Mato Grosso

Condenados por roubo e tráfico de drogas são presos pela Polícia Civil em Cuiabá e Várzea Grande

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Dois criminosos condenados por crimes de roubo e tráfico de drogas foram capturados pela Polícia Civil, nesta terça-feira (2.12), em ações distintas realizadas pelos policiais da Gerência Estadual de Polinter (Gepol), em Cuiabá e Várzea Grande.

O primeiro foragido a ser preso, um homem de 24 anos estava com mandado de prisão expedido pela 13ª Vara Criminal de Cuiabá, pelo crime de tráfico de drogas. Após monitoramento, os policiais da Gepol conseguiram localizar o procurado na região do bairro Parque Geórgia, em Cuiabá, onde a ordem de prisão foi cumprida.

Em outra ação, desta vez realizada em Várzea Grande, os policiais capturaram um homem, 32 anos, no bairro Jardim Imperador. Ele tem condenação pela 2ª Vara Criminal de Várzea Grande pelo crime de roubo. O procurado foi localizado em via pública e não reagiu no momento da abordagem.

Após terem os mandados cumpridos, os presos foram encaminhados para audiência de custódia, em Cuiabá, ficando à disposição Justiça.

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A delegada titular da Gepol, Sílvia Maria Pauluzzi de Siqueira destacou que a unidade está empenhada para localização e prisão de criminosos foragidos da Justiça. “A Polícia Civil segue firme no compromisso de reforçar a segurança pública e garantir a ordem, alinhada às diretrizes do Programa Tolerância Zero, implementado pelo Governo do Estado”, disse a delegada.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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