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Cyklo abre inscrições para programa de aceleração de startups 2026

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A Cyklo, aceleradora de negócios com foco em inovação e tecnologia, abriu as inscrições para o 7º Edital do Programa de Aceleração de Startups e Empresas de Base 2026. Realizada em parceria com a Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC) e o SENAI/SC, a iniciativa oferece 12 vagas para projetos voltados aos setores de Agrobusiness, Indústria, Varejo e Serviços.

As candidaturas podem ser enviadas até o dia 30 de dezembro de 2025, e o programa tem como objetivo impulsionar startups que desejam acelerar seu crescimento e expandir conexões estratégicas com o mercado, mentores e investidores.

Aceleração com foco em diferentes estágios de maturidade

O programa contempla duas categorias:

  • Early Stage, voltado a negócios em estágio inicial com MVP (Produto Mínimo Viável) ou versão simplificada de um produto ou serviço;
  • Scale-Up, direcionado a startups em fase de tração, com base de clientes consolidada e geração de receita.

Com duração de nove meses, o processo de aceleração será presencial, com atividades realizadas em Luís Eduardo Magalhães (BA) — sede da Cyklo — e em Joinville (SC), unidade recentemente inaugurada.

“O objetivo é oferecer uma jornada personalizada, apoiada por recursos que combinam know-how empresarial, mentorias e estrutura voltada ao crescimento sustentável das startups”, explica Pompeo Scola, CEO da Cyklo.

Mentorias especializadas e networking estratégico

Entre os principais benefícios do programa, os selecionados terão acesso a uma equipe com 40 anos de experiência em consultoria e a 36 mentores seniores com atuação em diferentes verticais de mercado.

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Além disso, o programa oferece networking estratégico e facilitação de entrada no mercado, por meio de conexões que podem gerar parcerias comerciais e oportunidades de investimento.

“A Cyklo atua como uma ponte entre inovação e negócios, oferecendo às startups um ambiente de aceleração completo, que vai desde o planejamento até a execução das estratégias de crescimento”, destaca Scola.

Estrutura completa e suporte para captação de recursos

A infraestrutura do programa inclui espaço físico equipado, salas de reunião, laboratórios, internet de alta velocidade, apoio jurídico, contábil e administrativo, além da conexão com parceiros do ecossistema de inovação.

Outro destaque é o apoio à captação de investimentos, com orientação sobre processos de funding e aproximação com fundos de venture capital, conforme o nível de maturidade de cada startup.

“Ajudamos as empresas a se prepararem tecnicamente e estrategicamente para atrair investidores e sustentar um crescimento sólido”, reforça o CEO.

Etapas do processo e como participar

A seleção das startups e a definição das jornadas personalizadas ocorrerão em janeiro de 2026, com início das atividades previsto para fevereiro e término em outubro. O ciclo será encerrado em novembro, com a realização de um Demo Day, no qual as empresas apresentarão suas soluções a investidores e potenciais parceiros.

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Os interessados devem enviar dois arquivos obrigatórios:

  • Um vídeo (MP4 ou AVI) de até cinco minutos;
  • Um pitch deck em PDF com 12 slides respondendo às perguntas do edital.

As submissões devem ser feitas via WhatsApp, pelo número (47) 9 9948-0007, até o dia 30 de dezembro de 2025.

O edital completo está disponível neste link:

🔗 Edital do Programa de Aceleração da Cyklo

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Atacado e exportação estabelecem ritmo recorde em agosto

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Os preços da carne de frango voltaram a subir no mercado interno, enquanto as exportações brasileiras iniciaram agosto no maior ritmo diário já registrado. A combinação de estoques ajustados, recuperação do consumo doméstico e forte procura internacional dá sustentação às cotações neste começo de mês.

Na quinta-feira (13.08), o frango congelado foi negociado no atacado da Grande São Paulo a R$ 7,20 o quilo, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O valor acumula alta de 0,84% desde o início de agosto.

A reação ocorre depois de um período de pressão sobre os preços no fim de julho e nos primeiros dias deste mês. O recebimento de salários aumentou o poder de compra das famílias, enquanto a volta às aulas impulsionou a procura por uma proteína amplamente utilizada no consumo doméstico, em restaurantes e na alimentação escolar.

Os estoques também estão relativamente ajustados à demanda. Esse equilíbrio reduz a necessidade de concessão de descontos por atacadistas e frigoríficos e ajuda a conter a pressão provocada pela maior oferta nacional de carne de frango.

A melhora no atacado, entretanto, não significa necessariamente uma recuperação imediata e na mesma proporção para todos os elos da cadeia. O efeito sobre a remuneração dos avicultores depende dos contratos de integração, dos custos de produção e do comportamento dos preços do milho e do farelo de soja, principais componentes da alimentação das aves.

No mercado externo, os números indicam uma procura ainda mais forte. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), analisados pelo Cepea, mostram que o Brasil embarcou, em média, 30 mil toneladas de carne de frango in natura por dia nos cinco primeiros dias úteis de agosto.

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É a maior média diária para o período desde o início da série histórica, em 1997. Considerada a parcial, aproximadamente 150 mil toneladas foram exportadas nos cinco primeiros dias úteis do mês.

O resultado deve ser interpretado com cautela, porque ainda não permite projetar o volume total de agosto. O ritmo dos embarques pode variar ao longo do mês devido à programação dos portos, à disponibilidade de navios, aos contratos dos frigoríficos e ao calendário dos países compradores.

A arrancada de agosto, porém, dá sequência a um julho de forte desempenho. No mês passado, o Brasil exportou 519,2 mil toneladas de carne de frango, considerando produtos in natura e processados, crescimento de 29,9% em relação a julho de 2025. A receita ficou próxima de R$ 5,2 bilhões, alta de 34,3% na comparação anual, medida originalmente em dólares.

O avanço elevado também reflete a base mais fraca de 2025, quando restrições sanitárias temporárias adotadas após a confirmação de influenza aviária em uma granja comercial afetaram as vendas brasileiras. O foco foi eliminado e o Brasil recuperou gradualmente o acesso aos mercados que haviam suspendido as compras.

No primeiro semestre de 2026, os embarques chegaram a 2,936 milhões de toneladas, alta de 12,9% sobre igual período do ano anterior e recorde para os seis primeiros meses do ano.

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O desempenho reforça a posição do Brasil como maior exportador mundial de carne de frango. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) estima que o país poderá produzir entre 16 milhões e 16,15 milhões de toneladas em 2026, crescimento de até 5,6% sobre as 15,289 milhões de toneladas de 2025.

As exportações podem alcançar 5,875 milhões de toneladas neste ano, avanço de até 10,3%. Mesmo com o crescimento dos embarques, a disponibilidade para o mercado interno está estimada em aproximadamente 10,275 milhões de toneladas, 3,1% acima do volume registrado no ano passado.

A presença simultânea de demanda doméstica mais aquecida e exportações em ritmo elevado tende a reduzir a pressão de oferta sobre o atacado. A continuidade da recuperação, contudo, dependerá do consumo após o período de pagamento de salários e da manutenção das encomendas internacionais.

Para produtores e agroindústrias, o cenário é favorável, mas exige atenção aos custos. A valorização da carne melhora a capacidade de absorver despesas, enquanto uma eventual alta do milho ou do farelo de soja pode limitar as margens. Nas próximas semanas, o mercado acompanhará se o recorde diário dos embarques será mantido e se a reação observada no atacado chegará aos demais elos da cadeia.

Fonte: Pensar Agro

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