Mato Grosso

Controladoria realiza curso prático de auditoria para controladores e auditores municipais

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A Controladoria Geral do Estado de Mato Grosso (CGE-MT) realizou o curso prático de Auditoria Segundo a Estrutura Internacional de Práticas Profissionais (IPPF), voltado a auditores e controladores municipais. O treinamento aconteceu nesta sexta-feira (12.07), em comemoração aos 45 anos do órgão.

O treinamento teve como objetivos disseminar as normas internacionais de auditoria, desenvolver competências técnicas, estimular a adoção prática dessas normas e fortalecer o relacionamento institucional da CGE com a Associação dos Auditores e Controladores Internos dos Municípios de Mato Grosso (Audicom).

O curso, ministrado pelo auditor do Estado Marcelo Henrique da Silva Soares, abordou temas, como Introdução às Normas Internacionais de Auditoria, Estrutura da IPPF, Princípios, Normas, Código de Ética, Importância da Conformidade com as Normas, Benefícios da Conformidade, Consequências da Não Conformidade, Ética e Integridade na Auditoria, entre outros.

Para o auditor, o treinamento difunde as normas técnicas de auditoria e desenvolve as competências necessárias para a aplicação do que foi aprendido.

“A adoção prática dessas normas eleva a qualidade das auditorias internas conduzidas por nossos membros, promovendo maior transparência, ética e conformidade. Além disso, fortalece o relacionamento institucional da Audicom, criando uma base sólida para a cooperação e o desenvolvimento contínuo de nossas práticas profissionais. Em última análise, a capacitação proporcionada por este curso é fundamental para aprimorar nossos processos, garantindo uma atuação ainda mais eficiente e eficaz”, afirmou.

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A capacitação foi realizada pela Superintendência de Avaliação e Consultoria em Educação e Segurança Pública da CGE, e essa iniciativa representa um passo significativo na melhoria contínua das auditorias internas em Mato Grosso.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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