Mato Grosso

Politec identifica corpo localizado às margens da MT-140 como de jovem sequestrado em Santa Carmem

Publicado

A Gerência de Identificação da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) de Sinop confirmou que o corpo encontrado em avançado estado de decomposição, na última quinta-feira (19.12), às margens da MT-140, pertence a Vitor Hugo da Silva Marques, de 20 anos. O resultado de identificação saiu na última sexta-feira (20.12).

O jovem foi sequestrado no dia 04 de dezembro, em um alojamento de uma empresa, em Santa Carmem.

A identificação foi realizada por meio da necropapiloscopia. Mesmo diante do avançado estado de decomposição, em que grande parte dos tecidos já apresentava esqueletização, as servidoras da Politec empregaram diversas técnicas especializadas para confirmar a identidade.

De acordo com a papiloscopista Flávia França, o processo de identificação foi complexo, exigindo estratégias detalhadas para a recuperação de fragmentos de impressão papilar.

“Este resultado evidencia a relevância do conhecimento técnico aliado à dedicação dos profissionais envolvidos. Além de proporcionar a confirmação da identidade da vítima, reforça o papel essencial da Politec na resolução de casos complexos, contribuindo diretamente para a justiça e para oferecer conforto às famílias envolvidas”, afirmou.

Leia mais:  Mais de 36 mil estudantes da rede estadual de MT recebem a 4ª parcela do programa Pé-de-Meia

A Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), de Sinop, conduz as investigações para esclarecer as circunstâncias do crime.

Com a identidade confirmada, o corpo foi prontamente liberado para os procedimentos fúnebres.

Fonte: Governo MT – MT

Comentários Facebook
publicidade

Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Publicado

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia mais:  Governo de MT melhora infraestrutura de Colniza e fortalece saúde, educação e agricultura familiar

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia mais:  Força Tática prende homem em flagrante com 112 porções de drogas

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana