Mato Grosso

Corpo de Bombeiros localiza três vítimas de afogamento no Rio Pindaíba

Publicado

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) localizou, neste sábado (19.7), os corpos das duas vítimas de afogamento que ainda estavam desaparecidas após o naufrágio de uma canoa no Rio Pindaíba, na região do Route Campestre, em Cocalinho (a 788,5 km de Cuiabá), ocorrido na última quinta-feira (17.7).

O acidente envolveu três pessoas, sendo dois adultos e uma criança de seis anos, que estavam em uma canoa que virou durante a travessia do rio. Após o naufrágio, as vítimas submergiram e não foram mais vistas.

O 4º Comando Regional de Bombeiros Militar (4ºCRBM) foi acionado e equipes especializadas em operações aquáticas iniciaram as buscas pelas vítimas.

Após esforço concentrado das equipes, o corpo da criança foi localizado e resgatado ainda na tarde de sexta-feira (18), sendo entregue à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) para os procedimentos cabíveis. Já no sábado (19), os bombeiros militares retomaram as buscas e localizaram os dois adultos que estavam desaparecidos.

Leia mais:  Projeto Condutores do Amanhã encerra 1ª edição com premiação e plano de expansão para mais escolas estaduais

Os corpos também foram entregues às autoridades competentes, encerrando a operação com o resgate das três vítimas. Além dos bombeiros militares e a Politec, a Polícia Judiciária Civil (PJC) prestou apoio durante toda a ocorrência.

Fonte: Governo MT – MT

Comentários Facebook
publicidade

Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Publicado

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia mais:  Politec identifica corpo localizado às margens da MT-140 como de jovem sequestrado em Santa Carmem

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia mais:  Projeto Condutores do Amanhã encerra 1ª edição com premiação e plano de expansão para mais escolas estaduais

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana