Mato Grosso

Confira as regras de participação do Prêmio de Jornalismo do Governo de MT

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Reportagens e fotografias publicadas a partir de 1º de agosto de 2025 poderão disputar o Prêmio Anual de Jornalismo do Governo de Mato Grosso até a data de encerramento das inscrições. O projeto de lei que cria o prêmio ainda deve passar por segunda votação na Assembleia Legislativa e na sequência o edital será publicado.

A premiação busca reconhecer, valorizar e incentivar os profissionais da imprensa que mais se destacaram na produção de conteúdos jornalísticos que valorizem o Estado de Mato Grosso. O tema central da premiação é “Políticas Públicas Estaduais inovadoras que tornaram Mato Grosso um lugar melhor para se viver”.

Os assuntos das reportagens e fotografias, relacionados ao tema central, podem estar nos seguintes eixos temáticos: Infraestrutura, Social, Meio Ambiente, Educação, Empreendedorismo, Agricultura, Saúde, Cultura, Esporte, Segurança, Ciência e Tecnologia e Turismo.

A premiação será dividida em cinco categorias:

  • Jornal impresso: para reportagens em texto publicadas em jornais e revistas;
  • Internet: para reportagens publicadas em sites;
  • Vídeo: para reportagens veiculadas em canais de televisão ou publicadas em plataformas digitais de vídeo, sendo possível também episódios de podcasts publicados em plataformas de vídeo;
  • Áudio: para reportagens em áudio veiculadas em emissoras de rádio, sendo também aceitos episódios de podcast publicados em plataformas de streaming;
  • Fotografia: para a melhor foto ou série de fotos publicadas em veículo impresso ou digital.
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As inscrições para o prêmio serão gratuitas e deverão ser realizadas pela plataforma oficial a ser disponibilizada no site da Secom. Cada jornalista ou fotógrafo pode se inscrever em duas categorias, sendo que, em cada uma delas, é necessário apresentar um trabalho distinto.

Os vencedores ganharão prêmios em dinheiro, cujos valores serão divulgados no edital e estarão entre os maiores do Brasil.

A primeira edição do Prêmio de Jornalismo levará o nome do jornalista Ademar Andreola. A categoria Fotografia, de forma excepcional, levará o nome do fotojornalista Marcos Vergueiro. As homenagens são um reconhecimento às contribuições relevantes de ambos para a comunicação e memória jornalística de Mato Grosso.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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