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Corvian reforça atuação na América Latina com novo diretor de negócios

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Novo diretor de negócios para a América Latina

A canadense Corvian anunciou a chegada de Guilherme Belardo como novo head e diretor de negócios para a América Latina. O executivo assume a liderança em um momento estratégico da companhia, que amplia sua atuação na região com foco em soluções tecnológicas para o agronegócio.

Trajetória sólida no agronegócio

Engenheiro agrônomo com formação e mestrado pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, além de doutorado pela Universidade Estadual Paulista, Belardo acumula mais de 25 anos de experiência no setor.

Ao longo da carreira, passou por grandes empresas do agronegócio, como AGCO, CNH Industrial, Monsanto e Bayer, consolidando expertise em diferentes segmentos da cadeia produtiva.

Corvian: foco em agricultura digital e inovação

A Corvian é uma empresa global voltada à agricultura digital e surgiu como nova marca corporativa de tecnologias da Farmers Edge. No Brasil, a companhia atua há quase uma década, oferecendo soluções inovadoras para o campo.

Serviços gerenciados e soluções tecnológicas

Com base no conceito de “Managed Services” (Serviços de Tecnologias Gerenciadas), a empresa desenvolve projetos personalizados para clientes corporativos. Entre as principais soluções estão:

  • Monitoramento agrícola por satélite
  • Tecnologias para gestão de riscos
  • Ferramentas voltadas a serviços financeiros e seguros
  • Otimização da produtividade agrícola
  • Eficiência na cadeia de insumos
  • Sustentabilidade socioambiental
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Essas soluções integram dados e tecnologia para apoiar decisões estratégicas no agronegócio.

Presença consolidada no Brasil

A Corvian mantém uma carteira com mais de 300 clientes no Brasil. Entre eles estão empresas de seguros, instituições de crédito agrícola, grandes produtores e corporações do setor.

A chegada de Belardo reforça a estratégia da companhia de expandir sua presença na América Latina e consolidar sua atuação como referência em inovação e agricultura digital.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cota de arrasto de praia da tainha é ampliada para 430 toneladas em Santa Catarina

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Foi publicado hoje (11), em edição extra do Diário Oficial da União, a portaria que amplia as cotas da tainha na modalidade de arrasto de praia em Santa Catarina para 430 toneladas. Essas cotas foram ampliadas após um processo de escuta da sociedade, por meio do Grupo de Trabalho de Acompanhamento da Safra, e com base em dados científicos.

Após o relato dos pescadores do estado de que, apesar do peixe ter sido abundante em algumas regiões, em outras a tainha não havia chegado devido às condições oceanográficas, o MPA realizou uma análise comparando a produção de tainha, neste ano, com dados históricos de produção.

Nessa avaliação, observou-se que dos 25 municípios costeiros, apenas três haviam atingido a produção de anos anteriores. Ou seja, os dados mostraram o que a população de Santa Catarina trazia nos relatos: muitos pescadores não conseguiram pescar.

Neste contexto, o Litoral Norte do estado foi o mais prejudicado, sem qualquer registro de produção de pescado em 12 municípios, dos 14 da região neste ano.

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Por conta disso, a partir da média entre as diferenças de produção atuais e dos dados históricos e, além disso, considerando o Rendimento Máximo Sustentável estabelecido na avaliação de estoque, foi estipulado o valor de cota adicional de:

230 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Araquari, Balneário Barra do Sul, Balneário Camboriú, Balneário Piçarras, Barra Velha, Bombinhas, Governador Celso Ramos, Itajaí, Itapema, Itapoá, Joinville, Navegantes, Penha, Porto Belo e São Francisco do Sul.

200 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Biguaçu, Florianópolis, Palhoça, Paulo Lopes, Garopaba, Imbituba, Laguna, Jaguaruna, Balneário Rincão, Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Balneário Gaivota e Passo de Torres.

Essa medida estabelece uma cota compartimentada para a região centro-norte e centro-sul de Santa Catarina, com o objetivo que garantir uma distribuição justa do recurso, com cotas maiores para aqueles que não pescaram, além de cotas para aqueles que ainda não atingiram uma produção suficiente neste ano.

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“Devido às condições climáticas, a tainha não chegou à mesa de muitos catarinenses. O Governo do presidente Lula tem compromisso com a participação social, com a escuta. Por isso, o governo tomou a decisão de ampliar as cotas. Vale reforçar que não se trata de uma medida politica. A nova cota foi baseada em informações técnicas.
Agora, para termos uma pesca sustentável, precisamos da colaboração de todos”, destacou o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo.

Este ano, a quantidade pescada em algumas regiões foi tão grande que o mercado sentiu os impactos: os preços caíram e houve relatos de desperdício.

Por conta disso é importante a sensibilização dos pescadores e pescadoras para que pesquem com responsabilidade e que aqueles que já capturaram permitam que a safra também seja farta para os outros profissionais.

O Ministério da Pesca e Aquicultura segue trabalhando para garantir a sustentabilidade da pescaria, a justiça social e o respeito a tradição da pesca da tainha no estado.

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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