema”, afirmou.

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Alimentação e fiscalização

Dois homens de camisa branca se debruçam sobre um prato com comida amarelada sobre bandeja metálica. Ao fundo, grupo de pessoas observa a cena em ambiente fechado.O ponto principal acompanhado pela comitiva foi a qualidade da alimentação servida na unidade. Orlando Perri voltou a defender, como opinião pessoal, que a produção das refeições dentro das unidades prisionais poderia garantir melhor qualidade aos alimentos. “Muitas vezes elas começam a ser produzidas às quatro ou cinco horas da manhã, chegam aqui às dez horas e são servidas ao meio-dia. Com isso, perde-se a qualidade da alimentação, que já não é grande coisa”, observou.

O magistrado reconheceu, no entanto, que há posicionamentos favoráveis à manutenção das cozinhas industriais externas por questões de segurança. “Há aqueles que defendem que, por questões de segurança, a alimentação deva ser produzida fora da unidade prisional”, ponderou.

O presidente do TCE-MT, Sérgio Ricardo relembrou reclamações feitas anteriormente pelas detentas em relação à alimentação servida na unidade e destacou que a situação já vinha sendo discutida na mesa técnica formada entre o Tribunal de Contas e o Tribunal de Justiça. “Já fizemos naquela mesa técnica a revisão do valor da refeição, que era muito baixo. Subimos o valor da refeição, o que possibilita hoje um outro nível de alimentação”, explicou.

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Durante a visita, Sérgio Ricardo acompanhou a distribuição do jantar e provou os alimentos servidos às internas. “O arroz não está duro, a carne está boa”, avaliou, embora tenha feito ressalvas ao feijão oferecido na ocasião. “Tem muita gordura aqui no feijão”.

Três homens de camisa social conversam em galpão industrial. Ao fundo, funcionária de macacão verde opera equipamento. Grupo de pessoas aguarda ao lado.O secretário de Estado de Justiça, Valter Furtado Filho destacou a importância da atuação conjunta entre as instituições para garantir melhorias no sistema prisional. “Eu sempre digo que estamos aqui para ressocializar esse pessoal que está privado de liberdade. E a gente só ressocializa com trabalho e dignidade. Uma das pautas é justamente a alimentação”, afirmou.

A diretora da Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, Keily Adriana Marques também avaliou positivamente a integração entre os órgãos durante a visita técnica. “É muito positiva essa cooperação entre as instituições, porque fortalece o nosso objetivo comum e também o dever institucional de promover a garantia dos direitos das pessoas privadas de liberdade”, declarou.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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