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De Heus reforça presença na pecuária do Norte com novo gestor regional e tecnologias de nutrição animal avançadas

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Reconhecida pelo potencial produtivo e pelo ritmo acelerado de crescimento, a região Norte tem se consolidado como um dos principais polos de desenvolvimento da pecuária brasileira. Com vastas áreas disponíveis, investimentos crescentes em infraestrutura e avanços tecnológicos no campo, o território ganha destaque tanto na produção de carne quanto de leite.

Atenta a esse cenário, a De Heus, multinacional especializada em nutrição animal, anunciou o fortalecimento de sua atuação na região com a chegada de Leonardo Detoni como novo Gerente Comercial de Ruminantes para o Norte do país. A iniciativa integra a estratégia da empresa de ampliar o suporte técnico e a oferta de soluções inovadoras aos pecuaristas locais.

Novo gestor traz experiência e foco em resultados sustentáveis

Com mais de 18 anos de experiência no agronegócio, Leonardo Detoni é médico-veterinário, possui MBA e Mestrado na área, e tem sólida trajetória em nutrição animal e gestão comercial. Ele assume a missão de ampliar a presença da De Heus nos estados do Pará, Tocantins, Maranhão e Roraima, liderando as equipes e as estratégias voltadas ao segmento de ruminantes.

“É um grande desafio assumir a gestão comercial de uma região com tanto potencial e importância para o agronegócio nacional. Estou muito animado em fortalecer o relacionamento com nossos clientes e expandir as oportunidades de negócios”, afirma Detoni.

Norte: região com potencial produtivo e desafios estruturais

O Norte brasileiro se destaca pelo alto potencial de expansão da pecuária, mas ainda enfrenta desafios importantes, como limitações logísticas, necessidade de qualificação técnica e as particularidades do clima tropical.

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Para enfrentar esses obstáculos e aproveitar as oportunidades, a De Heus planeja ampliar a oferta de suplementos nutricionais específicos, fortalecer a assistência técnica no campo e promover programas de produtividade e sustentabilidade voltados à realidade local.

Tecnologias de nutrição e inovação a favor do produtor

Entre as soluções que a empresa pretende intensificar na região, está a tecnologia MUB (Mistura Única Balanceada), desenvolvida para aumentar a eficiência alimentar e reduzir a variação nutricional em sistemas de pastagem tropical.

Além disso, a companhia aposta em ferramentas de nutrição de precisão, monitoramento técnico contínuo e programas integrados que alinham nutrição, manejo e gestão de pastagens conforme as condições de solo e clima da região.

Aproximação com o campo e parcerias regionais

Segundo Detoni, o fortalecimento da presença no campo é essencial para garantir resultados concretos aos produtores. “Seguiremos ampliando as visitas técnicas, elaborando dietas adaptadas ao tipo de pastagem e oferecendo núcleos nutricionais específicos, além de serviços de monitoramento de desempenho animal”, explica.

Outro ponto estratégico é o estreitamento de parcerias com cooperativas, distribuidores e grupos regionais, além da divulgação de cases de sucesso que comprovam ganhos reais de produtividade e redução de custos.

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Com a nova gestão e o investimento em tecnologias de precisão, a De Heus reforça seu compromisso com a inovação, eficiência e sustentabilidade da pecuária nortista, contribuindo para o avanço contínuo do setor no país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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MPA realiza seminário sobre Extensão Pesqueira Artesanal

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) realizou, nesta sexta-feira(4), o I Seminário Interno de Extensão Pesqueira Artesanal, com a finalidade de ampliar o debate sobre a realidade das mulheres pescadoras e marisqueiras. Com o tema “Mulheres Pescadoras: Autonomia, Igualdade e Sustentabilidade Ambiental”, o evento representou um momento de apresentação prévia dos resultados do Mapeamento Socioterritorial da Pesca Artesanal, realizado por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). 

O seminário nasceu do Projeto Mulheres Pescadoras, desenvolvido pela Fiocruz, pelo MPA e pelo Ministério das Mulheres. O Mapeamento Socioterritorial da Pesca Artesanal aprofundou a análise em 52 municípios de atenção prioritária, distribuídos pelas cinco regiões do país: 18 no Norte, 10 no Sudeste, 6 no Sul e 3 no Centro-Oeste. Essa ação dialoga com o Programa Povos da Pesca Artesanal e teve como eixos estruturantes: Emergência Climática e Racismo Ambiental; Populações Tradicionais e Territórios; Segurança Alimentar, Epidemiologia e Saúde; e Economia Solidária e Cadeia Produtiva. 

De acordo com o secretário-executivo do MPA, Lázaro Medeiros, o evento traz para o centro do debate o tema das mulheres pescadoras. “É um tema que apresenta também um diálogo com quem vive de fato os territórios pesqueiros. Além disso, ele apresenta um mapeamento socioterritorial, apresentando com mais profundidade a realidade das comunidades”, destacou. 

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A pesquisadora da Fiocruz, Maria Juliana Correa, apontou a importância do seminário para dar visibilidade aos direitos sociais das mulheres pescadoras. “A gente sempre escutava das mulheres das águas a necessidade de um olhar específico para a saúde das pescadoras e marisqueiras, unindo o meio ambiente e a saúde nos territórios”, afirmou. 

O secretário Nacional da Pesca Artesanal, Cristiano Ramalho, destacou o objetivo do evento. “Encontros como esses criam caminhos para a construção do futuro da pesca artesanal do Brasil. Estamos aqui produzindo conhecimentos que serão transformados em políticas públicas”, afirmou. 

A pescadora sergipana, Arlene Costa, afirmou que são as mulheres as grandes guardiãs dos territórios. “Hoje enfrentamos diversas ameaças ambientais nos territórios e somos nós, as mulheres das águas, que preservamos e garantimos os recursos naturais para as próximas gerações”, disse. 

Para a coordenadora-geral de Assistência Técnica e Extensão Pesqueira do MPA, Lorena Abrahão, o mapeamento é fundamental para a construção de políticas públicas estruturantes para as mulheres das águas. “Mais do que retratar vulnerabilidades, os dados evidenciam a força organizativa e o protagonismo das mulheres que vivem da pesca em todo o Brasil”, finalizou. 

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O evento contou também com a presença da coordenadora-geral da Secretaria Nacional de Autonomia Econômica e Política de Cuidados do Ministério das Mulheres, Larissa Passos, e do secretário Nacional de Políticas de Ações Afirmativas e Combate e Superação do Racismo do Ministério da Igualdade Racial, Clédisson Geraldo dos Santos Júnior.

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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