Mato Grosso

Curso especializado no combate ao crime em fronteiras oferece vagas para forças estaduais, federais e órgãos parceiros

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O Grupo Especial do Fronteira de Mato Grosso (Gefron) está com inscrições abertas para o 5º Curso de Operações de Fronteira (COPFRON), uma capacitação voltada ao aperfeiçoamento de profissionais que atuam no combate aos crimes transfronteiriços entre Brasil e Bolívia. As inscrições seguem abertas até o dia 31 de maio e fazem parte da primeira fase do processo seletivo.

O curso contará com 50 vagas destinadas a servidores do próprio Gefron, além de integrantes da Polícia Militar de Mato Grosso, Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso, Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso, Polícia Penal, Exército Brasileiro, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Força Nacional, Sistema Socioeducativo, Receita Federal, Ibama e demais órgãos parceiros ligados à fiscalização e segurança de fronteira.

A capacitação tem como objetivo fortalecer a atuação integrada entre as instituições de segurança pública e fiscalização ambiental e aduaneira, ampliando o enfrentamento ao tráfico de drogas, contrabando, roubos, crimes ambientais e demais delitos transnacionais. O curso será realizado na base operacional do Gefron em Porto Esperidião (326 km da capital), com início previsto para 6 de julho de 2026 e duração de 12 semanas.

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As inscrições devem ser realizadas por meio de formulário online disponível no link: Formulário de inscrição do 5º COPFRON

Após a inscrição, o candidato deverá encaminhar toda a documentação exigida no edital para o e-mail: [email protected]. O edital se encontra em anexo a esta publicação.

Conforme o cronograma oficial, após o encerramento das inscrições, os candidatos passarão pelas etapas de inspeção de saúde, teste de aptidão física (TAF), teste de habilidades específicas (THE) e entrevista profissiográfica.

O resultado final do processo seletivo está previsto para ser divulgado no dia 1º de julho.

Dúvidas e informações podem ser obtidas via WhatsApp pelo número (65) 99254-3655, até o dia 31 de maio de 2026.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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