Mato Grosso

Corpo de Bombeiros combate incêndio em concessionária em Primavera do Leste

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na noite desta terça-feira (27.08), um incêndio em uma concessionária de máquinas e equipamentos agrícolas no município de Primavera do Leste (a 234,3 km de Cuiabá). Não houve feridos.

A equipe da 6ª Companhia Independente Bombeiro Militar (6ª CIBM) foi acionada, pelo número 193, por um funcionário da empresa. Ele relatou que as chamas começaram em um escritório onde estavam servidores de sistemas elétricos. O incêndio ocorreu durante a manutenção de uma solda.

No local, os bombeiros identificaram que o foco do incêndio estava restrito a sala que, além dos servidores de sistemas elétricos, continha pastas, arquivos e outros materiais inflamáveis.

Os bombeiros adentraram a área atingida e realizaram o combate direto com extintores de Pó Químico Seco para evitar riscos adicionais, como curto-circuitos e choques elétricos, uma vez que o incêndio já havia atingido os servidores dos sistemas.

Após controlar as chamas, a equipe removeu o material danificado da sala para isolar a área e preservar os equipamentos não atingidos, assim como o servidor elétrico. Com o surgimento de pequenas reignições, os militares utilizaram água para extinguir completamente o fogo.

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Além disso, os bombeiros militares orientaram os funcionários sobre o manejo adequado de extintores de classe C, que são apropriados para incêndios envolvendo equipamentos elétricos. Não houve vítimas nesta ocorrência.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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