Educação

Pé-de-Meia participa da ação Governo do Brasil na Rua no PI

Publicado

O Ministério da Educação (MEC) prestará atendimento sobre o programa Pé-de-Meia para a população de Teresina (PI), nesta sexta-feira e no sábado, 6 e 7 de março. A sétima edição do Governo do Brasil na Rua, iniciativa do governo federal que leva serviços públicos gratuitos diretamente às comunidades e fortalece o acesso a direitos, será realizada das 9h às 18h, no Ginásio Arena Verdão, na Rua Rui Barbosa, Centro (Norte). Não há necessidade de agendamento prévio e todos os serviços são gratuitos. 

A ação é coordenada pela Secretaria-Geral da Presidência da República (SGPR), em articulação com ministérios e órgãos federais. Em Teresina, a iniciativa conta com a parceria da Prefeitura Municipal de Teresina e do Governo do Estado do Piauí. 

Estão previstas 30 ações em diferentes regiões do país. O Governo do Brasil na Rua já passou por Brasília, São Paulo, Macapá, Campo Grande, Goiânia e Vitória, consolidando-se como uma estratégia de aproximação do Estado com a população e de fortalecimento da participação social.  

No espaço destinado ao MEC, o Pé-de-Meia ganha destaque como iniciativa de inclusão educacional e apoio à juventude. O programa, voltado a estudantes de baixa renda do ensino médio público, oferece incentivos financeiros para quem se matricula, frequenta a escola, conclui os estudos e participa do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Criado com o objetivo de promover a permanência e a conclusão da educação básica, o Pé-de-Meia beneficia mais de 4 milhões de jovens em todo o país, contribuindo para ampliar o acesso à educação e reduzir desigualdades sociais. 

Leia mais:  Pnae: um direito que transforma vidas

Durante a ação, equipes do MEC estarão disponíveis para atendimento direto às famílias, com orientação sobre os critérios de participação do programa e esclarecimentos sobre seu funcionamento, por meio de jogos interativos. Também serão distribuídos materiais informativos sobre os direitos dos estudantes ao benefício. A presença do programa aproxima ainda mais o MEC da juventude e reforça seu compromisso com a promoção da mobilidade social por meio da educação. 

Governo do Brasil na Rua – A ação é uma estratégia de interiorização das políticas públicas federais, levando informações e serviços essenciais diretamente às famílias, com foco especial nas comunidades de maior vulnerabilidade. Entre os serviços disponíveis estão atendimento de saúde, verificação de pressão arterial, vacinação, oficinas de qualificação profissional, apoio ao empreendedorismo, emissão de documentos e orientações sobre programas sociais, além de atividades culturais e de cidadania. 

O Governo do Brasil na Rua é uma ação interministerial coordenada pela SGPR, que reúne diversos órgãos federais e parceiros. Integram a iniciativa o MEC; o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI); o Ministério das Mulheres (MM); o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS); o Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (MEMP); o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA); o Ministério da Previdência Social (MPS); a Secretaria de Comunicação Social (Secom); o Ministério da Saúde (MS); o Ministério da Cultura (MinC); o Serviço Social da Indústria (Sesi); o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai); o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae); e a Caixa Econômica Federal. 

Leia mais:  MEC entrega 29 ônibus para redes de ensino da Bahia

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria-Geral da Presidência da República 

Fonte: Ministério da Educação

publicidade

Educação

Indicadores de equidade racial avançam nas redes municipais de ensino

Publicado

O Diagnóstico Equidade 2026, elaborado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), apresenta aumento nos indicadores relacionados à implementação de políticas de educação para as relações étnico-raciais (Erer) nas redes municipais de ensino.  

Entre os indicadores analisados, a institucionalização apresentou um aumento de 17,1 pontos. O índice passou de 38,7 pontos, em 2024, para 55,8, em 2026. No Brasil, a média geral dos indicadores relacionados à implementação passou de 26,6, em 2024, para 34,7, em 2026, um crescimento de 8,1 pontos. O resultado indica que mais redes municipais estão estruturando políticas, ações e mecanismos para enfrentar desigualdades raciais e promover a diversidade. 

O índice geral é a média que considera a institucionalização de diferentes aspectos da implementação das políticas de Erer, como gestão, formação, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento, mapeados pelo Diagnóstico Equidade. O resultado está ligado ao primeiro biênio de execução da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), em regime de colaboração interfederativa.   

Leia mais:  MEC entrega 29 ônibus para redes de ensino da Bahia

As políticas de equidade racial na educação têm o objetivo de enfrentar as desigualdades raciais e contribuir para a redução do hiato de aprendizagem entre estudantes negros e brancos. Para isso, promovem ações que valorizam a diversidade, combatem o racismo e garantem condições mais equitativas para que todos os estudantes tenham acesso, permanência e aprendizagem com qualidade.  

Confira os dados comparativos gerais da Erer de 2024 no Brasil, em comparação a 2026, divulgados no Diagnóstico Equidade 2026:  

Secretarias municipais 

2024 

2026 

Índices 

Brasil 

Brasil 

Geral 

26,6 

34,7 

Institucionalização 

38,7 

55,8 

Formação 

20,4 

28,7 

Gestão 

26,0 

27,0 

Material Didático 

31,1 

34,2 

Financiamento 

20,6 

39,9 

Avaliação e Monitoramento 

45,0 

60,2 

Metodologia – O levantamento contou com 44 perguntas dirigidas às secretarias de educação de estados, municípios e do Distrito Federal. Foram realizadas 32 questões sobre Erer e 12 sobre educação escolar quilombola (EEQ).  

Para acompanhar os resultados, as informações foram organizadas em indicadores que avaliaram áreas como gestão, formação de profissionais, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento. Os índices recebem notas de 0 a 100.   

Leia mais:  CPOP: MEC lança guia com passo a passo para adesão

As respostas foram declaradas pelos responsáveis pelas secretarias de educação ou, no caso dos municípios, pela prefeitura, o que contribui para a confiabilidade das informações. O questionário e os indicadores foram construídos com a participação de especialistas, pesquisadores e profissionais com experiência em políticas de equidade racial e combate ao racismo.  

Resultados do Diagnóstico de Equidade 2026  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi 

Fonte: Ministério da Educação

Continue lendo

Mais Lidas da Semana