Educação

Curso de Formação de Diplomatas é credenciado como pós-graduação

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 A Portaria nº 907/2025, do Conselho Nacional de Educação (CNE), foi publicada, nesta quarta-feira (24), pelo Ministério da Educação (MEC), que confirma o Instituto Rio Branco (IRBr) como Escola de Governo e credencia o Curso de Formação de Diplomatas (CFD) como pós-graduação “lato sensu”.

A medida homologa o parecer do CNE e credencia a instituição para a oferta de cursos de pós-graduação lato sensu, fortalecendo a formação de quadros estratégicos para o Estado brasileiro. A instituição está localizada no Setor de Administração Federal Sul, em Brasília (DF), e é mantida pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE).

A portaria autoriza o credenciamento da Escola de Governo Instituto Rio Branco para ministrar cursos de especialização, nas modalidades presencial e a distância. O Instituto Rio Branco integra o Sistema de Escolas de Governo da União (SEGU) e a Rede Nacional de Escolas de Governo (RNEG), que reúne mais de 200 instituições públicas de ensino das esferas federal, estadual e municipal.

A publicação também confirma o Curso de Formação de Diplomatas (CFD) como curso de pós-graduação lato sensu, sob a denominação de Curso de Especialização em Diplomacia. O CFD é destinado à formação dos terceiros-secretários, cargo inicial da carreira diplomática, após aprovação no Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD). O credenciamento reforça a proposta educacional do Instituto Rio Branco, voltada à articulação entre fundamentos teóricos e práticas profissionais essenciais ao exercício da diplomacia.

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Instituto Rio Branco – Fundado em 18 de abril de 1945, o Instituto Rio Branco é a terceira academia diplomática mais antiga do mundo. Criado no ano do centenário de nascimento do patrono da diplomacia brasileira, José Maria da Silva Paranhos Júnior, o Barão do Rio Branco, o Instituto completou 80 anos em 2025, mantendo papel central na formação dos quadros diplomáticos do país e no fortalecimento da atuação internacional do Brasil.

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do MRE e da Assessoria de Assuntos Internacionais (AI) 

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

Carteira Nacional Docente do Brasil: saiba como emitir o documento

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Professores das redes pública e privada de ensino de todo o país que ainda não emitiram a Carteira Nacional Docente do Brasil (CNDB) podem solicitar gratuitamente o documento digital, que visa reconhecer oficialmente os profissionais do magistério e ampliar o acesso às políticas de valorização da carreira docente. Desde outubro de 2025, quando a emissão foi disponibilizada, já foram expedidas 860 mil carteiras.  

Com validade de dez anos em todo o território nacional, a CNDB integra o programa Mais Professores para o Brasil e reúne, em um único documento, a identificação profissional do docente e o acesso a benefícios exclusivos oferecidos pelo programa e por instituições parceiras, como descontos em atividades culturais e educacionais. 

Podem solicitar a CNDB professores em exercício com vínculo ativo em instituições de ensino reconhecidas, públicas ou privadas, da educação infantil ao ensino superior. Para emitir a carteira, é necessário possuir CPF regular junto à Receita Federal e cadastro ativo no e-Social realizado pela instituição empregadora. 

O documento funciona como identificação oficial, conferindo mais praticidade e segurança aos profissionais da educação. 

Como emitir a CNDB: 

A emissão é simples, gratuita e realizada de forma totalmente digital.  

  • O professor deve acessar a plataforma oficial do programa Mais Professores, utilizando uma conta Gov.br
  • Após o login, o sistema verifica automaticamente os critérios de elegibilidade, além de apresentar os dados cadastrais e o vínculo com a instituição de ensino. 
  • Em seguida, basta conferir as informações, preencher os dados de contato, tirar uma fotografia na própria plataforma e concluir a solicitação.    
  • Depois da validação, a versão digital da carteira fica disponível para acesso. 
  • Após a emissão da versão digital da CNDB, os solicitantes receberão a versão física em até 90 dias. 
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Caso seja identificada alguma divergência nas informações profissionais, o docente deverá solicitar a atualização dos dados junto à instituição de ensino onde mantém vínculo antes de concluir o processo. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria-Executiva (SE) 

Fonte: Ministério da Educação

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