Mato Grosso

Corpo de Bombeiros socorre cinco vítimas de acidente na MT-140

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) socorreu, no domingo (10.5), cinco vítimas de uma colisão frontal seguida de tombamento envolvendo dois veículos na rodovia MT-140, próximo ao Trevo do Gardez, em Campo Verde (a 131 km de Cuiabá).

A equipe da 11ª Companhia Independente Bombeiros Militar (11ª CIBM), em conjunto com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), foi acionada por volta das 4h40 para atender à ocorrência com múltiplas vítimas.

No local, os bombeiros identificaram que o acidente envolveu a colisão entre uma caminhonete e uma van. O impacto provocou o tombamento lateral da van, além do acionamento de todos os airbags dos dois veículos.

Imediatamente, as equipes realizaram a segurança da cena, com o isolamento da área, o controle de riscos e a estabilização dos veículos para garantir o atendimento seguro às vítimas.

O condutor da van apresentava dores no peito e no ombro esquerdo, além de sangramento e vários ferimentos pelo corpo. Outra vítima foi encontrada na parte traseira da caminhonete, com dificuldades para respirar, inchaço no pescoço, ferimento na perna direita e dores no tórax.

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Uma terceira vítima foi encontrada caída ao chão, sonolenta e reclamando de dores no peito e na barriga. Já outras duas vítimas, incluindo o motorista da caminhonete, estavam conscientes e orientadas, relatando dores no peito, nas costelas e na região lombar.

Após os atendimentos iniciais, todas as vítimas foram encaminhadas ao Hospital Municipal de Campo Verde (HMCV). Não há informações sobre as circunstâncias do acidente.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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