Mato Grosso

Corpo de Bombeiros divulga resultado preliminar das provas objetivas para bombeiros temporários

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) divulgou, nesta quarta-feira (5.11), o resultado preliminar das provas objetivas do processo seletivo simplificado destinado à formação de cadastro de reserva para o cargo de soldado BM de 2ª Classe Temporário, nas especialidades de auxiliar e condutor. Confira aqui.

A publicação apresenta a relação dos candidatos com suas respectivas notas obtidas. As provas de ambas as especialidades têm pontuação máxima de 50 pontos. O candidato que não atingiu a pontuação mínima de 40% do total de pontos da prova objetiva será eliminado do processo seletivo.

Já os candidatos aprovados nesta fase serão convocados para o Teste de Aptidão Física (TAF), programado para ocorrer entre os dias 10 e 16 de novembro. Posteriormente, será realizada a Investigação Social e Documental. Todas as etapas e seus respectivos resultados serão divulgados no site oficial do processo seletivo.

Uma vez aprovados e incorporados à tropa, os militares temporários irão reforçar a capacidade de resposta, ampliando a presença da corporação em todo o Estado. Eles irão atuar tanto em unidades operacionais já em funcionamento quanto em novas unidades que serão inauguradas em diferentes regiões de Mato Grosso.

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Entre os municípios que receberão reforço no efetivo estão Poconé, Água Boa, Comodoro, Lucas do Rio Verde, Sorriso e Campo Novo do Parecis. Além deles, outras cidades ganharão novas unidades, como Sapezal, Juara, Canarana, Mirassol D’Oeste, Querência, Tapurah, Aripuanã e Paranatinga.

A remuneração oferecida é de R$ 3.602,23, acrescido de auxílio-alimentação no valor de R$ 486,14. A carga horária poderá ser cumprida em regime de escala operacional ou expediente administrativo, conforme a necessidade da corporação.

Veja aqui o edital e todas as etapas do seletivo já realizadas

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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