Agro News
Confira a programação do Pavilhão do Círculo dos Povos na COP30
Publicado
4 de novembro de 2025, 20:00
Composto pelos Ministérios dos Povos Indígenas (MPI), Ministério da Igualdade Racial, Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), o Círculo dos Povos contará com espaço exclusivo na Zona Verde, durante a 30ª edição da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), que ocorre em Belém-PA, de 10 a 21 de novembro.
Presidido pela ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, o Círculo dos Povos visa ampliar a capacidade de escuta de demandas e contribuições de povos indígenas, povos e comunidades tradicionais, afrodescendentes e agricultura familiar junto à Presidência da COP30. O espaço é formado pela Comissão Internacional Indígena, também sob a liderança da ministra Sonia Guajajara, e pela Comissão Internacional de Comunidades Tradicionais, Afrodescendentes e Agricultura Familiar, coordenada pela ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco.
A programação conta com uma série de atividades para debater a vivência e experiências como caminhos para a busca de soluções no combate à emergência climática global. Confira:
| Círculo dos Povos – Green Zone – 10/11 | ||
| Horário | Evento | Organização |
| 09h00 09h50 | 1a Bienal Indígena de Arquitetura e Urbanismo | Instituto A Gente Transforma |
| 09h55 10h45 | WARAO, da Venezuela ao Brasil: Migração e Resistência do Povo Originário Amazônico | OIM – Organização Internacional para Migrações + O Instituto Boreal – Bureau for Development and Field Humanitarian (I Boreal) |
| 10h50 11h40 | Juventudes e Crianças que Sustentam o Agora: Território, Clima e Lutas Vivas | Instituto Arapyaú, Mapa do Acolhimento |
| 11h45 12h35 | Território, Tecnologias Ancestrais e Justiça Climática: caminhos tecidos pelas mulheres quilombolas frente à mudança global do clima | Instituto Perpetuar, Malungu, CONAQ e Quilombo de Abacatal |
| 12h35 13h30 | Intervalo | |
| 13h30 14h20 | Favela, Periferia e a Justiça Climática: Racismo Ambiental em Foco | PerifaConnection; Instituto Perifa Sustentável (São Paulo); Rede Tumulto. |
| 14h25 15h15 | As Periferias pelo Clima: Vozes do território na Justiça Climática | PerifaConnection |
| 15h20 16h10 | Abano do Clima: Experiências Indígenas de Proteção Ambiental e Resiliência Climática | FUNAI |
| 16h15 17h05 | Guardiões da Floresta: Os Saberes Tradicionais Quilombolas e Populações Amazônicas como Alavanca para a Justiça Climática Global | ASSOCIAÇÃO DE MULHERES E ARTESÃOS DO ESTADO DO PARÁ // Associação dos produtores rurais da agricultura familiar de Santa Terezinha // ASSOCIAÇÃO DOS PEQUENOS PRODUTORES RURAIS DA ILHA CAJUÚBINHA // Associação de moradores e agricultores da comunidade Estrela da Manhã |
| 17h10 18h00 | Futuro em Raízes: Lideranças Indígenas e o TFFF | Instituto AYA |
| 18h05 18h55 | Conocimientos indígenas para curar la Madre Tierra y sostener la Amazonía – consejos para la COP30 | Consejo Regional Indigena del Medio Amazonas – CRIMA |
| 19h00 19h50 | Decolonizing the Just Transition: Centering Indigenous Rights for Climate Justice and Sustainability | IPRI |
| Círculo dos Povos – Green Zone – 11/11 | |||||||
| Horário | Evento | Organização | |||||
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09h00 09h50
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Inovação Periférica e Justiça Climática: experiências que transformam territórios em Pernambuco
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Rede GERA (Governança pelo Enfrentamento ao Racismo Ambiental); Associação Gris Espaço Solidário; Instituto InterCidadania; Universidade Federal de Pernambuco; Secretaria Executiva de Periferias do Governo de Pernambuco; Ih, Alagou; Hub.Periférico LTDA; Open Society Foundations; Governo Britânico
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09h55 10h45
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A importância do reconhecimento dos Povos Isolados e do Contato Inicial como uma estratégia de mudança climática
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GTI PIACI
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10h50 11h40
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Boa Vista+30: três décadas de titulação quilombola no Brasil
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MIR, CONAQ, MALUNGU Coletivo Pretas Maria, Associação de Boa Vista (ACRQBV) e outras a confirmar.
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11h45 12h35
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Nada sobre nós sem nós: o Consentimento Livre, Prévio e Informado e a transição energética justa
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Engajamundo
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12h35 13h30
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Intervalo
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13h30 14h20
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Antropização afro-diaspórica-amazônica: NTU, Cultura, Soberania alimentar e saúde nos quilombos
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PPGEAA UFPA / LANTRO – UFRA, . Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial de Castanhal. Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional de Castanhal Conselho Municipal de Cultural de Castanhal Centro de Estudos e Defesa do Negro no Pará – CEDENPA Associação de Consciência Negra Quilombo – Fórum de Entidades Negras do Estado do Pará Coletivo e Grupo de Pesquisa Culinafro – – UFRJ Coletivo Plantaformas – Terra preta Digital e governança Digital
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14h25 15h15
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Jovens no Clima Recife 2025: A experiência de jovens indígenas da periferia do Recife na gestão de projetos sustentáveis
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Prefeitura de Recife
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15h20 16h10
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Indigenous Led Funds dialogue on the Pledge 2.0 and Beyond
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Pawanka Fund
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16h15 17h05
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Multi-stakeholder Action for Climate Justice: Presenting the Leaders Network for Environmental Activists and Defenders (LEAD)
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Global Witness
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17h10 18h00
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Diálogo Internacional: “Mulheres em Defesa da Terra – Violência, Territórios e Justiça Climática”
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Plataforma CIPÓ
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18h05 18h55
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Saúde Climática: Danos ambientais e espirituais Impacto da exploração mineração/terras raras
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Gabinete Deputada Célia Xakriabá
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19h00 19h50
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A Consulta Prévia como mecanismo de concretização da Justiça Climática
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La Clima
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| Círculo dos Povos – Green Zone – 12/11 | ||
| Horário | Evento | Organização |
| 09h00 09h50 | Oficina YSI + Desajuste: O papel das juventudes no financiamento da justiça climática | YSL + Desajuste |
| 09h55 10h45 | Inovação e protagonismo comunitários nas políticas públicas para periferias do Brasil | Ministério das Cidades |
| 10h50 11h40 | Vida Plena en Acción: La Bioeconomía Wampís como Solución Climática desde el Territorio | Gobierno Territorial Autónomo de la Nación Wampis-GTANW |
| 11h45 12h35 | Comida tem gênero? O protagonismo das mulheres no abastecimento alimentar da COP30 | Instituto Regenera |
| 12h35 13h00 | Intervalo | |
| 13h00 13h30 | Ritual de Abertura da COP Indígena | APIB |
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13h30 15h00
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Financiamento direto para povos indígenas, Relatório Shandia 2024/25, Lançamento Conjunto dos Pledges: FCLP, FTFG e GATC
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Fundo Shandia, FCLP, FTFG
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| 15h05 15h55 | Juventudes por justiça climática nos Semiáridos da América Latina | ´Plataforma Semiáridos da América Latina |
| 16h00 16h50 | Roda de Conversa: Ancestralidade, Vivências e Tradição de Matriz Africana na Luta pela Justiça Social e Ambiental | Coletivo POTMAS, Associação Afro Religiosa e Cultural Fundere Oya Jokolosy, ASENMESC – Associação dos Servidores da Saúde do Ceará, LesBiPará Movimento de Mulheres Lésbicas e Bissexuais do Estado do Pará e o Movimento Popular de Saúde do Pará |
| 16h55 18h40 | Vozes dos territórios: juventude negra, racismo ambiental e luta climática | Ministério da Igualdade Racial |
| 18h45 19h35 | O Objetivo do Desenvolvimento Sustentável nº 18 – ODS 18: a proposição brasileira | Ministério da Igualdade Racial, observatório ODS 18, Secretária Geral da Presidência |
| Círculo dos Povos – Green Zone – 13/11 | |||||||
| Horário | Evento | Organização | |||||
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09h00 09h50
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Justiça Climática e Racismo Ambiental: o papel dos Povos e Comunidades Tradicionais de Terreiro e de Matriz Africana na proteção da natureza
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MIR, RedeAfroambiental, FONSANPOTMA, FIOCRUZ , Mulheres de axé, Coletivo POTMAS
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09h55 10h45
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Mapear é resistir: juventudes negras e a produção de dados pela justiça climática
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Observatório das Baixadas, Ação da Cidadania e Mandato da Jovem Campeã Climática da COP 30.
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10h50 11h40
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Financiamiento climático feminista para transiciones justas y territorios vivos.
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Fondo de Mujeres del Sur
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11h45 12h35
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Território é Solução Climática: As Contribuições Climáticas (NDCs) dos Povos e o Compromisso do Estado Brasileiro com a Justiça Fundiária
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APIB, CONAQ, MIQCB, CNPCT
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12h35 13h30
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Intervalo
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13h30 14h20
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A COP passa, e os territórios permanecem: diretrizes para a Filantropia Climática
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Organização de Base Comunitária Gris Espaço Solidário – ARPINSUL, Instituto Bamburusema de Cultural Afroamazônida (IBAMCA)
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14h25 15h15
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Redes transnacionais para conservação e ação climática nas Terras Indígenas Mebengokre-Kayapó
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Associação Floresta Protegida; Biome Conservation; The Brazil Program of the Inter American Dialogue; Instituto Kabu; Instituto Raoni
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15h20 16h10
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Kengiwe: Monitoreo Indígena para la Protección del Yasuní
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Nacionalidad Waorani del Ecuador (NAWE),
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16h15 17h05
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Sementes que Unem Povos: Vozes e Saberes Comunitários pela Restauração e Justiça Climática
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Redário, Rede de Sementes do Cerrado (RSC), Rede de Sementes do Xingu (ARSX), Coletores Geraizeiros / COOCREARP, Cooperuaçu, Coopere, Araticum (Articulação pela Restauração do Cerrado)
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17h10 18h00
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Arapaima gigas: Clima e Soluções Comunitárias
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Coletivo Pirarucu
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| 18h05 18h55 | Comunidades Tradicionais Quilombolas – justiça climática e resiliência para o bem viver | CONAQ – CMP – UNFFPA – FioCruz | |||||
| 19h00 19h50 | Agoecologia na Floresta Caatinga, uma experiência ancestral, árvores que curam e que alimentam. | APOINME | |||||
| Círculo dos Povos – Green Zone – 14/11 | |||||||
| Horário | Evento | Organização | |||||
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09h00 09h50
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Da erosão pelas marés à praga nas roças: desafios climáticos vivenciados pelos povos indígenas na fronteira Guiana Francesa-Brasil
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Instituto Iepé
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09h55 11h25
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Povos Indígenas e o Artigo 6: Perspectivas a partir do Programa Kuntari Katu
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IPAM
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11h30 12h20
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Das Periferias Para O Planeta: Ativismo Socioambiental como Estratégia de Justiça Climática
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Associação Comunitária da Comunidade Santa Clara, Coletivo Nosso Lugar em Gramame, Associação Jardim
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12h20 13h30
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Intervalo
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13h30 14h20
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O extrativismo justifica a transição energética? A exploração de lítio e as ameaças às populações indígenas: lições de Jujuy, Argentina.
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Land Coalition
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14h25 15h15
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Relato de Experiência do Projeto Tremembé no Clima
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Projeto Tremembé no Clima
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15h20 16h10
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Roda de Conversa e Cantada: tambores, economias, ancestralidade, desafios e soluções climáticas
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Cedenpa. Centro de Estudos e Desfesa do Negro do Pará.
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16h15 17h05
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A Palavra que Sustenta a Floresta: Território Guarani, Espiritualidade e Clima
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Comissão Guarani Ivyrupá
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17h10 18h00
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Lançamento do Plano de Ação para o Bem Viver – Mulheres Amazônidas Negras Decidem
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Movimento Mulheres Negras Decidem
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| 18h05 18h55 | Mobilidade, territorialidade e Justiça Climática para os povos ciganos no Brasil | MIR Associação Estadual de Etnias Cigana de MT (AEEC-MT) Associação Ciganos Itinerantes do Rio Grande do Sul (ACIRGS) e outras a confirmar |
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| 19h00 19h50 | Investimentos para recuperação florestal em Terras Indígenas na Amazônia: experiências e perspectivas | Secretária de Estado dos Povos Indígenas do Pará (SEPI) | |||||
| Círculo dos Povos – Green Zone – 15/11 | |||||||
| Horário | Evento | Organização | |||||
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09h00 09h50
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Auto demarcación y protocolo de consulta libre, previa e informada como mecanismo de protección territorial
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ORPIA
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09h55 10h45
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Hip-Hop, Meio Ambiente e Justiça Social: Vozes das Periferias pelo Clima”
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coletivo WestCoast RJ Brasil Hip-Hop, Flupp ( Festa Literária ), Instituto Ekloss e a Secretaria Municipal de Cultura do Município do Rio de Janeiro.
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10h50 11h40
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Mulheres negras e Saberes tradicionais no enfrentamento da crise climática
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Observatório de Povos de Terreiro, Coletivo Simbiose, Casa Coletivo Òba Labi
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11h45 12h35
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O cuidado das geleiras e as interconexões entre territórios, rios e montanhas sagradas
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Confederação Indígena Tayrona – CIT
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12h35 13h30
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Intervalo
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13h30 14h20
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Exibição e Show da Trilha Sonora do filme AMBIENTAL: “COMO VIVEM OS QUILOMBOLAS CHAPADA DIAMANTINA, BAHIA, BRASIL”
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CONAQ – FACINE- FESTIVAL DE CINEMA AMBIENTAL DA CHAPADA DIAMANTINA BAHIA
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14h25 15h15
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From Forest to Fork: Indigenous Voices on Soy Expansion and European Responsibility
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APIB
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15h20 16h10
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Juventudes e Cultura Viva pelo Clima: Cultura como Infraestrutura de Ação Climática
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Rede Nacional de Pontos de Cultura e Memória Rurais
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16h15 17h05
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Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Ambiental na Perspectiva dos Povos de Terreiro do Amapá
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Coletivo Utopia Negra
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17h10 18h00
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Lideranças pretas no ecossistema de impacto: transformando a economia com inteligência coletiva e ancestral
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Afroverde; CONEGRO;
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| 18h05 18h55 | Apresentação e Debate Oficial da Carta COP30 das Favelas | Coletivo Fala Akari, Terra Afetiva, Defensores do Planeta, Instituto Decodifica, TETO Brasil, Instituto PACS, ClimaInfo, Justiça Global, Urbamonde, International Center for Community Land Trusts + | |||||
| 19h00 19h50 | Fundos comunitários e para comunidades: em defesa do clima, da biodiversidade e do bem viver. | APOINME e Rede de Fundos Comunitários | |||||
| Círculo dos Povos – Green Zone – 17/11 | |||||||
| Horário | Evento | Organização | |||||
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09h00 09h50
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Axé e Agroecologia: Povos Tradicionais e Justiça Climática no Cerrado – FONSANPOTMA
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FONSANPOTMA-DF – Fórum Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional dos Povos Tradicionais de Matriz Africana Fiocruz – Fundação Oswaldo Cruz IFB – Instituto Federal de Brasília Ilê Odé Axé Opô Inle – Comunidade Tradicional de Matriz Africana
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09h55 10h45
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Fé, Clima e Territórios
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Rede de Terreiros pelo Meio Ambiente
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10h50 11h40
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Avanços, Desafios e Perspectivas da Garantia de Territórios Indígenas na Amazônia Brasileira e na Amazônia Venezuelana: Experiências da COIAB, sua Rede e da ORPIA
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COIAB
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11h45 12h35
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Diálogos Intergeracionais por uma Adaptação Climática Antirracista e Baseada no Acordo de Escazú
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Palmares Laboratório e Centro Brasileiro de justiça climática
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12h35 13h30
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Intervalo
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13h30 14h20
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Mulheres indígenas e proteção territorial: uma interseção necessária entre gênero e meio ambiente
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Instituto Amazonialerta; Women’s Earth & Climate Action Network – WECAN; e organização de mulheres da Terra Indígena Alto Rio Guamá.
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14h25 15h15
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Vozes do Sul: Conexões e Contrastes Indígenas na Luta por Território e Clima
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ARPINSUL
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15h20 16h10
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Territórios e Maretórios Costeiros e Marinhos: Soluções Vivas para o Clima
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CONFREM Brasil
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16h15 17h05
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Sem Cerrado, sem clima: saberes tradicionais e soluções climáticas territoriais
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Rede Cerrado
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17h10 18h00
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Proteger Povos Isolados é Proteger o Clima: Perspectivas Indígenas para a COP 30
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COIAB
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18h05 18h55
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A Resposta Somos Nós: Solidariedade Global em defesa dos povos, territórios e da vida
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GATC, Stop the Wall, COIAB, APIB, MST, Citafro
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19h00 19h50
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Anúncio de ações para povos e comunidades tradicionais
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Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima
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| Círculo dos Povos – Green Zone – 18/11 | |||||||
| Horário | Evento | Organização | |||||
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09h00 09h50
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REDES DE MULHERES COSTEIRAS E MARINHAS NA DEFESA DOS MARETÓRIOS JUSTIÇA CLIMÁTICA DE GENERO
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REDE DE MULHERES EXTRATIVISTAS PESQUEIRAS DA BAHIA
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09h55 10h45
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Quem cuida dos guardiões da floresta?
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EDS – Expedicionários da Saúde
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10h50 11h40
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Quando a Inovação caminha junto com os Saberes Ancestrais: Jovens Lideranças como ponte entre o agir local e o pensar global.
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Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ), Saboaria Rondônia, Coletivo Arte e Escola na Floresta e Jornada Amazônia – Fundação CERTI
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11h45 12h35
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“R-Existências Amazônicas: Ancestralidade, Território e Futuros Possíveis”
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Malungo, CEDENPA, MOCAMBO.
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12h35 13h30
|
Intervalo
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13h30 14h20
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Governança Territorial e Climática: Diálogos entre a PNGATI, a PNGTAQ e o Plano Nacional dos PCTs
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Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB)
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14h25 15h15
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Mulheres Indígenas e Emergências Climáticas: dos Territórios Tradicionais à Cooperação Internacional
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ANMIGA e GIZ
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15h20 16h10
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MiniCOPs: Crianças e adolescentes construindo soluções climáticas a partir dos territórios
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Instituto Alana
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16h15 17h05
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Povos da Floresta: Guardiões do Clima e a Certificação FSC na Amazônia
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Associação Agroextrativista das Comunidades da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã (AACRDSU); Coomflona (Cooperativa Mista da Flona Tapajós); Amazonbai; Serviço Florestal Brasileiro
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17h10 18h00
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Roots of Resistance: Afro-descendant Women Defending Climate and Biodiversity
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Waverley Street Foundation
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18h05 18h55
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Justiça Climática e Mineração: diálogos sobre os casos Samarco (Mariana – MG e Braskem (Maceió-AL)
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Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas -UFOP, Casa de Cultura Negra de Ouro Preto e Movimento Negro de Mariana
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19h00 19h50
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Indigenous Sovereignty and the Bioeconomy in the Climate Era
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Yawanawa Socio-Cultural Association, Forest Guardians Investment Accelerator (UNDP), GATC Women’s Movement, Amazon Investor Coalition, B Team
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| Círculo dos Povos – Green Zone – 19/11 | |||||||
| Horário | Evento | Organização | |||||
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09h00 09h50
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Território, Clima e Gênero: A Luta das Mulheres Indígenas Defensoras Ambientais no Brasil.
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FLACSO
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09h55 10h45
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Vida sustentável na Terra Indígena Yanomami e Ye’kwana: resultados das políticas de proteção social
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FUNAI
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10h50 11h40
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Afroturismo como Vetor de Justiça Climática e Proteção do Patrimônio Biocultural Brasileiro
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ActionAid e Diaspora.Black
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11h45 12h35
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Justiça Climática e Agroecologia: Propostas territoriais para a transformação dos sistemas alimentares
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ANA – Articulação Nacional de Agroecologia, Fase – Educação e Solidariedade, AS-PTA – Agricultura Familiar e Agroecologia
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12h35 13h30
|
Intervalo
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13h30 14h20
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CAR Quilombola: mapeando resistências e visibilizando Afroguardiões da Amazônia
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CONAQ
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14h25 15h15
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Território, Tecnologias Ancestrais e Justiça Climática: caminhos tecidos pelas mulheres quilombolas frente à mudança global do clima
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CONAQ, Instituto Perpetuar
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15h20 16h10
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Manifesto dos AfroVerdes: por uma ecopolítica negra, sustentável e justa
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Afroverde; CONEGRO;
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16h15 17h05
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Ciências Negras: Agências da ABPN face à crise climática global – Associação Brasileira de Pesquisadores Negros – ABPN
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Associação Brasileira de Pesquisadores Negros – ABPN; Coordenação das Associações das Comunidades Quilombolas do Pará – Malungu
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17h10 18h00
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Fonds Territorial du REPALEAC : l’accès direct au financement par les Peuples Autochtones pour sauver les forêts d’Afrique Centrale et du Bassin du Congo
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REPALEAC
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| 18h05 18h55 | Vozes da Mata Atlântica para a COP 30: audiovisual e roda de conversa | Universidade Federal do Sul da Bahia | |||||
| 19h00 19h50 | Educação Climática para Povos de Terreiro: Direitos, Saúde, Cultura e Clima | Rede Afroambiental | |||||
| Círculo dos Povos – Green Zone – 20/11 | |||||||
| Horário | Evento | Organização | |||||
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09h00 09h50
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Anúncio Oficial do Programa de Proteção de Terras Indígenas (PPTI)
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APIB
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09h55 10h45
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Fundo Mokambo na COP30 “Conectando os Valores Quilombolas à Pauta Climática Global”
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Fundo Mokambo
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10h50 11h40
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Liderança indígena em iniciativas estaduais de GATI: PEGATIPA e Patrimônio Cultural do Xingú (MT)
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SEPI e FEPIPA
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11h45 12h35
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Consulta Prévia Livre e Informada para Combater as Mudanças Climáticas
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FAOR – Fórum da Amazônia Oriental. Unipop – Instituto Universidade Popular
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12h35 13h30
|
Intervalo
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13h30 14h20
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Escola Afroclimática Mãe Beata de Iemanjá – Justiça Climática, Educação Afroambiental e Saberes Tradicionais
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Rede Afroambiental
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14h25 15h15
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Justiça climática a partir do fortalecimento e da defesa dos territórios quilombolas no Pará: experiências do Fundo Quilombola Mizizi Dudu e do Projeto Aquilombar
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Fundo Mizizi Dudu, Tenure Facility, GIZ, CNS, Fundo Baobá e outros a confirmar.
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15h20 16h10
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Carta dos Direitos Climáticos da Providência e da pequena África na COP 30
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Rolé dos Favelados, Aldeia Maracanã, UFRJ, Etnias do Porto, Eleven Produções, SECEC/RJ, CNPq, UFPR, UFPA, Secretaria Municipal de Cultura Rio,
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16h15 17h05
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Restauração Etnoecológica: recuperando ecossistemas e fortalecendo culturas
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Conservação Internacional
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17h10 18h00
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Povos tradicionais de Matriz africanas e os desafios da crise climática, soberania alimentar e a garantia de direitos.
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CNPCT
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18h05 18h55
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Community-Led Forest Economies in Tropical Forests: Centering Indigenous, Afrodescendant & Local Voices
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GATC
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19h00 19h50
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Terreiro Cabana de Rompe Mato: Ponto de Memória Ação Pró-ECOMUSEU SAGRADO e Escola Afro Per Ank Ntu
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Agro News
Exportações do agronegócio de Minas Gerais alcançam US$ 5,8 bilhões e mantêm estado entre líderes nacionais
Publicado
2 de junho de 2026, 22:30
As exportações do agronegócio de Minas Gerais somaram US$ 5,8 bilhões entre janeiro e abril de 2026, consolidando o estado entre os três maiores exportadores do setor no Brasil. No período, foram embarcadas 4,8 milhões de toneladas de produtos agropecuários para mais de 160 países.
Apesar da retração de 11,9% no valor exportado e de 9,3% no volume em comparação ao mesmo período de 2025, Minas Gerais respondeu por 10,6% das exportações do agronegócio brasileiro, mantendo posição de destaque no comércio exterior nacional.
Segundo análise da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), a redução está concentrada em segmentos específicos de grande representatividade, especialmente café e complexo sucroalcooleiro, enquanto diversas outras cadeias produtivas apresentaram crescimento.
Diversificação fortalece desempenho do agro mineiro
De acordo com a assessora técnica da Seapa, Manoela Teixeira, o resultado evidencia o avanço da diversificação das exportações do estado.
Segmentos como carnes, sementes, algodão, papel, animais vivos, couros, frutas e bebidas registraram desempenho positivo, contribuindo para ampliar a presença de Minas Gerais em diferentes mercados internacionais.
O estado também mantém liderança em importantes cadeias exportadoras. No primeiro quadrimestre, Minas respondeu por:
- 71% das exportações brasileiras de café;
- 30,5% dos produtos apícolas;
- 20,4% dos lácteos;
- 12,8% das rações para animais;
- 11,9% dos produtos hortícolas, leguminosas, raízes e tubérculos.
Ao todo, mais de 500 produtos diferentes foram comercializados no mercado internacional durante o período.
Café continua liderando exportações
O café permaneceu como principal produto da pauta exportadora mineira, gerando receita de US$ 3,2 bilhões.
Foram embarcadas aproximadamente 7,4 milhões de sacas ao exterior, porém o segmento registrou retração de 17,5% em valor e de 26% em volume na comparação com o primeiro quadrimestre do ano anterior.
Mesmo com a queda, o produto continua sendo o principal responsável pelo desempenho do agronegócio estadual e pela forte presença mineira no comércio internacional.
Complexo soja mantém segunda posição
O complexo soja, formado por grãos, farelo e óleo, ocupou a segunda colocação entre os produtos mais exportados pelo estado.
As vendas externas totalizaram US$ 1,14 bilhão, com embarques de 2,71 milhões de toneladas.
Em relação ao mesmo período de 2025, houve redução de 2,8% na receita e de 8,9% no volume exportado.
Carnes lideram crescimento entre os principais setores
O grande destaque positivo do quadrimestre foi o segmento de carnes bovina, suína e de frango.
As exportações do setor alcançaram US$ 576,7 milhões e 160 mil toneladas, representando crescimento de 8,2% em valor e de 0,7% em volume.
A valorização da carne bovina no mercado internacional foi um dos principais fatores responsáveis pelo avanço da receita, reforçando a importância do segmento na pauta exportadora mineira.
Complexo sucroalcooleiro registra retração
As exportações do complexo sucroalcooleiro somaram US$ 268,7 milhões entre janeiro e abril.
O resultado representa queda de 22,9% na receita e recuo de 2,7% no volume embarcado em comparação ao mesmo período do ano passado.
A redução do valor médio da tonelada exportada foi um dos fatores que mais contribuíram para o desempenho negativo do setor.
União Europeia permanece principal destino
A União Europeia consolidou-se como o principal mercado para os produtos do agronegócio mineiro.
O bloco econômico importou US$ 1,7 bilhão em produtos do estado no primeiro quadrimestre, equivalente a 29,6% de toda a pauta exportadora do agro mineiro.
Na comparação anual, houve queda moderada de 2,9% no valor e de 2,5% no volume embarcado.
O café continua dominando as vendas para o mercado europeu, representando 94,4% do valor exportado ao bloco.
Por outro lado, alguns segmentos vêm ampliando sua participação. Os produtos florestais registraram crescimento de 42,8% na receita, enquanto as exportações de carnes mais que dobraram, indicando oportunidades de diversificação e agregação de valor.
Mercosul amplia volume importado
Os países do Mercosul — Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia — adquiriram US$ 82 milhões em produtos do agronegócio mineiro no período.
Embora a receita tenha recuado 2,1%, o volume exportado cresceu 10,1%, refletindo ajustes nos preços médios dos produtos comercializados.
A Argentina respondeu por 63,2% das compras do bloco, seguida por Uruguai, Paraguai e Bolívia.
Diferentemente da União Europeia, a pauta exportadora para o Mercosul apresenta maior diversidade. O café representa 38,3% das vendas, seguido por cacau e derivados, carnes, produtos vegetais, hortaliças, tubérculos, produtos florestais e alimentos processados.
Essa característica amplia as oportunidades para a indústria agroalimentar mineira, especialmente em segmentos de maior valor agregado, como bebidas, chocolates, lácteos e cafés especiais.
Perspectiva
Mesmo diante da retração observada no primeiro quadrimestre, Minas Gerais mantém posição estratégica no comércio exterior do agronegócio brasileiro. A força do café, o avanço das exportações de carnes e a crescente diversificação da pauta exportadora reforçam a competitividade do estado e ampliam as oportunidades de crescimento em mercados internacionais cada vez mais exigentes.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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