Mato Grosso

Confira edital do concurso para preenchimento de 1.500 vagas de professor com salários que podem chegar a R$17 mil

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) publicou, em edição extra do Diário Oficial desta quarta-feira (02.4), edital do concurso público para provimento de 1.500 vagas no quadro de professores da educação básica do Estado. O salário varia de R$ 3.671,84 a R$ 17.078,40.

A jornada de trabalho será de 20h ou 40h semanais, conforme o cargo e a habilitação exigidos e previsões de normativos em vigência.

As inscrições ficarão abertas no período de 10 de abril a 08 de maio de 2025. O valor da taxa de inscrição será de R$ 150,00 (cento e cinquenta reais) para todos os cargos.

O prazo para pedido de isenção da taxa vai de 10 a 14 de abril. Para isso, o candidato deverá preencher o formulário eletrônico indicado no edital, além de, obrigatoriamente, cumprir todos os requisitos.

O prazo de validade do concurso é de seis meses, prorrogável por igual período e o certame será executado Pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Das vagas ofertadas e das que vierem a ser criadas durante o prazo de validade do concurso, 20% (vinte por cento) serão reservadas aos candidatos que se autodeclararam negros (pretos ou pardos) e 10% ficam reservadas aos candidatos com deficiência.

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O Concurso será realizado de acordo com as seguintes etapas: Prova Objetiva, de caráter eliminatório e classificatório; Prova Discursiva, de caráter eliminatório e classificatório; Prova Prática, de caráter eliminatório e classificatório; Avaliação de Títulos, de caráter classificatório; Perícia Médica; e Heteroidentificação.

A publicação do resultado final do concurso público será no dia 16 de dezembro de 2025.

Confira o edital em anexo

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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