Política Nacional

CPI do Crime inicia oitivas com Antônio Glautter e Lincoln Gakiya na quarta

Publicado

A CPI do Crime Organizado se reúne na quarta-feira (19), a partir das 9h, para ouvir o diretor de Inteligência Penal da Secretaria Nacional de Políticas Penais do Ministério da Justiça, Antônio Glautter de Azevedo Morais.

O requerimento para o convite a Antônio Morais (REQ 2/2025) foi apresentado pelo relator da comissão, senador Alessandro Vieira (MDB-SE). Para o relator, a contribuição de autoridades é imprescindível para que a CPI possa “construir um diagnóstico fidedigno da ameaça e avaliar a eficácia das políticas públicas em vigor”.

Na mesma reunião, a CPI vai ouvir o promotor de Justiça Lincoln Gakiya. O convite ao promotor de São Paulo também foi apresentado pelo senador Alessandro (REQ 3/2025). O senador informa que Gakiya é integrante do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e investiga o Primeiro Comando da Capital (PCC) desde o início da década de 2000. Segundo o senador, trata-se de um dos nomes que mais conhece a atuação da organização criminosa no Brasil.

Leia mais:  Executivo faz balanço positivo e prioriza segurança e fim da escala 6x1 em 2026

A CPI do Crime é presidida pelo senador Fabiano Contarato (PT-ES).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

Comentários Facebook
publicidade

Política Nacional

Líder do governo mantém posição contrária à ampliação do projeto de renegociação de dívida rural

Publicado

O líder do governo na Câmara, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), afirmou que é contrário à ampliação do escopo do projeto que trata da renegociação da dívida dos produtores rurais (PL 5122/23). O texto do Poder Executivo abrange apenas os que foram atingidos por eventos climáticos extremos nas últimas seis safras. Parlamentares da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) defendem que os produtores rurais atingidos por perda de receita também sejam enquadrados no projeto.

Segundo Pimenta, se o projeto for ampliado para outros produtores, eles não devem ter as mesmas taxas de juros, os mesmos prazos nem o mesmo teto de financiamento. O parlamentar participou de reunião com o presidente da Câmara, Hugo Motta, e os ministros da Fazenda e das Relações Institucionais, Dario Durigan e José Guimarães.

“É preciso garantir uma distinção clara entre quem teve perda apenas por causa do preço do produto, situação que atingiu todos, e os agricultores do Rio Grande do Sul e de alguns outros estados, que foram mais prejudicados porque perderam com a enchente e com a seca. Esses realmente precisam de uma carência maior, de um prazo maior e de um juro menor”, disse Pimenta.

Leia mais:  Cleitinho defende debate sobre escala 6x1

Ele afirmou ainda que o governo e os representantes do setor avançaram em vários temas, como a questão da flexibilização de garantias, incluindo as cooperativas, para que elas possam repassar aos produtores as mesmas condições de prazo, de juros e de recursos que consigam captar.

Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Wilson Silveira

Fonte: Câmara dos Deputados

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana