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Coordenadoria da Mulher do TJMT inicia campanha contra a violência doméstica e familiar

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A campanha de enfrentamento à violência contra a mulher do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, através da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Poder Judiciário (Cemulher/TJMT), foi iniciada neste dia 1° de novembro. A ação será veiculada ao longo do mês em todas as redes sociais do TJMT para conscientizar a população de como as vítimas podem procurar ajuda e quais são as condutas de autores de agressão contra mulher.
 
A primeira publicação da campanha traz uma mensagem impactante sobre quem não denuncia a violência contra a mulher. No material está a fase: “O silêncio torna mais forte a agressão. A denúncia é sua principal aliada no enfrentamento à violência doméstica”.
 
O post, que pode ser acessado pelo Instagram oficial do TJMT (@tjmtoficial), ainda traz na legenda que “romper o ciclo de violência é um desafio para a mulher vítima de agressão. Frágeis e isoladas, muitas não têm forças para recorrer às autoridades”.
 
A iniciativa reforça que, quando o assunto é violência doméstica contra a mulher, o silêncio pode ser fatal e determinante para que as agressões se tornem ainda mais frequentes, mais graves e cheguem até a um desfecho ainda pior. A violência contra a mulher é combatida por meio de denúncias.
 
No Portal da Cemulher-MT você tem acesso a todas as ações e iniciativas do órgão que atua há 12 anos no enfrentamento da violência doméstica e familiar, e também participa ativamente na articulação com órgãos governamentais e entes não-governamentais municipais, estaduais e nacionais para ampliar os esforços no enfrentamento e prevenção à violência.
 
 
#ParaTodosVerem: Este post possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência. Descrição: Imagem colorida com fundo verde. Na parte superior há o selo: “NÃO SE CALE! DENUNCIE. DISQUE 180 OU 190”. Ao centro da imagem tem o texto: “O silêncio torna mais forte a agressão. A denúncia é sua principal aliada no enfrentamento à violência doméstica”. Assina a peça o logo do Poder Judiciário de Mato Grosso e da Cemulher TJMT.
 
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Dislexia e TDAH: leitura pode se tornar um desafio e exige olhar inclusivo do poder público

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A dificuldade para ler e compreender textos, que para muitos passa despercebida, pode ser um obstáculo significativo para pessoas com dislexia e TDAH. O tema foi abordado no podcast Prosa Legal, da Rádio do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), em entrevista com a psicóloga do Departamento de Saúde, Gisele Ramos de Castilho Teixeira. Durante a conversa, ela destacou os desafios enfrentados por esse público e reforçou o papel do setor público na construção de uma comunicação mais inclusiva.

Logo no início da entrevista, a psicóloga explicou que a leitura pode gerar cansaço e dificultar a compreensão. “A principal dificuldade é a fadiga e a impulsividade. Quando a pessoa com dislexia lê, muitas vezes ela tenta adivinhar o que está lendo. Ela tem dificuldade de decodificar a letra, troca ‘p’ por ‘b’, por exemplo. Isso traz muitas consequências cognitivas, tanto para a criança quanto para o adulto”, afirmou.

Papel do setor público

Ao falar sobre inclusão, Gisele Teixeira foi direta em destacar a responsabilidade das instituições públicas. Para ela, é o setor público quem deve criar políticas que garantam o acesso e o pertencimento dessas pessoas na sociedade.

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“Quem faz as políticas é o setor público. Então, é preciso ter esse olhar afetivo, esse olhar diferenciado. É isso que vai fazer com que a pessoa com alguma deficiência consiga se incluir, consiga, por exemplo, pesquisar um processo no site do Tribunal de Justiça”, disse.

A psicóloga ressaltou que essas ações são fundamentais para que essas pessoas se sintam parte da sociedade e tenham seus direitos garantidos, especialmente no acesso à informação.

Acesso e ferramentas

Durante a entrevista na Rádio TJMT, também foi destacada a importância de pensar em formas de facilitar o acesso à leitura e à informação. Segundo ela, pessoas com dislexia e TDAH podem perder o foco com textos longos e ter dificuldade de manter a atenção.

“O TDAH é a questão da atenção. Muitas vezes, a pessoa começa a ler um texto grande e perde o foco. Já na dislexia, ela não consegue ver a palavra como quem não tem essa dificuldade vê. Ela começa a trocar letras, a adivinhar”, explicou.

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Orientação e busca por ajuda

Ao final da conversa, Gisele orientou que o primeiro passo é se conhecer e buscar ajuda especializada. Ela destacou a importância de dividir a leitura em partes menores e respeitar os próprios limites.

“Se a pessoa pega um texto muito grande, muitas vezes ela não tem foco. Então, é importante trabalhar por partes e se conhecer no dia a dia. E, principalmente, aceitar essa condição para buscar ajuda”, orientou.

A psicóloga também lembrou que esse apoio pode envolver diferentes profissionais. “É uma busca com fonoaudiólogo, com psicopedagogo, com terapia. Muitas vezes até com medicamentos. Essa rede de apoio é importante para cada um desses casos”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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