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Demanda aquecida mantém preços da laranja firmes; oferta para indústria cresce

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A procura por laranjas para o mercado de mesa segue elevada, sustentando os preços das frutas, enquanto a oferta para moagem industrial começa a se intensificar com o início da safra 2025/26, apontam dados do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada).

Preços da laranja pera se mantêm estáveis

Segundo o levantamento do Cepea, a laranja pera ao produtor foi negociada nesta semana (25 a 28 de agosto) à média de R$ 57,72 por caixa de 40,8 kg, representando alta de 1,15% em relação à semana anterior. A boa demanda no mercado de mesa é apontada como o principal fator que mantém os preços firmes.

Entregas para moagem industrial ganham ritmo

Para a moagem industrial, o Cepea informa que as entregas das laranjas da safra 2025/26 começaram a se intensificar no final de agosto. Apesar disso, os novos contratos ainda são firmados de forma gradual, com agentes aguardando maior definição das condições de mercado.

Nos últimos negócios registrados, os preços negociados giraram em torno de R$ 50,00 por caixa, com exigência mínima de 13 graus Brix, segundo relatos de participantes do setor.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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No BRICS, o Governo do Brasil apresenta pesca e aquicultura como fundamental para a segurança alimentar e nutricional

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O Ministério da Pesca e Aquicultura participou da 16ª Reunião de Ministros da Agricultura do BRICS, realizada nos dias 12 e 13 de junho de 2026, em Indore, Madhya Pradesh, Índia.  O evento teve como tema “Construindo para a Resiliência, Inovação, Cooperação e Sustentabilidade”. Nele foi adotado, por consenso, a Declaração Conjunta da 16ª Reunião dos Ministros da Agricultura do BRICS.  

A presidência indiana, que lidera os BRICS neste ano, apresentou uma agenda centrada no fortalecimento da segurança alimentar e nutricional global. O objetivo é focar na construção de parcerias voltadas à inovação para o desenvolvimento agrícola sustentável, inclusivo e resiliente à mudança do clima, com especial atenção à agricultura familiar.   

Pesca e Aquicultura  

Na Declaração Conjunta, os ministros da Agricultura do BRICS reconheceram o papel fundamental da pesca e da aquicultura para a segurança alimentar, nutricional, para a manutenção da renda e dos empregos de milhões de pessoas. Além do MPA, o documento foi assinado pelos Ministérios da Agricultura e Pecuária (MAPA) e do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar do Brasil (MDA).  

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Com isso, o Governo Federal se compromete com o avanço das ações coordenadas para promover a inclusão social e os meios de subsistência dos pescadores e aquicultores, aumentar a produtividade e expandir o comércio justo de alimentos e bioinsumos aquáticos e conservar os ecossistemas, para assegurar a sustentabilidade a longo prazo da pesca e da aquicultura. Também incentivam investimentos em pesca bem gerida, à expansão e intensificação da aquicultura. 

De maneira particular, o Governo Federal reitera o compromisso em apoiar a pesca artesanal e a aquicultura de pequena escala. Desta forma, amplia oportunidades de emprego, de renda e de segurança alimentar. Além disso, incentivaram ações que conservem a pesca artesanal como patrimônio cultural dos BRICS.   

Os Ministros da Agricultura dos BRICS ainda concordaram em aprofundar a cooperação no Diálogo do BRICS sobre Pesca e da Aquicultura, estabelecida em 2025, sob a presidência brasileira do BRICS.  

Os onze países membros do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia e Irã) respondem conjuntamente por mais de 60% da produção global de pescado. Isso representa cerca de 25% da pesca de captura e 75% da aquicultura mundiais. Também respondem por mais de 85% da produção global de algas. 

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Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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