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Corregedoria Participativa leva diálogo e propõe melhorias na Comarca de Marcelândia

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Um bate-papo franco entre os servidores da Comarca de Marcelândia, o juiz diretor do Fórum em substituição, Edson Carlos Wrubel Júnior, e integrantes da comitiva do programa Corregedoria Participativa marcou o início dos trabalhos desta edição, que ainda passará por Feliz Natal e Nova Ubiratã.
 
As atividades com o público interno da Comarca de Marcelândia ocorreram na manhã de segunda-feira (30 de setembro), no saguão do Fórum. Marcelândia é a 71ª comarca visitada pelo programa, criado pelo corregedor-geral da Justiça de Mato Grosso, desembargador Juvenal Pereira da Silva, com o objetivo de aproximar ainda mais o Judiciário da sociedade.
 
Na solenidade de abertura, o corregedor destacou a importância de ouvir as demandas e sugestões dos servidores para melhorar a prestação dos serviços da Justiça. “Nosso objetivo é proporcionar um momento de escuta. Queremos ouvir as demandas dos senhores, os desafios e as sugestões que possam ter para a melhoria das nossas unidades”, afirmou.
 
O juiz Edson Carlos Wrubel Júnior, que atua na Comarca de Itaúba e substitui a juíza Érica Camin, em licença-maternidade, recebeu a comitiva, agradeceu a visita e ressaltou o caráter participativo do programa. “Agradeço o trabalho da Corregedoria, que é, de fato, participativo. O olhar que a Corregedoria traz é para melhorarmos nossas rotinas. Espero que a contribuição traga frutos para toda a população de Marcelândia”, destacou.
 
A juíza auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça, Christiane Costa Marques Neves, que integra a comitiva, apresentou resumidamente as atribuições do seu gabinete e destacou projetos relacionados à adoção e proteção de crianças acolhidas.
 
Em nome dos servidores, a gestora da Vara, Lovainie Zeretki, expressou agradecimento pela visita e sublinhou a importância do apoio da CGJ. “Ficamos felizes com a vinda da Corregedoria, principalmente pelo fato de vir para somar, indicar caminhos e mostrar ferramentas para conseguirmos melhorar nossos indicadores.”
 
O juiz auxiliar Emerson Cajango apresentou o projeto “POTE” aos servidores, relembrando que as ferramentas PJe, Omni, Teams e Excel são verdadeiros aliados na otimização do trabalho nas unidades de 1º Grau. “Todas essas ferramentas estão à disposição dos servidores e magistrados. Com uma boa análise do cenário e alguns ajustes, podemos elevar nossa produtividade”, explicou ao falar sobre gestão de gabinete e secretaria.
 
No período vespertino, a juíza auxiliar esteve na Casa de Acolhimento Anjo da Guarda, acompanhada pela assessora Maria Alice Zampieri. Elas foram recepcionadas pela coordenadora da casa, a assistente social Ozana de Abreu.
 
Enquanto os servidores receberam treinamento ministrado pelo servidor Marcos Girão sobre as ferramentas, o corregedor realizou visitas institucionais à Prefeitura e à Promotoria de Marcelândia. Durante os encontros com o prefeito Celso Luiz Padovani e o promotor Thiago Marcelo dos Santos, foram tratados temas como regularização fundiária e judicialização da saúde. No final do dia, o corregedor recebeu no Fórum o representante da OAB, Reginaldo Alves.
 
Paralelamente, o servidor João Victor Ribeiro, do gabinete do juiz Emerson Cajango, conduziu as correições presenciais nas unidades, conforme determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: Foto 1 – Vertical colorida. Corregedor está em pé e explica o objetivo do programa Corregedoria Participativa. Foto 2 – Horizontal colorida da comitiva, servidores e magistrados em frente ao Fórum. Foto 3- Vertical colorida. Corregedor e promotor posam em frente a sede das promotorias.

Alcione dos Anjos
Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Canal e registro garantem sigilo e proteção à vítima de assédio e discriminação

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Arte gráfica roxa aborda assédio e não violência, com ilustração de pessoas e informações institucionais.Possíveis casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação ocorridos no âmbito do Poder Judiciário de Mato Grosso devem ser informados e são apurados por uma das Comissões de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, que tem como premissa básica de sua atuação o acolhimento e o apoio à vítima.

O respeito integral à pessoa noticiante começa com o acatamento da sua vontade quanto a quaisquer encaminhamentos ou decisões. E tudo tramita de modo seguro e confidencial, por meio de escuta humanizada e ética, com o compromisso de manutenção do sigilo dos dados das vítimas e das informações por elas apresentadas. Essa conduta visa minimizar os riscos psicossociais e promover a saúde mental no trabalho.

A Instrução Normativa TJMT/PRES n. 4/2024 do TJMT, que regulamenta o processo de trabalho da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, garante que a escuta e o acompanhamento da pessoa que noticia caso de assédio ou discriminação observem métodos e técnicas profissionais, propiciando atenção humanizada e centrada na necessidade da pessoa noticiante, respeitando seu tempo de reflexão e decisão e fortalecendo sua integridade psíquica, autonomia e liberdade de escolha.

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O serviço de acolhimento, escuta, acompanhamento e orientação é prestado à pessoa que queira recebê-lo, independentemente se decidiu formalizar ou não a notícia do caso para as providencias cabíveis, ou seja, nada é feito sem o consentimento da vítima.

Vale destacar que a Resolução CNJ n. 351/2020 proíbe qualquer forma de retaliação contra a pessoa noticiante, seja a vítima, a testemunha ou qualquer indivíduo que, de boa-fé, relate, testemunhe ou colabore na apuração de condutas de assédio ou discriminação. A pessoa que pratica retaliação pode ser responsabilizada disciplinar ou funcionalmente, conforme a legislação aplicável.

Magistrados(as), servidores(as), estagiários(as), colaboradores(as) credenciados(as) e quaisquer outros prestadores(as) de serviços, independentemente do vínculo jurídico mantido, podem registrar casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação por meio de um formulário on-line, disponível na página da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação. Para acessá-lo, basta clicar no banner da Comissão, localizada na página inicial do portal do TJMT. Depois, clicar em “Canal de Manifestação”.

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Saiba mais sobre o assédio moral, assédio sexual e a discriminação no ambiente de trabalho no Guia de Combate ao Assédio, também disponível na página da Comissão, no portal do TJMT.

Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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