Mato Grosso

Corpo de Bombeiros resgata idosa desaparecida em mata fechada

Publicado

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) resgatou, nesta terça-feira (29.4), uma mulher de 66 anos que havia desaparecido em uma área de mata fechada no município de Guiratinga (a 330 km de Cuiabá).

O desaparecimento foi registrado por volta das 5h, quando uma equipe do 3º Batalhão de Bombeiros Militar (3º BBM) foi acionada para realizar buscas na região. Segundo informações de familiares, a vítima sofre de Alzheimer.

Imediatamente, uma equipe foi até o local indicado para reunir mais informações sobre o último ponto onde a vítima havia sido vista. Imagens de câmeras de monitoramento mostraram a vítima caminhando em direção à área de mata.

A partir dessas imagens, os militares iniciaram o rastreamento da região, encontrando marcas recentes de calçados compatíveis com os da desaparecida. Familiares, amigos e moradores da região também participaram das buscas, colaborando com os bombeiros militares durante a operação.

Após várias horas de trabalho em meio à vegetação densa, um dos integrantes da equipe visualizou a vítima nas margens de um riacho. Ela estava em pé, visivelmente debilitada e com sinais de fome e cansaço. A vítima foi resgatada com segurança e encaminhada ao hospital municipal, onde recebeu atendimento médico.

Leia mais:  Rotam prende homem com porções de maconha e pasta base de cocaína em Sorriso

Fonte: Governo MT – MT

Comentários Facebook
publicidade

Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Publicado

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia mais:  Rotam prende homem com porções de maconha e pasta base de cocaína em Sorriso

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia mais:  Feiras contempladas por edital da Secel que ocorrem em abril terão artesanato e apresentações culturais

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana