Várzea Grande

DAE divulga bairros com abastecimento de água nesta sexta-feira (17) em Várzea Grande

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O DAE-VG informou os bairros de Várzea Grande que terão abastecimento de água nesta sexta-feira (17), conforme o cronograma de distribuição por sistemas.

Pelos sistemas I e V, o fornecimento contempla os bairros Centro, Nova Várzea Grande, Embauval, MRV Chapada do Poente, MRV Chapada do Horizonte, MRV Chapada dos Cristais e MRV Chapada dos Bosques. Também recebem água Santa Cecília, Primavera, Monte Castelo, Figueirinha e Jardim Panorama. Na mesma linha, estão incluídos ainda os bairros 15 de Maio, Milton Figueiredo, Portal dos Imigrantes, Vida Nova, Vitória Régia, Vila Operária, Capela do Piçarrão, Jardim Glória I, Paula I e Marajoara I.

Já o sistema III atende as regiões do Cristo Rei, Vila Sadia, Vista Alegre, Manga, Santa Bárbara, além dos residenciais MRV Chapada dos Guimarães, MRV Chapada dos Buritis e MRV Chapada Verde.

Por fim, os sistemas II e IV garantem abastecimento nos bairros Residencial São Benedito, Residencial Ataíde, Residencial Alice, Residencial Renato, Colinas Verdejantes, Solares do Tarumã, Chapéu do Sol e Manaíra. Também estão na lista Mapim, Dom Pedro, Rita Monteiro, San Marcos, Paiaguás, Guanabara, Nova Aliança e Cidade de Deus, além de Jacarandá, Jequitibá e Veredas.

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O DAE reforça que o abastecimento ocorre de forma gradativa e pode sofrer variações de pressão ao longo do dia.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

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Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

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Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

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TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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