Educação

Conheça as ações do MEC de combate ao bullying na escola

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A escola é um espaço de aprendizagem, convivência e construção social. Neste 7 de abril, quando é celebrado o Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência na Escola, o Ministério da Educação (MEC) reforça a importância de promover ambientes educacionais cada vez mais respeitosos, seguros e acolhedores para estudantes, educadores e toda a comunidade escolar. 

Para isso, o MEC tem desenvolvido iniciativas voltadas ao fortalecimento da convivência escolar e à construção de uma cultura de paz nas escolas brasileiras. As ações integram o Programa Escola que Protege (ProEP), principal estratégia de operacionalização do Sistema Nacional de Acompanhamento e Combate à Violência nas Escolas (SNAVE). A proposta do programa parte do entendimento de que nomear, reconhecer e dialogar sobre as violências é o primeiro passo para preveni-las e enfrentá-las de forma efetiva. 

O bullying é uma forma recorrente de violência entre pares, caracterizada por comportamentos agressivos e excludentes que se repetem ao longo do tempo e podem ser naturalizados em determinados contextos sociais. Frequentemente associado ao ambiente escolar, pode afetar a saúde física e mental dos estudantes envolvidos, causando impactos emocionais, psicológicos e até físicos. 

Essas situações costumam se manifestar por meio de comportamentos indesejados e repetidos entre alunos – ou entre eles e profissionais da educação. No ambiente digital, essas manifestações tomam a forma do cyberbullying, ampliando os efeitos da violência devido à rápida disseminação das agressões e à dificuldade de remoção dos conteúdos. 

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Ações do MEC – Entre as iniciativas do ProEP está a série Escola que Protege, produzida pelo Canal Educação, a TV do MEC. A produção aborda a segurança nas escolas e promove reflexões sobre diferentes formas de violência no ambiente escolar, além de apresentar estratégias de prevenção e enfrentamento. 

Outra iniciativa é a Semana Nacional de Convivência Escolar, que mobiliza redes de ensino e escolas em todo o país para a realização de atividades educativas voltadas à promoção do respeito, do diálogo e da cultura de paz no ambiente escolar. 

O MEC também promoveu, em 2025, o Seminário Internacional de Enfrentamento ao Bullying, espaço de debate que reúne especialistas, educadores e gestores públicos para discutir o fenômeno e compartilhar experiências voltadas ao desenvolvimento de políticas públicas de prevenção à violência nas escolas.  

Além disso, o ministério também disponibiliza materiais orientadores voltados a gestores, professores e equipes escolares. Os conteúdos incluem guias explicativos sobre bullying e convivência escolar, protocolos de enfrentamento e orientações práticas sobre como agir diante de casos identificados, contribuindo para fortalecer a capacidade das escolas de prevenir, identificar e enfrentar situações de violência. 

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Escola que protege – O programa Escola que Protege tem como objetivo fortalecer a capacidade das redes de ensino para prevenir e enfrentar a violência nas escolas. Ele visa promover a formação continuada de profissionais da educação, fomentar a construção de planos de enfrentamento à violência e respostas a emergências, além de assessorar as redes de ensino em casos de ataques de violência extrema. 

Ele foi criado em conformidade com a Lei nº 14.643/2023, instituído pela Portaria Interministerial MEC/MJSP nº 1/2025, e é a principal iniciativa do Ministério da Educação (MEC) na operacionalização do Sistema Nacional de Acompanhamento e Combate à Violência nas Escolas (Snave). 

O programa oferece formações temáticas para os profissionais da educação, orienta a elaboração de planos de prevenção e resposta, além de promover a cultura de paz e a convivência democrática. Também fornece apoio psicossocial às comunidades escolares afetadas pela violência, incentivando práticas de acolhimento e respeito à diversidade, e fomenta a criação e a manutenção de espaços de participação estudantil e assembleias. Essas e outras formas de engajamento da comunidade são essenciais para a identificação precoce de situações de risco e para o desenvolvimento de soluções colaborativas que levem ao enfrentamento da violência. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) 

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

Formadores de Moçambique participam de formação na Rede Federal

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A Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica recebe, a partir desta terça-feira, 29 de setembro, 73 formadores moçambicanos para a etapa presencial do Programa de Fortalecimento da Educação Profissional e Tecnológica de Moçambique (Bramotec). A formação será realizada até 29 de outubro de 2026, em nove institutos federais, com conteúdos relacionados ao desenvolvimento sustentável e à inovação tecnológica do ensino técnico agrícola. 

Docentes e gestores da educação profissional moçambicana irão compor a formação. A quarta edição do programa é organizada em duas etapas: a primeira ocorreu de forma virtual, entre 14 e 18 de setembro, e a segunda foi ministrada de modo presencial. Os participantes cursam uma especialização lato sensu em ciências agrárias e são distribuídos por diferentes campi da Rede Federal. 

Durante a formação, serão abordados temas como processamento de cereais, frutas e leguminosas; análise química e física de solos; fertilização e produção de compostos orgânicos; sistemas de irrigação; controle de pragas e doenças; e mecanização agrícola. 

Nesta edição, participam nove institutos federais: 

  • Instituto Federal Baiano (IF Baiano);  
  • Instituto Federal Fluminense (IFF);   
  • Instituto Federal Goiano (IF Goiano);   
  • Instituto Federal do Amapá (Ifap); 
  • Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS);  
  • Instituto Federal do Pará (Ifpa);   
  • Instituto Federal do Sertão Paraibano (IFSertãoPB);  
  • Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais (IF Sudeste MG);  
  • Instituto Federal do Sul de Minas Gerais (IFSULDEMINAS). 
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O Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif) articula, em parceria com os institutos federais, o acolhimento e a recepção de formadores nos campi de todo o país. 

Como funciona – O Bramotec é uma iniciativa de cooperação entre instituições brasileiras e moçambicanas voltada à formação de docentes e gestores da educação profissional. Nesta edição, a formação tem como foco as ciências agrárias e prevê a preparação de formadores para atuação no ensino técnico-profissional. 

Para a participação na etapa presencial, foram providenciados vistos de cortesia e emissão de CPF para os integrantes da turma. A documentação permite o registro dos participantes nos sistemas acadêmicos dos institutos federais. 

Cooperação – A cooperação técnica entre Brasil e Moçambique na área da educação profissional começou em 2017, com participação da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) e do Conif. As edições anteriores do programa tiveram formações nas áreas de mecanização agrícola, design de interiores e construção civil. 

A quarta edição é realizada em parceria entre o Ministério da Educação (MEC), por meio da Setec e da Assessoria Internacional (AI), a Agência Brasileira de Cooperação (ABC) e o Ministério da Educação e Cultura de Moçambique. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da AI e da Setec 

Fonte: Ministério da Educação

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