Mato Grosso

Corpo de Bombeiros combate incêndio em área urbana e alerta proibição do uso do fogo

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) atuou, nesta terça-feira (20.5), no combate a um incêndio em vegetação rasteira em um terreno urbano localizado na Avenida Centro-Oeste, no bairro Santa Genoveva, em Confresa (a 1.048 km de Cuiabá).

Ao chegarem ao local, os militares do 2º Núcleo Bombeiro Militar (2ºNBM) constataram focos ativos de chamas com propagação moderada e presença de grande quantidade de material combustível seco, o que favorecia a expansão do fogo.

A equipe realizou o combate direto às chamas utilizando o canhão de água da viatura, extinguindo completamente os focos remanescentes. Foram empregados aproximadamente 500 litros de água na operação.

Após o controle total do incêndio, foi feita a varredura da área, sem registro de danos a edificações, vítimas ou riscos adicionais à população.

Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça que o uso do fogo em áreas urbanas é proibido durante todo o ano, conforme a legislação ambiental vigente. A prática é considerada infração e pode gerar autuações e multas.

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Além dos danos ambientais, as queimadas urbanas colocam em risco a saúde da população, aumentam os atendimentos hospitalares por problemas respiratórios e contribuem para a poluição do ar.

Em caso de incêndio em área urbana, a população deve acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros Militar pelo telefone 193.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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